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Campo Grande, Sábado, 03 de Dezembro de 2016

01/04/2013 20:11

A hora e o trecho que o trânsito para no horário de rush de Campo Grande

Nyelder Rodrigues
Do pontilhão da avenida Afonso Pena sobre a rua Ceará, é possível avistar a fila de carros que começa no cruzamento com a 15 de Novembro e vai até a Joaquim Murtinho (Foto: João Garrigó)Do pontilhão da avenida Afonso Pena sobre a rua Ceará, é possível avistar a fila de carros que começa no cruzamento com a 15 de Novembro e vai até a Joaquim Murtinho (Foto: João Garrigó)

Todo dia, neste trecho e horário, motoristas enfrentam a mesma situação: congestionamento, trânsito lento, irritação de outros condutores e buzinaços. O problema é frequente no início da noite na rua Ceará, entre a rua 15 de Novembro e a rotatória de acesso a rua Joaquim Murtino e avenida Eduardo Elias Zahran.

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Comos dois semáforos instalados não garantem fluidez e a Agetran (Agência Municipal de Trânsito) não põe agentes para minimizar o gargalo, aos condutores só resta uma saída: ter paciência, muita paciência. E as opiniões sobre uma solução para o "congestionamento", agravado pelo horário de início das aulas na Universidade Anhanguera-Uniderp, se dividem e há até os que acham que é hora de se conformar, já que o problema novo é inevitável com o crescimento da cidade e da frota.

Além do tráfego lento, pedestres se amontoam na via, disputam espaço com os veículos e se acotovelam na calçada e no canteiro central. São pessoas aguardando o sinal para pedestres abrir, ou de uma brecha entre a fila de carros congestionados e algumas buzinas tocadas sem efeito para que o trânsito “ande”.

Sem efeitoApesar do “furdunço” no local, a fila de carros que começa na Afonso Pena e termina somente na rotatória de acesso à Joaquim Murtinho e avenida Eduardo Elias Zahran, a "fluidez" fica por conta de dois semáforos, um em frente da universidade, e outro na esquina com a rua Elvira Coelho Machado.

A coordenação destes sinais não é das mais eficazes. Pelo menos essa é a opinião de Marli Sandim, que diariamente passa na rua durante o horário de pico.

“Os semáforos são muito próximos. Quando esse fica verde, até chegar lá em cima, já fechou, aí causa o engarrafamento”, comenta a condutora.

Já Gilmar França, que também costuma passar por este ponto, acredita que para os condutores superarem o congestionamento é preciso manter a paciência. “Aqui tinha ser mão única”, opinou sobre uma solução.

Gustavo Danvale também ficou parado no congestionamento. “Esse horário é assim. Os principais pontos da cidade estão ficando assim, como a Padre João Crippa, Pedro Celestino”, afirmou o motorista.

Outro que acabou “caindo” no congestionamento foi Paulo José Leme. Ele acredita que os engarrafamentos são reflexos da uma evolução no poder aquisitivo das pessoas, que compram mais veículos e inflam a frota nas ruas.

“A solução para curto prazo é mais educação, mais paciência, permitir que outros carros passem quando precisam passar. Já para longo prazo, vai precisar de uma grande ideia dos engenheiros de trânsito e da construção de passarelas, viadutos, essas coisas”, comentou Paulo José.

O problema ocorre em outros horários de pico, como na hora de ir ao trabalho, e locais, como na avenida Thirson de Almeida (prolongamento da avenida Ernesto Geisel) com a avenida Manoel da Costa Lima; na avenida Gury Marques, na rotatória com a avenida Interlagos; na avenida Mato Grosso, na rotatória de acesso à via Parque, entre outros. 




Campo Grande Também tem A Hora do Rush XD kk Pega essa Jackie Chan XD kk
 
Tayna Melo em 03/04/2013 08:19:02
O que falta é um sistema de transporte público decente e barato! Hoje não exite mais a figura do cobrador de ônibus, mas a tarifa continua subindo. Cadê a redução ???
 
Danillo Christi em 02/04/2013 10:46:06
De fato os horarios de rush em Campo Grande se tornam cansativos e desgastantes para quem precisa sair de casa nestes momentos. Na Av. Julio de Castilho, colocaram um prolongamento do canteiro central onde tinha uma rotatória, bloqueando totalmente a passagem de quem precisa se locomover no sentido bairro centro, colocaram os suportes para os semáforos e não os instalaram e o caos continua. Será que não percebem que uma Avenida não pode ter seu fluxo interrompido? Difícil mesmo morar em Campo Grande.
 
Lucia Gomes em 02/04/2013 10:34:33
Realmente o trânsito em Campo Grande está ficando caótico, só sabem encher de semáforos e que você mais fica parado do que andando, haja gasolina, porque não fazem viadutos?! Mal de funcionário público que só sabe trabalhar 6 horas, emendar feriado, se dedicar aos problemas da cidades, cidade a qual eles moram e deveriam melhorar, não estão nem aí.
 
Raquel Silva em 02/04/2013 09:23:07
Olha Sebastião Dussel, péssimo foi seu comentário... Aquele semáforo foi a melhor coisa que fizeram naquele cruzamento para o aeroporto. Quem vinha do Petrópolis, Silvia Regina e região tinha que ficar horas esperando um brecha para cruzar a Duque de Caxias. Agora com o sinaleiro, o trânsito flui muito melhor. Antes de comentar algo, pense de forma mais abrangente, analise os porquês e deixe de pensar só no seu umbigo.
 
Afonso Netho em 02/04/2013 09:08:54
Povo com mente miúda só pode dar isso mesmo. Não sei de nenhum lugar aqui em Campo Grande que para se chegar só exista UM caminho. É simples: EVITEM ESSAS VIAS! É só buscar um caminho alternativo! Às vezes, se for pela rua paralela, você já não tem dor de cabeça! Sejam 4 ruas acima ou abaixo, ou que seja um pouco mais longo o caminho, só o fato de não ter que encarar motoristas e motociclistas burros e ignorantes EM FILA, já faz valer a pena.
 
Leonardo Miguel em 02/04/2013 08:54:55
A instalação de passarelas em alguns locais de trânsito intenso de pedestres poderia ser um sinal.
 
José Silva em 02/04/2013 08:52:02
O problema do trânsito de Campo Grande, principalmente no horário do rush, está em toda a cidade, não existe rota alternativa, até as ruas novas da cidade, são super movimentadas, os cruzamentos onde não tem sinalização semafórica os carros chegam a formar filas kilométricas, como é o caso do cruzamento da Euller de Azevedo com a Tamandaré, a rotatória existente neste local é super perigosa, os condutores se arriscam para conseguirem cruzar de uma via para outra.
Tambem sou a favor de que seja proposto uma diferenciação nos horários de trabalho e escola, quem sabe assim o trânsito se desafoga um pouco, ou então quem sabe começar a pensar em um sistema de rodzio igual ao de São Paulo.
 
Gilmara Gonçalves em 02/04/2013 08:24:13
O problema alí, não são os semáforos, pois mesmo antes da instalação do mais recente, já existiam engarrafamentos na região. A única soução pra aquele cruzamento é um viaduto, assim como na região da coca cola, cujo engarrafamento é ainda pior.
 
otavio aria em 02/04/2013 08:22:07
Na verdade o que tem que acontecer é de o transporte coletivo funcionar, pois se funcionasse certamente a maioria das pessoas não iriam trabalhar com com seus veículos,um bom exemplo disso é nos paises de primeiro mundo, em cada ponto da cidade tem um terminal rodoviário, com tanto terminais em Campo Grande pode até ser que o passageiro pague apenas uma única passagem para ir aos extremos da cidade, mas o tempo é longo ja que os terminais ficam espalhados feitos um mapa, hora bolas será que esses engenheiros sabidões não sabem q O CAMINHO MAIS RÁPIDO ENTRE DOIS PONTOS É UMA RETA? Campo Gande tem que ter metro e nao milhares de terminais.
 
Valdir Viana em 02/04/2013 07:53:10
Se o problema fosse o poder aquisitivo que melhorou, então paises com EUA, França , estariam parados. Falta planejamento estrutural da cidade, vendem um monte de carros e as ruas continuam as mesmas de 30 anos atras. Tem o semáforo da joaquim murtinho em frente a escola Hércules maimone, este que está atrapalhando a fluidez toda, precisaria de uma passarela .
 
Marcos melare em 02/04/2013 06:51:36
NA Avenida Três Barras entre a Avenida Interlagos e cruzamento com a Zahran sem noção de tempo de semaforo e tráfego intenso de motos e veículos na contra mão no período matutino entre 6 horas e 8 horas da manhã risco de vida. Na rotatória da Joaquim Murtinho entre o Hipermercado e a escola estadual início da rotatória um absurdo. Na Avenida Mato Grosso no inicio da manhã e no final da tarde no trecho entre Ceará e rio Grande do Sul e também nas proximidades do Hospital Santa Casa. Na avenida Ernesto Geisel próximo ao cruzamento com Avenida Afonso Pena. Somente quem trafega diariamente e precisa trabalhar sofre com a falta de visão de uma equipe incompetente na gestão do trânsito que está mal preparada e não arrecada o suficiente em multas para resolver esta situação. Ficará pior não há.
 
Danielle Espindola em 02/04/2013 03:42:12
Campo Grande precisa "urgente" de viadutos e não de rotatórias ou cruzamentos com sinal.
A nossa capital não comporta mais essas soluções paliativas.
 
Paulenir de Barros em 02/04/2013 01:32:00
Alguém já veio do Parque dos Poderes para o centro pela Mato Grosso nesse horário??!! Pois é... Campo Grande cresceu, sua frota de veículos também, mas as ruas continuam praticamente as mesmas! É preciso de uma equipe de engenharia de trânsito séria e preocupada em resolver os problemas de trânsito da capital. Mas é preciso ter essa equipe e colocar o pessoal para trabalhar. Soluções com certeza vão aparecer. E colocar o policiamento de trânsito (leia-se "amarelinhos") nas ruas: mas para orientar e fiscalizar e não atrapalhar ainda mais. Na Rua Ceará, por exemplo, é proibida a conversão à esquerda em toda a extensão da faixa dupla zebrada! Mas quem respeita? E tem alguém lá para coibir? Além da ação do poder público, é preciso consciência dos condutores, e alguns(!!) só através do bolso!
 
Icaro Sen em 01/04/2013 21:58:39
Infelizmente uma capital como Campo Grande não possui uma Engenharia de Trânsito, existe sim um bando de incompetentes que só sabem instalar semáforos, a exemplo do que fizeram recentemente para quem vai virar e entrar no Aeroporto. Péssimas decisões como aquela estão espalhadas em toda a cidade. Da mesma forma quando interditam ruas ninguém tira a bunda da cadeira para avaliar alternativas aos motoristas, remetendo a situação para o "salve-se quem puder", e quem sofre mais são as pessoas que não são daqui e estão de passagem, ficando totalmente perdidas pela falta de bom senso e competência técnica desse burocratas de gabinete. Além disso, faltam placas indicativas em Campo Grande, e se não fosse o GPS, coitadas dessas pessoas. PS: A falta de Engenharia de Trânsito é antiga, não é de hoje
 
Sebastião Dussel em 01/04/2013 21:33:32
Calma a secretária mineira do Bernal vai resolver esse problema ela tem experiência em Juiz de Fora, acredito que o que faltava era profissionalismo da Agetran, mas agora vai ser resolvido, afinal o Bernal fez essa promessa.
 
Juarez Goncalves em 01/04/2013 21:18:20
O problema do transito é grave, muitos motoristas dirigem falando ao celular, postando nas redes sociais, falta atenção e prudência, seria interessante que houvesse horarios alternativos de trabalho, praticamente 90% da populacao entra no trabalho no mesmo horario que as escolas iniciam as aulas, os patroes poderiam diferenciar horarios, iniciando o expediente mais tarde ou mais cedo, as escolas alternassem tambem o inicio da aula, isso com certeza desafogaria bem o trafego.
 
marcus m. silva em 01/04/2013 21:17:28
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