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25/06/2013 11:34

Em 25 dias, cinco motociclistas morreram nas ruas da Capital

Paula Maciulevicius
Estilhaços de um dos cinco acidentes com mortes registrados neste mês. (Foto: Simão Nogueira)Estilhaços de um dos cinco acidentes com mortes registrados neste mês. (Foto: Simão Nogueira)

Aos 25 anos, no bairro São Conrado. Aos 46 anos, na região do Parati. Com 32 anos, no Jardim Seminário e no último domingo, um de 26 na avenida Salgado Filho e outro de 47 anos, no minianel. O que os cinco têm em comum? Homens, motociclistas e vítimas do trânsito.

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Só até esta segunda-feira (24), cinco condutores de moto perderam a vida nas pistas da Capital. Imprudência, desatenção ou irresponsabilidade de algum lado. Não cabe agora justificativa, o fato é que o primeiro semestre do ano está para fechar com 24 mortes de motociclistas. O número é menor do que o mesmo período de 2012, onde 33 condutores entraram para a estatística.

No último domingo, foram dois acidentes graves que resultaram em mortes. Ainda na madrugada, o motociclista Cleverson Martins, de 26 anos, morreu após ser atingido por um Gol por volta das 4h, no cruzamento da avenida Salgado Filho com a rua Guia Lopes, no bairro Amambaí.

A segunda morte do dia aconteceu no minianel entre a saída de Terenos e Sidrolândia. O motociclista Luiz Afonso Gomes Barbosa, de 47 anos, morreu ao bater em uma Ecosport por volta das 17h.

Na sexta-feira da semana passada, o cenário foi o Jardim Seminário, quando José Leandro Serafim dos Santos, de 32 anos, atingiu uma caminhonete F1000. Ele morreu ainda no local do acidente.

No feriado de Santo Antônio, o motociclista Wanderlei de Oliveira, 46 anos, morreu depois de bater em um Uno, por volta da 1h30 da manhã, no bairro Parati.

O mês de junho abriu com a primeira morte no dia 2, na região do bairro São Conrado. Diogo de Oliveira Gettner tinha apenas 25 anos quando bateu em um poste na avenida Major Juarez Lucas de Jesus.

Para a chefe da Divisão de Educação para o Trânsito da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), Ivanise Rota, a redução constatada entre o ano passado e agora é considerável e resultado de trabalho de orientação ao grupo considerado de maior risco.

“Essa redução é boa em vista do aumento da população e da frota. E a partir do momento que houve uma intensificação do trabalho de informação em cima desse grupo, os resultados se apresentam dessa forma”.




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