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Campo Grande, Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2017

13/04/2014 17:30

Motorista invade preferencial e mata motociclista que voltava do trabalho

Viviane Oliveira e Kleber Clajus
O motociclista Gerson morreu no local (Foto: Kleber Clajus) O motociclista Gerson morreu no local (Foto: Kleber Clajus)
O motorista do carro diz que não viu a placa de pare, encoberta por árvore (Foto: Kleber Clajus) O motorista do carro diz que não viu a placa de pare, encoberta por árvore (Foto: Kleber Clajus)

O garçom Gerson Fernandes Guimarães, 52 anos, morreu ao ser atingido por um veículo que não respeitou a sinalização de pare. O acidente ocorreu na tarde deste domingo (13), no cruzamento das ruas Coronel Manoel Cecílio com Guerra Junqueira, no Jardim São Bento, em Campo Grande.

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A vítima, que voltava do trabalho, pilotava uma moto Honda CG 150, quando foi atingida por uma Blazer, conduzida por Vinícius Leite, 20 anos. Ele estava acompanhado da namorada, a psicóloga Flávia Fontoura, 29 anos. 

O condutor do carro confirma que não parou no cruzamento, pois não viu a placa de pare que está encoberta por galhos de árvore. “Eu estava na Rua Guerra Junqueira e não consegui observar a placa de pare encoberta”, explica Vinícius. No chão também há não sinalização.

O colega de trabalho da vítima, Carlos Alves, 23 anos, estava em outra moto e já havia passado do cruzamento quando ocorreu o acidente. Ele confirma a versão do motorista da Blazer, sobre problemas de sinalização no local.

O sargento do Corpo de Bombeiros, Célio França, alerta os motoristas sobre como evitar acidente semelhante. “Em caso de dúvida, o condutor deve parar no cruzamento, analisar e depois avançar”, ressalta França.

Vizinha do acidente, a estudante de farmácia, Stefany Contos, 21 anos, diz que os moradores já solicitaram a poda da árvore e a pintura de pare, mas ainda não foram atendidos pela Agetran (Agência Municipal de Trânsito).

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Sei que o problema de sinalização existe, mas se fosse um carro que estivesse cruzando a frente da blazer tenho certeza que o motorista teria parado, o grande problema nestes tipos de acidente é a banalização do motoqueiro, ninguem respeita moto na cidade e a policia incentiva este desrespeito quando só aborda motoqueiro nas blitz feitas pela cidade, todo mundo trata o motoqueiro como marginal, quando na verdade a maior parte da força de trabalho de Campo Grande vai e volta de moto. Precisamos acabar com esta imagem de que o motoqueiro é o vilão do transito, pois não é, na minha opinião o grande vilão é o celular, mas a policia não está nem aí para isso.
 
maximiliano rodrigo antonio nahas em 14/04/2014 08:16:27
Eu já me acidentei nesse mesmo local de moto, pelo mesmo motivo, me machuquei pouco pois era um dia chuvoso e como estava subindo a coronel cecílio, derrapei, desviei e só cai da moto na ocasião, e não sofri mais do que leves escoriações. Eu estava a 40 por ser subida e o motorista tbm não passou rápido, no máximo uns 50 tbm, mas passou reto na placa e eu cai. 02 meses depois uma colega de trabalho também se acidentou da mesma forma que eu, mas estava descendo a rua e bateu de leve na parte frontal do carro e agora esse senhor morre. Lembrando que o meu acidente o de minha colega e o do senhor foi no mesmo cruzamento só o desfecho dele foi fatal. Alguma coisa parece estar muito errada nessa sinalização e nesses condutores, pois essa desculpa de que não viu a sinalização não cola mais.
 
Renato Raulino Barrteo em 14/04/2014 08:16:04
A cidade está cheia de cruzamentos como esses, com sinalização vertical encoberta e sinalização horizontal com pintura apagada, isso sem falar nos quebra-molas sem nenhum tipo de sinalização. Esse povo da agetran só presta para multar para aumentar a arrecadação, mas na hora de cuidar do que realmente é importante, ninguém aparece.
 
Carlos Bais em 13/04/2014 21:32:01
Está certo que a placa estava encoberta (esta e muitas outras espalhadas na cidade), mas o poste da placa está lá bem visível e já indica alguma informação a ser observada pelos condutores.
 
Orlando Mishima em 13/04/2014 19:21:59
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