A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Sexta-feira, 02 de Dezembro de 2016

22/08/2012 16:35

Em diferentes pontos da cidade, sobra caos e falta quem vigie o trânsito

Nicholas Vasconcelos
O congestionamento na rua Joaquim Murtinho acontece, algums vezes por dia, principalmente em frente do ponto de integração de ônibus. (Foto: Rodrigo Pazinato)O congestionamento na rua Joaquim Murtinho acontece, algums vezes por dia, principalmente em frente do ponto de integração de ônibus. (Foto: Rodrigo Pazinato)
Na rotatória das ruas Ceará com a Joaquim Murtinho o trânsito é lento e falta fiscalização. (Foto: Rodrigo Pazinato)Na rotatória das ruas Ceará com a Joaquim Murtinho o trânsito é lento e falta fiscalização. (Foto: Rodrigo Pazinato)

Fim de tarde em Campo Grande e um problema comum toma conta de cruzamentos e rotatórias da cidade, causando transtorno para quem volta para casa depois de um dia de trabalho.

Veja Mais
Carro capota após colisão no cruzamento da Bahia com a Barão do Rio Branco
Motorista escapa de capotamento com ferimentos leves

O trânsito causa lentidão, que logo se transforma em engarrafamentos que travam, por exemplo, as ruas Joaquim Murtinho, Ceará e as avenidas Tamandaré e Euler de Azevedo.

Na vias de diferentes pontos da cidade, a reclamação comum dos motociclistas e ciclistas é de que falta orientação de agentes de trânsito, da Agetran (Agência Municipal de Trânsito) e Ciptran (Companhia Independente de Policiamento de Trânsito).

No encontro da rua Joaquim Murtinho com a rua Ceará, próximo à Escola Estadual Hércules Maymone, as duas rotatórias recebem trânsito de quem se desloca do Centro para as regiões Leste e Sul da Capital. O movimento dos carros e motos também dificulta o trânsito dos ônibus do transporte coletivo urbano, que param no ponto de integração em frente à escola.

“Aqui falta conscientização e guardas para orientar o trânsito”, afirma o motorista João Antunes, que aguarda o semáforo abrir para seguir pela rua Joaquim Murtinho.

O motorista Frederico Pereira, que aguardava no sinal questiona o movimento no local. “Falta alguma coisa, acho que fiscalização, né? Aqui e ali mais pra baixo o trânsito não anda”, comentou.

No cruzamento da rua Ceará com a avenida Mato Grosso, motoristas sofrem nos horários de pico.(Foto: Simão Nogueira)No cruzamento da rua Ceará com a avenida Mato Grosso, motoristas sofrem nos horários de pico.(Foto: Simão Nogueira)

“Esse ponto precisa de fiscalização, pra não ter abuso, porque desse jeito não dá”, diz Fábio Aparecido, enquanto esperava a fila de carros andar, mesmo com o sinal já verde.

Na pista contrária, para quem segue do bairro para o Centro, as reclamações e as soluções apontadas não são diferentes. “Com certeza falta alguém pra orientar”, conta Lucas Bacardi, opinião dividida pela motorista Maria Assunção, “Falta um agente punitivo”, completa.

Quem segue pela rua Ceará, logo volta a sofrer com o trânsito pesado e a dificuldade de seguir na direção da saída para Cuiabá ou virar na avenida Mato Grosso. Mesmo o semáforo aberto, os carros, motos, caminhões e ônibus demoram a andar e inevitavelmente fecham o cruzamento com a Antônio Maria Coelho.

Para o motorista Ed Lima o problema é mais uma vez a falta de agentes “Tem que ter uma fiscalização, acho que um fiscal de trânsito ajudaria”, comenta.

“Passo aqui todo dia e acho que deveria ter um fiscal para orientar, um policial”, disse o condutor Pedro Sérgio.

Fila de veículos que aguardam na avenida Tamandaré para cruzar a Euler de Azevedo. (Foto: Rodrigo Pazinato)Fila de veículos que aguardam na avenida Tamandaré para cruzar a Euler de Azevedo. (Foto: Rodrigo Pazinato)

Toda dificuldade para ir e vir é o reflexo do aumento da frota de veículos da Capital, como mostram os dados do Detran/MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul). Em um ano, 30 mil novos carros, motos, caminhões e motonetas passaram a circular pelas ruas da cidade.

Segundo o último levantamento disponível, 424.935 veículos tentam dividir o espaço das ruas e avenidas de Campo Grande.

Do outro lado da cidade, no cruzamento das avenidas Euler de Azevedo e Tamandaré o fluxo de veículos fica comprometido nos horários de pico, gerando congestionamentos em todos os sentidos. O problema se agrava com a entrada e saída de estudantes que usam as avenidas para seguir até a UCDB (Universidade Católica Dom Bosco).

“Com certeza precisa colocar fiscalização, orientação aqui”, comentou o motoristas Carlos Homero, enquanto esperava o veiculo da frente andar.

Como alternativa, motoristas apontam a instalação de equipamentos para ordenar o movimento, mas insistem na presença agente de trânsito. “Aqui tem que ter um semáforo, porque o trânsito não anda, e precisava também de ter fiscalização”, comentou Natalício de Jesus.

O trânsito também é dificultado pelos ônibus urbanos e os veículos que seguem em direção a Rochedo, Corginho e Rio Negro, já que a avenida Euler de Azevedo termina na MS-080.

A presença de caminhões também é grande, e mesmo entre os motoristas que dirigem esses veículos a reclamação. “Aqui tinha que ter um guarda, pra ajudar a andar”, comenta Rodrigo Nantes.

O motorista Marcos Roberto diz que para ele é uma situação que não incomoda só no cruzamento do bairro São Franciso. “Acho que está demorando para ter mais fiscal”.

Para a Agetran, órgão responsável pela ordenação do trânsito da cidade, o problema não é de fiscalização, mas a falta de educação no trânsito dos condutores. “Não temos como estar em todas as rotatórias da cidade, mas se as pessoas obedecerem às regras, o trânsito vai andar”, diz o chefe da divisão de fiscalização de trânsito da agência, Carlos Guarini.

Guarini sugere que os condutores procurem sair cinco minutos antes, para evitar os congestionamentos, assim como buscar vias alternativas.

“Para a UCDB, por exemplo, você tem a opção de seguir pela Tamandaré, pelo prolongamento da Ernesto Geisel e pela rua do Seminário, fazendo caminhos diferente”, diz o fiscal do trânsito.




Em São Paulo infelizmente tem trânsito, afinal a frota é de aproximadamente 7 milhões de veículos, mas o sistema funciona, tudo sinalizado e acompanhado eletrônicamente, agora em CG acho que não existe um órgão que regule esta questão ou faltam verbas, até em Pedro Juan Caballero - PY e Puerto Suarez - BO é mais fácil de dirigir.
 
Marco Stuani de São Paulo - Sp em 23/08/2012 12:56:08
Pelo amor de deus o que é aquela rotatoria da joaquim murtinho com a ceará??? Aquilo ali vira uma baderna depois das 17h, ngm consegue sair começa um buzinar pro outro e vira aquele auê.. Aquele lugar merece uma providencia urgente, mas nao temos a quem reclamar né.
 
patricia pompeu em 23/08/2012 12:51:30
Já comentei em outra notícia há alguns meses da necessidade de se alterar o tempo dos semáforos em determinados horários. Isso, acredito, ajudaria muito a reduzir as filas e o fechamento de cruzamentos. Outra medida seria alargar avenidas como a Afonso Pena, em vez do que foi feito ao tirar o estacionamento dos canteiros. Também seria útil, e já está em estudo, a mudança das rotas dos ônibus.
 
Itamar Barbosa em 23/08/2012 12:02:46
Chega de rotatórias. É um absurdo. Ponha semáforos.
 
Emersom Floriano em 23/08/2012 11:11:09
As rotatórias da Euler c/ Mascarenhas e da Mato Grosso com a via Parque é uma piada de pessimo gosto. O local ,fluiria melhor com semáfaro, já que falta EDUCAÇÃO e CONSCIÊNCIA por parte dos condutores.
Os locais, acima citados é um risco constante de MORTE....
Parabéns!!! pela reportagem.
 
Neyde Oliveira em 23/08/2012 10:35:21
O trânsito na cidade precisa fluir! Falta planejamento de sincronia de semáforos, falta colocar sinalização adequada e não rotatórias em avenidas de grande fluxo! Spipe Calarge x Interlagos, entrar no Parque dos Poderes pela Av. Min José Arinos, Av. José N. Vieira, no Tiradentes...Tudo é um CAOS!!!
 
Daniela Rocha em 23/08/2012 10:12:17
Fiquem dois dias andando em São Paulo, depois vocês vão perceber que estamos no Paraíso. A frota cresceu de 224 mil em 2003 para 396 mil, isto em todo o país. só de moto foi de 37 mil para 100 mil. O congestionamento se dá no máximo em no máximo 40 minutos. Ninguém busca rota alternativa e é claro que vai dar nisto.
 
Andrey Fontenello em 23/08/2012 08:54:01
Além da Joaquim Murtinho, um caos está minha rua Marques de Lavradio, que depois que tiraram nossa rotatoria por conta do Supermercado Extra virou pura lambança, acidentes tem todos os dias, porque as outras ruas não tao dando conta, sem contar que pessoas param seus carros na rua que já é pequena e mão dupla. Está na hora das autoridades do trânsito olharem por nossa rua antes que aconteça aciden
 
Maria de Fatima Luz Abreu em 23/08/2012 08:34:07
Falta de respeito do condutor, ou não. Falta de visão dos engenheiros de trânsito, ou não. o fato é que as dificuldades para se movimentar em Campo Grande só aumentam. Na rotatória da Coca-Cola, como é conhecida, saída para São Paulo, às vezes, é impossível quem vem pela Interlagos entrar.
 
Elisa Araujo em 23/08/2012 08:32:38
Verdadeiramente acho que já é hora de se pensar em obras de infraestrutura para o tráfego de veículos como as grandes cidades (túneis, viadutos, desapropriação de áreas inteiras para se passar uma avenida e não podemos nos esquecer, é claro, do metrô).
 
Daniel Pinheiro em 23/08/2012 08:14:19
o que também atrapalha o trânsito é a garagem de ônibus da são francisco no bairro são francisco, a entrada dos ônibus para a empresa é quase na esquina um transtorno enorme ainda mais com esses horários de picos., a prefeitura tem que acordar e fiscalizar essa entrada.
 
almir custodio em 23/08/2012 07:36:50
Sem dúvidas falta educação para a maioria dos motoristas de Campo Grande. Mas os que dirigem respeitando as normas de trânsito não devem ser penalizados pela falta de educação da maioria. A colocação de sinalização eletrônica em alguns pontos críticos do trânsito da capital certamente ajudaria o fluxo de veículos, por exemplo, Av Euler de Azevedo com Av. Tamandaré. Aquela rotatória é um absurdo!
 
Márcio de Rezende em 23/08/2012 07:29:14
Chega de rotatórias, semáforos, placas de sinalização... Vamos pensar em outro tipo de intervenção tipo viadutos, túneis, etc. Até quando vamos ter que esperar o progresso chegar nesta capital, somente quando o trânsito parar de vez???
 
Marcilio Reis em 23/08/2012 02:23:54
Falta fiscalização, sim! Os motoristas só respeitam, so aprendem, se forem vigiados, se forem multados. Que adianta sinalização se a maioria não obedece? Vamos ficar reclamando enquanto acontece os acidentes??? O melhor é evitar e, infelizmente, muitos nao aprendem sozinhos.
 
Margareth Gonçalves em 23/08/2012 01:26:29
Outro ponto crítico é ali no início da UFMS, no entroncamento da Costa e Silva com Manoel da Costa Lima e Fabio Zahran. Deveria haver uma rotatória, os carros ficam passando em zigue zague na frente um do outro, até definir quem vai para a Fabio Zahran e quem vai pra Manoel da Costa Lima. Trecho perigosíssimo, detesto ter que passar por ali.
 
Alba Cardoso em 22/08/2012 07:26:11
Esqueceram de citar em frente ao terminal guaicurus que fica na frente da agetran um "inferno" pra fazer um retorno e os responsáveis em organizar o transito nem ai pra situação, e pra piorar nem liberaram o cruzamento que esta pra ser colocado no local!
 
Anderson Soares da Silva em 22/08/2012 07:18:40
Ah tb falta pintar as faixas, colocar mais placas, pintar os PARE no chao.
A agentran cobra, mas nao faz a sua parte.
No bairro vila progresso , nao tem sinalizaçao vertical e nem horizontal, em VARIOS cruzamentos
 
Li oshiro em 22/08/2012 07:03:07
DEVERIAM CRIAR A OUVIDORIA DO TRANSITO, pois ai denunciariamos os pontos criticos e os perigos do trasito no dia a dia, pois somos nos que corremos os riscos todos os dias e SABEMOS BEM ONDE TEM QUE HAVER MUDANÇAS, acho que Campo Grande não existe o profissional da ENGENHARIA DE TRANSITO, e cada dia eh um CAOS GERAL, quando morre um ou tres ai podem mudar?
 
MATEUS COSTA em 22/08/2012 06:47:09
Falta Fiscalização, Falta Educação...O que falta é planejamento o trânsito de Campo Grande é uma confussão, eu só vejo a Agetran falar que é culpa dos motoristas. Será que não e hora de enfrentar o problema de frente e fazer as obras necessarias como viadutos e instalação de semafóros, na Marques de Lavradiu e um caos.
 
Juarez Goncalves em 22/08/2012 06:10:58
Parabéns pelo comentário Marcilene. Fiscalização e orientação pra quê? O semáforo e a rotatória em si já não são autoexplicativos? Os condutores não aprenderam o quê fazer nessas situações? E que tal mudar o itinerário e seguir por uma rota alternativa? Já pensaram tbém em arrumar grupos de carona e dividir a despesa? Ma maioria das vezes os carros seguem com uma pessoa apenas. Assim fica dificil.
 
Gladis Caramalac em 22/08/2012 06:00:14
Seria cômico se não fosse trágico, mas parece até que estamos falando de crianças e adolescentes que devem ter vigilância dos pais para ir pelo caminho mais apropriado. Lembro bem de quando estava na auto-escola e lá ensina-se como se comportar no trânsito e fazer com que ele flua tranquilamente. O que falta não é FISCALIZAÇÃO mas antes EDUCAÇÃO!!! As pessoas precisam de uma coisa chamada RESPEITO
 
Marcilene Dutra em 22/08/2012 05:23:01
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions