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Campo Grande, Sexta-feira, 09 de Dezembro de 2016

01/04/2012 16:20

Carro pega fogo e fica totalmente destruído na Vila Planalto

Francisco Júnior

Fogo começou no porta-malas do veículo. Ninguém ficou ferido

Incidente bloqueou parte da via, mas não gerou problemas ao trânsito (Foto: Nyelder Rodrigues)Incidente bloqueou parte da via, mas não gerou problemas ao trânsito (Foto: Nyelder Rodrigues)

Um veículo Pálio Weekend, de placas JYX-1520, de Campo Grande, ficou destruído após pegar fogo na tarde deste domingo. O incidente aconteceu na Orla Morena esquina com rua Almirante Barroso, na Vila Planalto.

Uma equipe do Corpo de Bombeiros chegou a ir até o local, mas as chamas já haviam consumido todo o veículo. O proprietário, que preferiu não se identificar, disse que o fogo começou no porta-malas. Ele não ficou ferido.

Uma equipe da Ciptran (Companhia Independente de Policiamento de Trânsito) foi acionada até o local.




Recentemente tive a infelicidade a presenciar a morte de duas pessoas CARBONIZADAS após colisão frontal entre dois automóveis. As chamas propagaram rapidamente consumindo um dos autos vide foto, abaixo, em poucos minutos.
Trabalhando a 30 anos como Engenheiro Químico, especializado em materiais – Plásticos e Borrachas, venho aqui, denunciar que os testes de combustibilidade destes materiais plásticos e borrachas, feitos em laboratórios nunca se aproximam de uma situação real.
As borrachas são compostos por elastômeros e aditivos óleos minerais, sendo que estes últimos são altamente voláteis e combustíveis. E no Brasil o mercado de reposição( mercado paralelo) desconhece as normas de combustibilidade dos materiais.
Os plásticos mesmo os mais resistentes a propagação da chama, com aditivos anti-chamas, amolecem e derrete( gotejam) e acabam contribuindo para ampliar a área de queima( combustão) e depois passam ser combustível, acentuando a queima pela elevada taxa de evaporação do álcool.
Os carros populares não possuem corte de combustível em caso de colisão , o que faz que a bomba de combustível trabalhe , envie combustível e continue a alimentar as chamas; neste caso , VIDE ABAIXO, as chamas chegaram a mais de 3 metros de altura.
As Engenharias buscam fazer autos mais leves, chapas de aço finas com objetivos de redução de peso( economia de combustível) , redução de custos e energia de impacto. Cabe lembrar que as chapas tem que ter um mínimo de espessura pelo menos para suportar após a colisão uma estrutura suficiente para impedir a total desintegração do veículo. Nos carros populares no Brasil sentimos como se estivemos dentro de uma lata de alumínio (refrigerantes), face a facilidade que se amassam e mutilam.
 
JORGE ALMADA em 02/04/2012 06:56:55
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