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Campo Grande, Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016

29/07/2013 09:11

Avenida deu mobilidade, mas tirou o sossego dos moradores de bairro

Helton Verão
As marcas do veículo que invadiu a calçada na última semana ainda estão no local (Foto: Marcos Ermínio)As marcas do veículo que invadiu a calçada na última semana ainda estão no local (Foto: Marcos Ermínio)

Grandes avenidas transformaram Campo Grande e deram maior mobilidade urbana aos moradores. No entanto, nem toda obra com este objetivo agradou todo mundo. Os moradores do bairro Coophavila 2, na saída para Sidrolândia, estão incomodados com a construção das avenidas Lúdio Coelho e Nasri Siufi, que formam a Marginal Lagoa, porque a obra levou barulho, violência e acidentes de trânsito. Viver no entorno passou a ser um risco. 

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Moradores da Avenida da Marinha, desde que o bairro Coophavila 2 foi criado, em 1979, eles nunca se sentiram tão incomodado com a poluição sonora e a velocidade dos carros que trafegam na Nasri Siufi. “Aqui sempre foi muito tranquilo, com o surgimento dessa avenida grande, a partir das 23 horas começa o barulho dos carros em alta velocidade e do som dos altos falantes”, conta um dos moradores, de 53 anos.

Os acidentes viraram rotina. Na tarde de quinta-feira (25), uma condutora perdeu o controle do seu veículo atingindo uma lixeira e invadindo a calçada. “Eles precisam colocar alguma coisa para conter a velocidade, a mulher invadiu a minha calçada e deixou a lixeira toda destruída ali. A vizinha da esquina deve estar sofrendo mais ainda pois vários veículos já foram parar dentro da casa dela, já morreu gente ali”, relembra a artesã Ivete Maia, de 54 anos.

De acordo com Ivete, os condutores que desejam entrar na avenida da Marinha ou sair dela para a Nasri Siufi não sabem se ela é mão dupla ou em qual local eles devem trafegar. “Você pode ir ali e olhar as pessoas vem pela avenida (Nasri Siufi) e querem entrar aqui, elas entram na contramão para entrar aqui, precisamos urgente de sinalização”, solicita a artesã.

Joel mora há 34 anos no local e diz que a paz acabou depois da via (Foto: Marcos Ermínio)Joel mora há 34 anos no local e diz que a paz acabou depois da via (Foto: Marcos Ermínio)

Outro morador, fundador do bairro, Joel de Souza Barros, 65 anos, diz que o sossego do bairro acabou. Segundo o técnico em som, boates e bares da região tem atraído gente “indesejável”. “Nunca tivemos problemas com roubo na vizinhança, nos últimos meses já flagramos várias tentativas, gente que vem atrás dessa bagunça e se aproveita para cometer os crimes”, lamenta o senhor.

Joel confirma os problemas com acidentes decorrentes da alta velocidade dos carros. “Na vizinha da esquina já entrou carro e moto, eles perdem o controle na avenida e acabam invadindo as casas”, descreve Barros.

O secretário municipal de Infraestrutura, Semy Ferraz, adiantou que a Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) já tem um estudo para alterações no trecho do Coophavila II. No entanto, a obra ainda depende de licitações para serem iniciadas.




é o fluxo mané...
 
adriana barreto em 30/07/2013 13:29:58
Gente a nova Avenida melhorou muito a tráfego de bairros distantes como a coophavila II até o centro, o problema não é a construção da avenida e sim de motoristas despreparados, e outra moro na coophavila II e não sei de tanto acidente assim como disse a matéria até parece que a coophavila II é um autódromo... menos um pouco meu povo...
 
Ewerton Marcelo Araujo em 29/07/2013 14:12:51
Concordo com a Marylei molina
 
carlos eduardo em 29/07/2013 13:41:41
Tudo culpa do Nelsinho.
 
Felipe Benites em 29/07/2013 12:53:08
Roberto, então se vc gosta de animação, se muda para Índia, ou grande São Paulo, lugares bem movimentados. O que falta no transito aqui é motoristas conscientes. Na Alemanha, sem limite de velocidade na Autobahn, acontecem menos acidentes do que aqui. Porque? Não é velocidade que mata; o problema é correr no lugar errado, e/ou sem prestar atenção (ou bêbado...). Aqui muitas vezes agravado pela falta de engenharia de transito. Por enquanto vejo só uma solução: dezenas, centenas de radares nas vias principais, e quebra molas nas ruas residenciais. Para o barulho do som: segue o exemplo de Ivinhema: 5 mil de multa e confisco do carro se é um "boate ambulante". Pois realmente, morar perto de uma avenida não quer dizer que se tem que aguentar o barulho dos boys da vida.
 
Marcos da Silva em 29/07/2013 12:21:35
Calma pessoal. Vocês reclamam de tudo. Se não tem asfalto reclamam. Se tem asfalto reclamam. Tem que ir ao representante do bairro e pedir para que encaminhe a prefeitura as sinalizações que se fazem necessárias. Aqui no meu bairro funciona assim. Tá certo que demora, mas é um caminho a ser usado. Afinal de contas nós elegemos o representante de bairro.
 
Orlando Santos em 29/07/2013 12:02:22
É simples de resolver isso, é só instalarem radares ou quebra molas, cade a secretária de transito?
 
Marcos Wild em 29/07/2013 11:32:40
O senhor Roberto Rodrigues perdeu uma excelente oportunidade para permanecer calado. Se as leis de trânsito e, principalmente de conduta, fossem respeitadas, isso não aconteceria. Acredito na seguinte máxima: a sua liberdade termina onde começa a do próximo.
 
Diego Fremiot em 29/07/2013 11:16:06
Geralmente os que aprontam tem o mesmo pensamento que o do autor do primeiro comentário, muito triste.
 
Suzi da Costa em 29/07/2013 11:02:10
O povo é que deve se educar, com certeza quem perde o controle de direção ao ponto de entrar em residência, não deveria estar dirigindo. Como a agetram e a prefeitura vai educar todos que nem deveriam estar dirigindo?
 
Mirtes Lourenço Camilo em 29/07/2013 10:39:50
O problema são as pessoas, que acham que essas avenidas largas são pista de corridas.
 
Roberta Cersosimo em 29/07/2013 10:13:19
Srº Roberto Rodrigues, ter carro, morar na cidade, e ter vias que viabilizam o acesso as regiões desta, não dão o direito de desrespeitarem as leis, o excesso de velocidade, a imprudência, o consumo de álcool para quem está ao volante de um automotor, a poluição sonora entre outros crimes que são cometidos por pessoas que pensam como você, que provavelmente não teve educação e acha que está acima da lei ou deve ser filho de político e acha que a impunidade e a regra, esse espaço foi criado para comentários inteligentes e construtivos, e nesse caso o Srº perdeu ótima oportunidade de contribuir para uma cidade mais humana e menos intolerante, nunca se esqueça de que a vitima somos todos e não alguém desconhecido,,,,pense bem!!!!!
 
Valdir Dantas em 29/07/2013 10:11:09
Respeitar a opinião das pessoas faz parte da boa educação....hoje eles reclamam dos acidentes e algazarras que acontecem no bairro em que cresci....amanhã pode ser você que esteja com um carro que se desgovernou dentro de sua casa.....é preciso sim sinalização imediatamente na avenida...o caso não é retroceder o crescimento da cidade e sim dar a ela condições estruturais onde todos possam viver bem.... realmente nunca tivemos tantos assaltos aqui na Coophavilla II, hoje em dia virou rotina da bandidagem....affff....
até quando???
 
marylei molina em 29/07/2013 10:04:55
Quanta ignorancia Sr roberto rodrigues, af
 
Mayara Paes em 29/07/2013 10:04:42
quer sossego mude para o campo, plante mandioca, alface e vá vender nas feiras, cidade mora gente. Gente que tem carro, carro que anda nas avenidas, avenidas que contornam bairros. Nao vai ser seu soninho de madame que vai fazer a cidade retroceder... cada uma!!!
 
roberto rodrigues em 29/07/2013 09:50:57
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