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Campo Grande, Domingo, 11 de Dezembro de 2016

09/12/2012 09:02

Principal vítima do trânsito, motociclista é foco de ações

Em entrevista ao Campo Grande News, Rudel Trindade, diretor presidente da Agetran, também fala sobre as ações desenvolvidas

Carlos Martins
À frente da Agetran desde 2009, Rudel Trindade tem mestrado e doutorado em Engenharia de Transportes (Foto: Luciano Muta)À frente da Agetran desde 2009, Rudel Trindade tem mestrado e doutorado em Engenharia de Transportes (Foto: Luciano Muta)

Engenheiro civil, com ênfase em Transportes, o diretor presidente da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito de Campo Grande), Rudel Trindade Espíndola Júnior, é especialista em trânsito. Formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com mestrado e doutorado em Engenharia de Transportes, ele é um observador privilegiado das transformações e problemas vivenciados no dia a dia do trânsito na Capital.

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Com a experiência de ter comandado a antiga Setrat (Secretaria Municipal de Transporte, Trânsito e Desenvolvimento Urbano) em 1993 e 1994, no governo Juvêncio da Fonseca, em 2009 Rudel voltou ao serviço público na presidência da Agetran na administração Nelsinho Trad.

Do seu posto, participa com diversos órgãos do GGIT (Gabinete de Gestão Integrada de Trânsito) de ações desenvolvidas para tentar reduzir os acidentes em ruas e avenidas que já ceifaram a vida de 114 pessoas este ano. Deste número, 72 dos mortos eram motociclistas.

Em entrevista ao Campo Grande News, Rudel fala sobre as ações da Agetran para reduzir essa tragédia que é refletida nos números frios da estatística: dados da Santa Casa também indicam que no primeiro trimestre deste ano, das 272 pessoas internadas, 230 eram motociclistas.

Ele anuncia medidas, como a utilização de um radar móvel para flagrar quem desrespeita a lei e também a implantação de uma central para monitorar em tempo real por meio de câmeras os semáforos espalhados pelos pontos mais críticos da cidade.

A falta de preparo na formação dos condutores, que na maioria dos casos são menores e dirigem sem habilitação, o aumento considerável da frota todos os anos, a falta de cidadania de motoristas que avançam o sinal vermelho e matam pedestres, os esforços da fiscalização, e da conscientização do cidadão por meio de campanhas, foram alguns dos temas abordados na entrevista com Rudel, que também é professor adjunto de Engenharia de Tráfego na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

Acompanhe os principais trechos da entrevista:

Principal vítima do trânsito, motociclista é foco de ações

Campo Grande News - Temos um cenário de grandes avenidas em Campo Grande, propícias à velocidade. O motorista não liga para a possibilidade de ser multado?

Rudel Trindade Espíndola Júnior - Quando se fala em trânsito, as pessoas focam mais em educação. Mas as áreas de fiscalização e de penalização também são importantes. De 1998 para cá, o valor das multas não foi atualizado. Para o infrator, a multa, que naquela época era alta, e até repercutiu numa queda nos acidentes, com o tempo passou a não ser um fator restritivo. E temos aí a questão da velocidade em excesso, do desrespeito das leis do trânsito, e isso muito por causa de uma visão nossa, que no Brasil não se deve multar. Mas os países que chegaram a um bom nível de respeito no trânsito fizeram as duas coisas [educação e penalização] ao mesmo tempo. A multa, no valor de 85, 120 reais, não tem peso para o cidadão, que recebe a multa, pode até não gostar, mas não faz uma reflexão: eu poderia ser mais cauteloso, não quero mais ser multado de novo.

Campo Grande News - Falta fiscalização, educação, ou as duas coisas juntas?

Rudel Trindade - Acho que a gente precisa ter uma penalização mais efetiva. A educação tem sido feita por todos os órgãos do trânsito, a fiscalização também tem sido feita. O que a gente não tem é uma estrutura de penalizar. E falo de maneira geral, no Brasil. Falta a aplicação de pena para quem é criminoso no trânsito, para quem é infrator do trânsito, para quem dirige embriagado. A imprensa noticia casos de famosos, que são flagrados em blitz, embriagados, e que são liberados. Nos Estados Unidos seriam presos. A estrutura de fiscalização e de educação é boa, mas elas ficam meio capengas se não melhorar a estrutura de penalização. Aqui no Mato Grosso do Sul temos que ressaltar que a nossa Justiça tem sido exemplar: criminosos do trânsito têm sido presos, mas isso não ocorre no Brasil inteiro. Se você fizer um levantamento, vai ver que tem Estado onde nenhum cidadão foi preso.

Campo Grande News - As campanhas de educação têm tido resultados em Campo Grande?

Rudel Trindade - Em novembro do ano passado lançamos uma campanha, com artistas, gente conhecida, usando a mídia, inclusive a TV, chamando a atenção para que o motorista respeite a faixa do pedestre. E a faixa está sendo muito bem respeitada. O cidadão começou a ter um conceito que o carro não é mais o dono da rua. Que há um direito maior do cidadão, do pedestre, do ciclista. E as pessoas começaram a prestar outro tipo de atenção, a exigir mais fiscalização, melhor comportamento dos condutores dos veículos. Então, quando vou passar pela faixa, é lógico que não vou me “atirar”, eu espero o veiculo parar, como deve ser feito. A relação mudou muito, o pedestre até agradece o motorista que parou. Então, nesse quesito educação houve uma evolução muito grande em Campo Grande. As pessoas também passaram a contribuir com mais informações: põe uma faixa ali, esta placa não está bem colocada. Isso é bacana, porque a população também começou a cobrar.

Principal vítima do trânsito, motociclista é foco de ações

Campo Grande News - Números divulgados pelo GGIT, o Gabinete de Gestão Integrada do Trânsito, mostram que o grande problema continua sendo acidentes envolvendo motociclistas.

Rudel Trindade - Campo Grande tem uma diferença em relação a outras cidades. Conseguimos montar uma estrutura bem organizada, com a união de vários órgãos, com apoio da Santa Casa, do Samu, OAB. Nossa Capital está no topo no quesito estatística. Sabemos de forma real o que acontece, o número real de mortos no trânsito porque seguimos recomendação da OMS [Organização Mundial da Saúde] que considera vítima fatal do trânsito aquela pessoa que não morreu na hora, mas que num espaço de até 30 dias de internação veio a morrer por causa do acidente. Mas apesar dos esforços, a taxa de acidentes tem caído pouco. E isso acontece por causa de uma coisa que não ocorre só em Campo Grande, mas em outros lugares, é um fenômeno nacional, que é o advento da moto. Há três ou quatro anos não estaríamos falando sobre isso. E as estatísticas mostram isso. O relatório do GGIT, atualizado até o dia 5, mostra que das 114 pessoas que morreram este ano no trânsito em Campo Grande, 72 eram motociclistas. Essa semana mesmo morreu um garoto de 16 anos, que não tinha habilitação, e não usava capacete. Mas observe que este ano, levando em conta o relatório do dia 5, faltando, portanto, 26 dias para encerrar dezembro, houve uma redução no número de mortos no trânsito. Em 2011, o GGIT levantou que morreram 132 pessoas no trânsito, das quais 82 eram motociclistas.

Campo Grande News - A que se deve esta redução?

Rudel Trindade - É uma conjugação de alguns fatores. São mais homens trabalhando na fiscalização, tanto na Agetran, que tem 65 agentes, como na Ciptran [Companhia Independente de Polícia Militar de Trânsito], que aumentou também o número de policiais. E este trabalho em conjunto, com a Ciptran, Agetran, Detran, que cede veículos e radar, tem dado resultados.

Campo Grande News - Voltando aos motociclistas. Falta preparo aos condutores?

Rudel Trindade - Você tem que considerar alguns fatores. Primeiro, a questão da frota. Temos hoje, e os números estão atualizados, 445 mil veículos no trânsito de Campo Grande [no final do ano passado a frota era de 419 mil veículos]. A frota de veículos cresce, em média, oito por cento ao ano. A de motocicletas, cresce de 14 a 18 por cento ao ano. E o acidente com a moto não acontece na Avenida Gury Marques. O motociclista morre sozinho, morre aqui na esquina, bate num poste, numa caçamba, numa hora deserta. E em muitos casos, estava embriagado. Para você ter uma ideia do que são as estatísticas, que reforçam esse flagelo envolvendo o motociclista, dados da Santa Casa mostram que no primeiro trimestre, das 272 pessoas internadas por causa de acidentes, 230 eram condutoras de moto. Temos também outro fator que indica que o principal envolvido é o condutor que usa a moto para lazer, ou para ir ao trabalho, e que muitas vezes não tem habilitação. Já o condutor profissional, o entregador, o mototaxista, tem uma boa formação, ele faz cursos para isso, se prepara mais. Diferente do que acontece em outras cidades. Por exemplo, quem morre mais no trânsito em São Paulo é o motoboy.

Campo Grande News - O que está sendo feito para tentar reduzir estes acidentes envolvendo motociclistas? Aumentou muito o número de motociclistas pegos em blitz?

Rudel Trindade - É a Ciptran que fez este trabalho. O número de notificações em blitz aumentou absurdamente. Mas a fiscalização não só foi intensificada, como também mudamos nossos procedimentos. Quando um agente da Agetran pega um cidadão não habilitado, eu entendo que o dono do veiculo que entregou a moto tem que ser responsabilizado. Temos um acordo com a Secretaria de Segurança Pública, que eu pego esse boletim de ocorrência, com todos os dados e encaminho para o delegado. O delegado abre um inquérito e manda para o juiz. Esse é um padrão nosso, para que isso não seja feito de forma impune. Muitas vezes tem as desculpas, o dono da moto diz: foi o meu cunhado, ele pegou seu eu ver.

Principal vítima do trânsito, motociclista é foco de ações

Campo Grande News - Tem alguma outra ação, mais pontual, para monitorar o motociclista, principalmente aquele que abusa da alta velocidade?

Rudel Trindade - O que vamos introduzir agora, gradativamente, com muita calma, é a utilização de um radar móvel que adquirimos. E que vai pegar justamente o motociclista. Já vamos iniciar os testes, mas primeiro vamos fazer uma campanha, fazer uma pesquisa, dialogar e alertar o cidadão. Porque hoje o cidadão sabe onde está o radar e só reduz ali. Então você tem que pegar aquele cidadão que é notoriamente abusado, que não respeita mesmo, que anda em alta velocidade. O importante é que o cidadão pense: tenho que maneirar a velocidade, porque numa hora de bobeira vou ser pego.

Campo Grande News - Falando sobre o radar fixo. Ele realmente é fator de intimidação, que ajuda a reduzir os acidentes?

Rudel Trindade - As pessoas às vezes têm uma ideia meio distorcida da função do radar. Numa cidade enorme, você coloca dez radares e o cidadão diz que não resolveu. Mas a função do radar é salvar vidas naquele ponto onde costumeiramente estavam ocorrendo acidentes, com mortes. Não podemos rotular o radar como uma tábua de salvação. Por exemplo, na Gury Marques ou na Gunter Hans, avenidas onde constantemente ocorriam mortes, colocamos radares e zerou os casos de morte. Resolveu ali, mas ele [o radar] não vai resolver o problema da cidade toda. Quem vai resolver somos nós, com nossa atitude.

Campo Grande - É uma questão da conscientização do cidadão.

Rudel Trindade - Tivemos uma boa mudança, com o programa Placar da Vida [que registra o número de dias sem morte no trânsito], com as estrelas no chão [simbolizando pessoas mortas no trânsito]. A população começou a verificar que todo o mundo está incomodado com a questão dos acidentes. Todo o cidadão quer uma cidade mais segura. Só que às vezes, passar isso para a prática é complicado. Mas esse conceito de educação está bem arraigado. Vejo isso com as pessoas que conversam comigo. Elas têm essa sensação: precisamos melhorar. Então, agora é a hora de nos começarmos a fazer um pouquinho da nossa parte. Não beber antes de dirigir, respeitar a velocidade. A pessoa só se lembra disso na hora em que morre num acidente um amigo, um parente.

Campo Grande News - E quanto ao cartão magnético. É um processo consolidado?

Rudel Trindade - Quando eu entrei em 2009 na Agetran o processo de retirada dos cobradores dos coletivos já estava em andamento. Poucos cobradores continuavam trabalhando. No final de 2009, início de 2010, o sindicato da categoria fez uma paralisação na Praça Ary coelho exigindo a retirada do dinheiro de dentro dos ônibus por causa dos assaltos. Tínhamos de 60 a 70 assaltos por mês. Se o sindicato pediu a retirada dos cobradores, era porque estava dando prejuízo e o cobrador começou a ser realocado para outros setores. Em maio do ano passado iniciamos um trabalho junto ao Ministério Público. Foi um processo planejado, organizado, para a retirada do dinheiro de dentro dos ônibus, e em agosto concluímos esse processo. Mudamos toda a tecnologia, com carga do cartão online, temos 1.500 pontos de recarga, recarga pela internet. E o benefício é grande. Há 180 dias não temos assalto em ônibus e o último caso ocorrido dentro do ônibus foi assalto a um passageiro. Esse modelo implantado atrai interessados. Já veio gente de Rondonópolis [MT], Cuiabá [MT], Santos [SP], interessados em saber como foi que conseguimos. É uma questão de planejamento.

Principal vítima do trânsito, motociclista é foco de ações

Campo Grande News - Existem algumas reclamações da alta velocidade que taxistas desenvolvem na Avenida Duque de Caxias, na pista exclusiva para ônibus e táxi que vão no sentido aeroporto.

Rudel Trindade - Quem usa esse serviço, dos permissionários, que é o cidadão, tem o direito de nos informar através do número 118, para que tomemos providências. Mas ele tem também direito de reclamar diretamente ao profissional, para que ele respeite a velocidade, porque é a vida dele que está em risco. Da mesma forma que ele deve reclamar se o motorista do ônibus avançou o sinal. Tem cidadão que liga para nós reclamando isso, que o motorista saiu sem fechar a porta, que não estacionou direito, que abusou da velocidade. Isso é um direito do cidadão e ele deve exercê-lo.

Campo Grande News - Qual a infração mais comum hoje no trânsito de Campo Grande?

Rudel Trindade - É uma característica que a gente ainda não conseguiu mudar, não sei o que acontece, que é o avanço de sinal. Só no ano passado tivemos 14 mortes em decorrência de avanço de sinal. Temos hoje 450 semáforos, dos quais 20 têm o Olho Vivo [que flagra quem passa o sinal vermelho] instalados nos lugares mais críticos, não dá para colocar [o Olho vivo] na cidade inteira. É um hábito preocupante, não tem cabimento você ter o equipamento, o semáforo, que funciona, e as pessoas não respeitam. Vai para a rua e veja. Até as sete, sete e meia, ninguém respeita o semáforo e no final de semana é uma loucura. É uma infração extremamente perigosa, uma característica nossa que não vemos isso em outras cidades. Como já disso, para mudar isso, é uma questão de cidadania, de respeito, de cada um fazer sua parte.

Campo Grande News - A construção de doze corredores exclusivos para o transporte coletivo previsto em um projeto do PAC irá facilitar o trânsito?

Rudel Trindade - Estão previstos 180 milhões de reais do PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] para construir 54 km de corredores e terminais. Ocorre que hoje a disputa entre veículos de passeio e o transporte coletivo é desigual. Os incentivos para o carro de passeio são muitos: redução do IPI, isenção do IPVA, facilidade no financiamento. Por causa do tráfego pesado, o ônibus roda hoje a 14 quilômetros por hora e quanto mais tempo leva o cidadão dentro do ônibus mais leva ele a migrar para o transporte individual. Nós temos que equilibrar a balança para que o ônibus trafegue em uma velocidade adequada, de 22 a 25 quilômetros por hora. E você vai equilibrar essa balança com os corredores exclusivos, para que o cidadão consiga transitar com a velocidade adequada. Os corredores vêm para desafogar o transporte coletivo. Uma coisa boa ocorreu recentemente com a entrada em circulação de cinco novos ônibus já no sistema BRT [Bus Rapid Transit]. São ônibus modernos, espaçosos, com grande capacidade de transporte, equipados com internet. A população gostou, aprovou, e já está assimilando que o investimento do PAC, com os corredores, será uma realidade.

Campo Grande News - Esse projeto, dos corredores, deverá ser implementado pela futura administração. Algum outro projeto em andamento?

Rudel Trindade - Alem dos 180 milhões de reais do PAC temos mais 50 milhões do Pró Transporte e que já vamos iniciar no fim do ano que é uma reformulação total nos semáforos. Já está licitado e a empresa começa a executar os serviços de modernização dos semáforos, trocando por led, com colunas novas, e com a implantação de uma central semafórica na Agetran. O projeto prevê, também, a interligação dos semáforos por fibra ótica. Vamos ter uma coordenação muito atualizada, com muita tecnologia. A partir da sala de controle você visualiza por meio de câmeras os semáforos e tem condições de mudar o tempo deles de acordo com a demanda do tráfego. Qualquer problema que esteja acontecendo você interfere diretamente da central. Destes 450 semáforos, vamos poder monitorar 110 pontos. O próprio software mostra se tem alguma coisa errada. Por exemplo, se num determinado ponto passa cem veículos por hora, e de repente caiu para vinte, alguma coisa aconteceu. Provavelmente um acidente, um carro quebrado. Imediatamente você aciona alguém para verificar. Isso já tem nas maiores cidades como no Rio, em São Paulo, São José dos Campos [SP], Campinas [SP]. Em Curitiba [PR] está instalando. Até julho do ano que vem esta central já estará funcionando em Campo Grande.




Muito bom Dr. Rudel, mas vamos la. Porque então uma avenida como a Júlio de Castilho está sendo restaurada e até agora não teve uma concientização que não vai poder estacionar onde vai ser corredor de Onibus? Veja hoje que situação está aquela obra uma verdaeira calamidade.
 
Jose Ferreira Rosa em 15/12/2012 18:07:04
e assalto nos semáforos? quem paga? quem é o responsável em caso de um assalto? a prefeitura? estado? só falam em avançar sinal vermelho, mas e nesses casos?
 
marcos silva em 10/12/2012 11:23:02
Enquanto o Campograndense for grosso e mal educado, o trânsito será o que é.
 
Paulo Henrique em 09/12/2012 19:56:42
Ao invés de radares geradores de multa e dinheiro buracos em larga escala também causam quedas de motociclistas já que o intuito do radar é preservar vidas tires o asfalto e deixa estrada de chão porque do maneira que a pavimentação se encontra melhor é a estrada de chão.
 
Fernando Arruda em 09/12/2012 13:11:35
Em muitos cidades europeus, tem sensor no asfalto que regula os sinais de transito. Em qualquer cruzamento, TODOS os sinais no vermelho. Se um carro se aproximar, o sensor mudao o sinal dele para verde, para ele passar. Se um carro na outra via ja acionou o sistema, vc se aproxima do cruzamento, mas o sinal não muda. Ai, vc seria louco de furar sinal. Se ele não mudou, é porque vc vai bater no outro veiculo. Este sistema evita espera desnecessário, mas também incentiva o povo respeitar sinal fechado, pois se continua fechado depois de vc passar o sensor, é porque abriu para outro veiculo!
Seria bom implantar um sistema assim aqui tambem, principalmente para as avenidas grandes, de madrugada.
 
Marcos da Silva em 09/12/2012 13:08:58
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