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Campo Grande, Sexta-feira, 09 de Dezembro de 2016

18/03/2015 16:57

Pelo fim da impunidade, Agetran prega "tolerância zero" com infratores

Ricardo Campos Jr.
Elizabeth mostra cópia de certificado de capacitação de guarda municipal para atuar no trânsito (Foto: Marcos Ermínio)Elizabeth mostra cópia de certificado de capacitação de guarda municipal para atuar no trânsito (Foto: Marcos Ermínio)

Convocada para reunião nesta quarta-feira (18) na Câmara Municipal, a diretora-presidente da Agetran (Agência Municipal de Transportes e Trânsito), Elizabeth Félix da Silva Carvalho, rebateu críticas sobre a atuação de guardas municipais nas ruas de Campo Grande, ação apelidada de “indústria da multa”. Com dados e estatísticas em mãos, mostrou a importância da parceria e das ações educativas, ao passo que prometeu “tolerância zero” para quem comete infrações.

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“Não adianta fazer só campanha. Tem que tirar o infrator das ruas”, disse Elizabeth. O encontro foi organizado pela Comissão Permanente de Trânsito de Campo Grande e contou com a presença de vereadores.

A diretora-presidente esclareceu que a atuação dos guardas envolveu um processo que começou no ano passado com um curso de capacitação exigido pelo Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) e ainda nem terminou, pois eles atualmente passam por um estágio supervisionado pelos agentes de trânsito, pois eles só atuarão sozinhos quando estiverem realmente preparados. “Hoje eles ainda só podem atuar em conjunto”, relatou.

“O Detran arrecadou em janeiro R$ 1,6 milhão em multas. Levando em conta o aumento da frota e de condutores, os dados não variaram muito. Não está havendo indústria da multa”, disse Elizabeth.

Sobre reclamações acerca das vestimentas dos guardas, que poderiam confundir os motoristas, ela esclareceu que os homens e mulheres que estão em fiscalização de trânsito usam bonés e cintos brancos. Ela revelou que está em processo de licitação a compra de uma espécie de colete amarelo para que fique ainda mais claro a diferenciação entre aqueles que cuidam apenas da segurança patrimonial.

“Quem está sendo multado, não é o cidadão comum, é o infrator. Tem que fazer campanha educativa, mas também tem que fazer blitz”, relatou. A ideia, segundo ela, é que os guardas trabalhem nas regiões periféricas da capital, onde é mais comum encontrar condutores não habilitados, veículos trafegando sem condições, além de casos de embriaguez e até mesmo acidentes.

Ela espera que em breve a PM (Polícia Militar) coloque mais agentes nas ruas e que não haverá tolerância para crimes de trânsito. “Cidadão que sai de casa, já saia prevenido. Se cometer infração, vai ser multado. Só vai ser autuado quem merece ser autuado”, concluiu.




Reflexo do péssimo trabalho que ela realizou no DETRAN (como cargo de confiança do André). Um bando de gente sem a menor capacidade de dirigir com CNH na mão.
 
Samuel em 22/03/2015 07:51:21
Que ironia não... se ela enquanto trabalhava no Detran como responsável pelo departamento de avaliação de novos condutores tivesse realizado um trabalho de qualidade, muitos dos infratores hoje não estariam com carteira de motorista para tomar multas... Francamente sempre com cargos de confiança (mesmo partido) - (saiu do Detran pq o PMDB saiu do governo) realizando um trabalho péssimo, eu sou cidadão, pago meus impostos e posso achar isso!
 
Samuel em 22/03/2015 07:48:40
Aff... está aberta a temporada de caça ao motorista, ninguém mais aguenta essa fábrica de multas, será que existe alguém com bom senso nesse sentido de entender que a população não aceita mais isso. Fiscalizar sim, coercitivamente sim, mas, tenham um mínimo de bom senso...
 
TIJUANO em 19/03/2015 08:44:29
Discurso antigo. Falar até papagaio fala, quero ver agir!!!
Fazer rondas nas frentes das escolas, principalmente, para ver o desrespeito diário e recorrente das infrações.
Duas sugestões: Rua Eduardo Santos Pereira, entre Ruas Bahia e Brasil e Rua 25 de dezembro, entre Abrão Julio Rahe e Avenida Mato Grosso.
Que tal uma ida da reportagem por lá para ver?
 
EDSON TROMBINE LEITE em 18/03/2015 18:21:32
Provavelmente a tolerancia zero vai ser só para motoqueiros, se pegar todo mundo que fala no celular e dirige carro a cidade vai ficar vazia...
 
Max em 18/03/2015 17:54:33
Se Campo Grande tivesse dez vezes mais fiscalização e multas no trânsito, ainda assim seria muito pouco. Vivemos uma epidemia de desrespeito às regras básicas do trânsito: semáforos, uso do cinto de segurança, limites de velocidade, faixas de pedestre, etc. Não é necessário mais do que 1 minuto em qualquer cruzamento movimentado da cidade para ver um motorista sem cinto ou usando o celular. SEM FISCALIZAÇÃO RIGOROSA NÃO EXISTE EDUCAÇÃO NO TRÂNSITO!
 
Luiz Pereira em 18/03/2015 17:48:04
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