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Campo Grande, Terça-feira, 06 de Dezembro de 2016

27/09/2016 09:18

“Diferentões”, 20 motoristas foram os únicos a receber multas incomuns

A maioria das multas são "puxadas" pelos radares eletrônicos

Luana Rodrigues
Motoristas podem podem se gabar – ou lamentar – por terem sido alvos de multas “exclusivas”. (Foto: Arquivo)Motoristas podem podem se gabar – ou lamentar – por terem sido alvos de multas “exclusivas”. (Foto: Arquivo)

No ano passado, apenas um motorista foi multado na capital sul-mato-grossense por não parar o carro antes da linha do trem. Só ele? Sim, entre os mais 395.429 condutores habilitados da cidade, que tem uma frota de mais de 530 mil veículos, só ele recebeu uma multa por esse motivo em 2015.

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Outros 19 motoristas “diferentões”, podem se gabar – ou lamentar – por terem sido alvos de multas “exclusivas”, que foram aplicadas uma única vez, no período de janeiro a dezembro de 2015.

Entre as infrações também estão não respeitar cortejo, não oferecer preferência a um pedestre, mesmo depois dele já ter iniciado a travessia na rua e até falsificar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação). Penalidades que tem valores que variam de R$ 53,20 a R$ 191,54.

Mas, ser “diferentão” não é tarefa fácil. Não foram poucas as autuações feitas pelo Detran (Departamento de Trânsito) no ano passado, mais de 367.4 mil - um aumento de 6% se comparados os dados de 2015 com o ano anterior.

Também não são poucas as chances de uma motorista cometer infração as leis de trânsito. Há mais de 450 tipos de ilegalidades previstas na legislação brasileira.

A lista das infrações mais cometidas em Campo Grande revela um condutor que “pisa fundo”, desrespeita o sinal vermelho, não abre mão do bate-papo no celular, mas que resiste a gastar alguns segundos fechando o cinto de segurança. 

Conforme as estatística do Detran/MS (Departamento Estadual de Trânsito), os três tipos de infrações mais comuns na Capital são transitar em velocidade superior a máxima permitida (113,6 mil), avançar sinal vermelho do semáforo/ fiscalização eletrônica (19,4 mil), dirigir usando celular (11,4 mil).

A maioria das multas são "puxadas" pelos radares. Por mês, a Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) emite cerca de 9 mil multas, sendo 3 mil por conta de situações flagradas por 100 equipamentos eletrônicos de controle de velocidade existentes em Campo Grande.

Com o pagamento do que é cobrado pelas infrações, o órgão municipal arrecada mensalmente pelo menos R$ 1 milhão.




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