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Campo Grande, Sexta-feira, 02 de Dezembro de 2016

13/02/2014 07:10

Ele conseguiu recuperar o notebook roubado após 5 meses, graças à tecnologia

Elverson Cardozo
Notebook foi encontrado no bairro Guanandi. (Foto: Arquivo Pessoal)Notebook foi encontrado no bairro Guanandi. (Foto: Arquivo Pessoal)

No dia 21 de novembro do ano passado, por volta das 21h30, o analista de sistema Pablo David Pagues Ernst, 36 anos, saiu de casa, no bairro Estrela do Sul, em Campo Grande, para ir até uma associação. Quando retornou, cerca de uma hora depois, percebeu que alguém havia invadido a residência e furtado sua câmera digital, seu tablet, celular e um notebook.

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O caso foi comunicado à Polícia, que registrou a ocorrência e lhe desejou “boa sorte”. A esperança de recuperar os objetos, a partir daquele momento, foi praticamente embora, mas Pablo lembrou-se que havia instalado um rastreador no notebook.

Ele conseguiu ter de volta apenas o aparelho, cinco meses após o furto, mas, apesar do prejuízo com os outros itens, só isso já valeu a pena. Não foi nem pelos R$ 1,4 mil pagos pelo note que Pablo se empenhou em resgatá-lo. Foi pelos arquivos e dados pessoais arquivados no aparelho.

A experiência como analista e o faro de investigador o ajudaram nessa “missão”, mas a tecnologia, o sistema instalado no computador, foi essencial. Com ele, foi possível identificar os envolvidos por fotos, descobrir a identidade deles e, inclusive, a localização.

Essa “espionagem” levou mais tempo porque a “investigação”, com auxílio do programa, dependia, antes de tudo, de uma conexão com a internet por parte do receptador.

Sistema de rastreamento estava instalado quando aparelho foi furtado. (Foto: Arquivo Pessoal)Sistema de rastreamento estava instalado quando aparelho foi furtado. (Foto: Arquivo Pessoal)

A investigação - Demorou até que alguém resolvesse navegar, mas, quando isso aconteceu, “choveu” relatórios para o verdadeiro dono. “No meio da tarde eu estava no meu serviço e escuto notificação de email no celular. Era um relatório. A adrenalina disparou. Mal conseguia digitar a senha, mas a alegria durou pouco. Tinha só uma foto obscura. Não dava para ver nada”, relatou, depois, em seu blog pessoal.

Era uma questão de tempo. No outro dia, novas informações. “Agora sim, a localização exata aparecia no mapa. Pontos de wifi por perto também eram listados. Tinha abundantes fotos da pessoa usando o computador”, escreveu.

Em cinco dias, cruzando dados e pesquisando, Pablo chegou à identidade dos receptadores, que moravam no bairro Guanandi. Comunicou fato à polícia, forneceu o que tinha e, depois de 24 horas, estava com o notebook de volta. “Não imaginava que podia recuper, mas sabia que tinha uma boa chance”, contou.

Nota - O sistema utilizado por Pablo não será divulgado, a pedido da Polícia, que também faz uso do mesmo rastreador. A Assessoria de imprensa do órgão informou que o notebook de Pablo estava em poder de duas pessoas, uma mulher de 43 anos e um rapaz de 21.

Aos policiciais eles relataram que compraram o aparelho por R$ 250,00. O caso foi registrado como receptação culposa no dia 8 de fevereiro deste ano.

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Compre um antivírus bom como Kaspersky, Bitdefender,Norton e você obtem o serviço de rastreamento.
Simples..
O Correto é você ter duas contas de usuários no notebook. Um pra convidado com acesso restrito ( sem senha) e a outra sua ( de administrador) criptografada.
Dai quem roubar o seu notebook poderá acessar a internet usando a conta de convidado.
Por que se o marginal não puder logar no notebook roubado então ele vai formatar. Aí já era...
 
Júnior Silva em 13/02/2014 21:03:25
Ele mesmo criou um post dizendo sobre como instalar o sistema de rastreamento:
http://www.instigatorium.com/dicas-e-informacoes-sobre-como-instalar-o-software-de-rastreamento-prey/
 
LUANA DANTAS em 13/02/2014 18:44:58
Todos os macbooks vem com isso, não entendi a novidade!
 
Cyro chan em 13/02/2014 12:35:19
Jorge Miranda, Paulo Mello e Nilson Villarinho: é difícil mesmo supor que os novos "donos" eram "inocentes". No mínimo se o policial for capaz de detectar, pelo psicológico dos compradores, que estão enrolando, o caso poderia ensejar (se é que existe na lei) dolo eventual.
Claro, não duvido que haja gente ingênua demais a ponto de não perceber que "o barato saiu roubado", mas com o mau senso comum que impera em nossa sociedade (e a ponto de cegar as consciências), é mais fácil que o comum das pessoas recorra mesmo à "Lei de Gerson", e dane-se o que vier depois. No mais, tenho amigos que já passaram pelo dissabor do roubo de notebook, e sei do tamanho do prejuízo, sobretudo o da perda de dados que, comparado ao financeiro, é bem maior.
 
Marcel Ozuna em 13/02/2014 11:44:46
Se tivessem colocado o nome dele no Google, achariam o blog dele, consequentemente, achariam o post em que ele fala sobre a situação e veriam o software usado. ;-)

 
Rafael Porto em 13/02/2014 11:23:18
O programa não é divulgado não apenas pelo fato da polícia usá-lo, mas sim porque por ser um programa, o mesmo ainda fica em funcionamento no sistema operacional. A partir do momento que o (bandido) tiver o mínimo de conhecimento, consegue desinstalar o aplicativo, e suas chances de recuperar seu bem acabam.
 
Diego Brum em 13/02/2014 11:00:34
Usem o google.com e vai ver que existe vários programas que fazem a mesma coisa e são excelentes.
 
Jão Silva em 13/02/2014 09:58:18
Um notebook ACER por R$250,00 e não imaginavam que poderia ser roubado? Isso de veria dar "Receptação dolosa" por causa desses sem noção que os roubos se proliferam.
 
Nilton Riekstins Villarinho em 13/02/2014 08:48:15
Puxa vida podiam colocar o nome do programa rastreador, qual o problema da policia usar o mesmo sistema? Se o Pablo já tinha porque os outros não podem ter, se o programa é bom e resolve ele tem que ser divulgado para as pessoas.
 
maximiliano rodrigo antonio nahas em 13/02/2014 08:29:30
O sistema utilizado por Pablo não será divulgado, a pedido da Polícia, que também faz uso do mesmo rastreador. Isso é piada. Existe um sistema que pode ajudar a população em geral, mas que não pode ser divulgado? Isso é o fim. Dessa forma, a polícia contribui para que furtos aconteçam e casos nao sejam desvendados. O meu notebook foi furtado há 8 meses e até agora nada. Se eu tivesse um rastreador desse, provavelmente já tinha recuperado.
 
Flavio Marques em 13/02/2014 08:20:34
Compraram o produto roubado, TALVEZ por inocencia.
E se o sistema de rastreamento for um software, sorte que ninguém formatou o notebook.
 
Romeu Luitz em 13/02/2014 08:15:52
"Receptação culposa"??? Tem que ir presos!!! Como compra um note por 250 reais? Como diz o colega Jorge Miranda: "foi o Papai Noel"... falta de vergonha na cara!
 
Paulo Mello em 13/02/2014 08:05:36
"RECEPTAÇÃO CULPOSA" Só falta dizer que foi o PAPAI NOEL que vendeu pra eles.
 
JORGE MIRANDA em 13/02/2014 07:23:20
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