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Campo Grande, Sábado, 10 de Dezembro de 2016

20/07/2012 14:40

Colisão e carro incendiado tumultuam trânsito na região central da cidade

Elverson Cardozo e Mariana Lopes
Apenas o motor do veículo foi atingido pelas chamas. (Foto: Rodrigo Pazinato)Apenas o motor do veículo foi atingido pelas chamas. (Foto: Rodrigo Pazinato)

Incêndio em um carro de passeio e colisão entre um caminhão cegonha e um Azera tumultuaram o trânsito na região central de Campo Grande, na tarde desta sexta-feira (20). Ninguém se feriu.

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Na Rui Barbosa, próximo ao cruzamento com a Afonso Pena, a motorista de um Gol, Luciana Costa, de 39 anos, levou um susto quando o carro, que estava na pista do meio, começou a pegar fogo.

O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas quando a equipe chegou ao local as chamas já haviam sido controladas por motoristas que utilizaram extintores veiculares. O fogo atingiu apenas o motor do veículo.

Por segurança, policiais da Ciptran (Companhia Independente de Policiamento de Trânsito) isolaram, por aproximadamente 5 minutos, o quarteirão entre as ruas 7 de setembro e a 15 de novembro.

Na Afonso Pena, colisão tumultuou o trânsito. (Foto: Rodrigo Pazinato)Na Afonso Pena, colisão tumultuou o trânsito. (Foto: Rodrigo Pazinato)

Colisão – Na Afonso Pena, próximo ao Shopping Campo Grande, um caminhão cegonha com placas de São Bernardo do Campo (SP) colidiu contra um Azera.

O motorista da cegonha, Claudemir Gouveia, de 42 anos, afirmou que o trânsito já estava tumultuado por conta de outro acidente que havia acontecido na mesma avenida.

Claudemir disse ainda que o condutor do Azera tentou ultrapassar pela direita e acabou acertando a dianteira do caminhão.

O motorista do carro, um homem de 41 anos que não aceitou ser identificado, contou que trafegava pela pista do ônibus, foi realizar uma conversão à direita e o caminhão o fechou.

Claudemir Golveia afirmou que o trânsito, momentos após o acidente, chegou a ficar congestionado.




Recentemente tive a infelicidade a presenciar a morte de duas pessoas CARBONIZADAS após colisão frontal entre dois automóveis. As chamas propagaram rapidamente consumindo um dos autos vide foto, abaixo, em poucos minutos.
Trabalhando há 30 anos como Engenheiro Químico, especializado em materiais – Plásticos e Borrachas, venho aqui, denunciar que os testes de combustibilidade destes materiais plásticos e borrachas, feitos em laboratórios nunca se aproximam de uma situação real.
As borrachas são compostos por elastômeros e aditivos óleos minerais, sendo que estes últimos são altamente voláteis e combustíveis. E no Brasil o mercado de reposição( mercado paralelo) desconhece as normas de combustibilidade dos materiais.
Os plásticos mesmo os mais resistentes a propagação da chama, com aditivos antichamas, amolecem e derretem( gotejam) e acabam contribuindo para ampliar a área de queima( combustão) e depois passam ser combustível, acentuando a queima pela elevada taxa de evaporação do álcool.
Os carros populares não possuem corte de combustível em caso de colisão , o que faz que a bomba de combustível trabalhe , envie combustível e continue a alimentar as chamas; neste caso , VIDE ABAIXO, as chamas chegaram a mais de 3 metros de altura.
As Engenharias buscam fazer autos mais leves, chapas de aço finas com objetivos de redução de peso( economia de combustível) , redução de custos e energia de impacto. Cabe lembrar que as chapas tem que ter um mínimo de espessura pelo menos para suportar após a colisão uma estrutura suficiente para impedir a total desintegração do veículo. Nos carros populares no Brasil sentimos como se estivemos dentro de uma lata de alumínio (refrigerantes), face a facilidade que se amassam e mutilam.

No Brasil o carro popular custa muito caro , a margem de lucro é altíssima e nossas autoridades pouco cobram sobre a melhoria da segurança veicular. Os nossos automóveis são os mais caros do mundo.

O lucro está acima da preservação da vida e se pessoas como eu não continuar a insistir em divulgar nos meios de comunicação estes elementos e cobrar melhorias , poucas coisas serão feitas ou se levará muito tempo para corrigi-las. Abaixo, acrescento uma normalização do Contran, veja o absurdo a que ponto chegou.
Estes Dados estão na Internet, fabricante de material plástico (ABS) para interiores dos automóveis.

Em termos mundiais o crescimento anual dos aditivos antichama é de cerca de 8-10% devido às grandes exigências impostas pelos órgãos governamentais em determinadas aplicações. No Brasil o consumo ainda é considerado muito pequeno, pela inexistência de leis que regulamentem e exijam a utilização eficaz. Por exemplo, na indústria automobilística a exigência para a velocidade máxima de propagação do fogo nos revestimentos internos é de 80 mm/min nos países desenvolvidos; esta exigência no Brasil, pelo Contran, é de 250 mm/min .

Tenho assistidos inúmeros vídeos de veículos pegando fogo, normalmente um carro popular quando inicia a chama na parte frontal do veículo, a chama leva aproximadamente 3 minutos para atingir sua parte interna (painel) e mais 4 minutos para concluir toda a combustão interna, ou seja após 7 minutos o tanque já esta em combustão.
Estatísticas de Incêndios no Estado de São Paulo
Corpo de Bombeiros

Automóveis = 76 %
Outros = 24%
Fonte: A importância do Extintor veicular • Nonos Prevenção Online
Quanto a resistência a colisão o Brasil todo já conhece o CRASH TEST e são poucos que cobram melhorias das performance quanto a preservação estrutural e/ ou mesmo reforços estruturais e projetos mais seguros , compra-se automóveis por beleza, luxo, e design , etc. mas não se compra pensando em segurança.
 
JORGE ALMADA em 20/07/2012 09:16:26
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