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Campo Grande, Sexta-feira, 09 de Dezembro de 2016

28/06/2016 10:01

Jovem de MS cria software para mobilidade e ganha prêmio nos EUA

Anny Malagolini
Prêmio foi recebido em em Phoenix, no Estado norte-americano do Arizona (Foto: Facebook)Prêmio foi recebido em em Phoenix, no Estado norte-americano do Arizona (Foto: Facebook)

Com a ajuda até mesmo da série norte-americana Doctor House, o estudante Luiz Fernando da Silva Borges, 18 anos, de Aquidauana, conquistou um o 1ºlugar na Feira Internacional de Ciência e Engenharia, em Phoenix, no Estado norte-americano do Arizona, com a invenção de um software para a mobilidade de pessoas com deficiência física.

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A invenção de Luiz com que amputados tivessem sensações no membro que perderam. A ideia do do estudante é sofisticada, mistura neurociência e robótica, assuntos abordados normalmente durante cursos de graduação, e atípicas para um jovem que se quer entrou no mercado de trabalho.

Foi na copa de 2014 que Luiz Fernando decidiu criar um software que pudesse colaborar com pessoas portadoras de deficiência física. Durante a abertura do evento realizado no Brasil, o ponta pé foi dado por um homem paraplégico, que estava usando um recurso semelhante ao que seria desenvolvido pelo estudante.

Luiz é estudante Instituto Federal do Mato Grosso Sul e sempre estudou em escola pública, e contou que até a série fictícia Doctor House ajudou no processo. “Eu estava assistindo um episódio justamente sobre próteses, e o médico utilizou uma ideia na TV que pude implantar no meu projeto”, contou.

Ele também citou que os canas TV Escola e Cultura, foram fundamentais na construção do seu interesse pelo assunto. “Desde criança assisto programas voltados à Ciência, e esse conteúdo serviu de subsídio”, observou.

O sonho de criança está quase pronto. A prótese só deve ficar pronta no fim deste ano, e o preço deve ser mais acessível em comparação as que existem no mercado, por ser feita em impressora 3D. Ela poderá custar menos de R$ 5 mil. "Minha intenção é colocar a solução que eu criei na mão das pessoas que precisam, é algo que não existe”, afirmou.

Software desenvolvido pelo estudante (Foto: Reprodução Facebook)Software desenvolvido pelo estudante (Foto: Reprodução Facebook)



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