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Campo Grande, Sábado, 10 de Dezembro de 2016

15/05/2015 19:16

Homem de 64 anos morre atropelado ao sair de casa para comprar remédio

Lúcio Borges

A acidente mata Wellington Pinto de Castro, 64 aos, há cerca de 30 minutos, na Rua Brilhante, próximo a um Hipermercado na vila Bandeirantes. O homem estava atravessando a rua quando foi atingido pelo veiculo Celta, placas NSA-4908 de Campo Grande. O pedestre perdeu a vida após descuido em cruzar a rua fora da faixa e em local de pouca luminosidade.

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Conforme o sargento Valberto, do quartel do Corpo de Bombeiro do Guanandi, Castro foi a óbito ainda no local. O carro bateu no pedestre, que foi arremessado e teve poli-traumatismo, não resistindo nem a chegada da guarnição dos Bombeiros.

O condutor do veículo estava na velocidade da via, mas não viu o pedestre, que atravessava a rua para ir comprar medicamentos na farmácia. “Pela direção do veiculo e suas frenagens, o condutor estava na pista normal e vinha em velocidade constante. Mas não teve tempo de parar com o cidadão atravessando fora da faixa e na rua que não tinha muita claridade”, apontou o sargento.




A velocidade em áreas urbanas é restrita justamente para evitar mortes como essa. É muito fácil culpar a vítima, que já está morta, e ignorar que o condutor vinha desatento e em alta velocidade. O atropelamento jamais seria fatal (e talvez nem tivesse ocorrido) se o motorista estivesse dentro da velocidade permitida. O local nunca teve nenhum tipo de fiscalização de velocidade, mas basta uns poucos minutos ali para perceber que muitos motoristas passam em velocidades próximas de 100 km/h. É a falta de respeito às leis, somada à inexistência de fiscalização, que causa essas mortes.
 
Luiz Pereira em 15/05/2015 19:50:33
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