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Campo Grande, Sábado, 03 de Dezembro de 2016

20/07/2013 08:34

Proprietário rural fecha rua na Capital alegando ser propriedade privada

Helton Verão
Motociclista tentava trafegar pelo local quando deu de cara com a barreira, a única alternativa foi dar meia volta (Foto: Pedro Peralta)Motociclista tentava trafegar pelo local quando deu de cara com a barreira, a única alternativa foi dar meia volta (Foto: Pedro Peralta)

Um proprietário rural fechou uma por conta própria na manhã da última quinta-feira alegando que ela não existia e que ali pertencia a delimitação de sua propriedade. A rua é a Cadajás, localizada no bairro Universitário, no local foram feitas duas barreiras para impedir o trafego de pessoas e veículos.

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A denúncia foi feita por moradores que utilizam o trecho como acesso e que agora são obrigados a dar a volta em razão das barreiras. “Tenho 42 anos de idade, meu falecido avô já sabia e transitava pelo local. Inclusive existe uma pedra histórica com uma placa de 1971, do prefeito Lúdio Coelho dizendo que ali é a rua Cadajás”, lembra um morador da região que não quis de identificar.

Segundo o morador, ele viu o trabalhador fechando a via e foi tirar satisfação. “Questionei ele porque estava fechando a rua e ele respondeu que ali nunca foi uma rua e pertence a uma propriedade particular e que por sinal é do patrão dele”, esbravejou o morador.

A equipe do Campo Grande News foi até o local, no início dela é possível notar um trabalho feito com maquinário que atrapalha a passagem de veículos. Mais à frente, cerca de 500 metros, o fechamento total da via com uma grande quantidade de terra.

No Google Maps consta que a rua Cadajás existe, paralela a BR-262No Google Maps consta que a rua Cadajás existe, paralela a BR-262

No Google Maps consta que a rua existe, desmentindo a tese do funcionário e do proprietário. “O proprietário vizinho cascalhou a via inteira com dinheiro do próprio bolso, agora chega esse cara diz que comprou a terra e ali é dele e ponto?”, indaga o morador da região.

O vereador Eduardo Romero (PT do B) teve conhecimento do problema e já acionou os órgãos responsáveis por situações como esta, a Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano) e a Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito).

“Moradores utilizam a rua para ir ao trabalho e voltar, ali é uma rua, está registrada na Prefeitura Municipal. Espero que os órgãos competentes tomem providência, caso contrário irei procurar outros meios”, avisa Romero.




Aqui em Bonito tem um vereador conhecido por Cezinha Coelho, o rapaz ficou como primeiro suplente na sua chapa nas eleições de 2012; assumiu provisoriamente a vaga do presidente da Câmara que foi para a Prefeitura; depois ficou com a vaga do presidente pois este se tornou vice -prefeito; agora o rapaz está fazendo muito mais do que todos seus companheiros; conseguiu uma parceria com a Prefeitura de Bodoquena, para construir uma ponde de mais de 25 metros, que há mais de 20 anos os dois municípios precisavam. Além disso, Cezinha tem se mostrado competente em suas ações frente ao Legislativo. É um rapaz humilde e não gosta de se aparecer como a maioria!
 
Olices Trelha em 20/07/2013 19:05:14
Pelo googlemaps e declarações nos comentários, de uso a mais de vinte anos, a tal rua já eh de domínio publico, se não houver registro, a servidão é fato, logo não tem como ser reversa a área para o tal particular, cabendo ainda o usucapião pelo Município, mas se ha o registro, segundo o Vereador, cabe a notificação pela prefeitura e multa ao tal particular, e mais o Código Civil Brasileiro eh claro sobre acesso em zona rural, ou o tal particular está confundindo zona rural com a casa da mãe joana, que também eh uma zona, ou na casa do tal particular é o rabo balança o cachorro... VIVA A DITADURA DA MINORIA!!!!!!
 
jose de sousa e souza em 20/07/2013 18:17:54
E quando quem interdita a rua é ex governador e atualmente vereador?
É só dar um pulo na Chácara dos Poderes que numa rua nas imediações do imóvel do digníssimo, verão uma cerca de arame farpado fechando a via pública. O pior que o colchete fica numa área sombreada, de difícil visualização. Quase sofri acidente lá uma vez. Um absurdo.
 
Otavio Aria em 20/07/2013 14:37:41
Lá no interior nós chamamos este tipo de ação de falta de governo. Aí é cada um pra si.
 
daniel ferrari em 20/07/2013 14:18:50
O caso acima tem que ser averiguado antes de julgar o proprietário ou a população mas deixo aqui uma pergunta vemos atualmente o conflito indígena como é chamado a nova remarcação de terra, pois os antropólogos e o governo pode chegar na sua terra e dizer que é do índio, você vai para justiça é indenizado por títulos públicos que vai demorar anos para vc ver a cor da grana.. E na moral da historia aquele produtor rural que comprou as terras a anos atrás ta perdendo pro índio, o sem terra invade suas terras e dizem que é improdutiva e te levam tudo.. Agora pergunto como estes malucos estão marcando terra de índio, dizem um dia moraram aqui até onde eu sei o Brasil já era povoado pelos índios a 500 anos atrás, ou seja minha casa, sua casa, um dia foi terra indígena. tó certo ou tó errado? E
 
Ednilson Herlemann em 20/07/2013 13:50:59
Não votei nesse Romero, nem concordo com sua defesa da ciclovia na Afonso Pena, mas assisti sua entrevista ao Carlos Voges no Conversa de Domingo e gostei dele e de sua trajetória política. Bem ou mal, não se esconde, está sempre trabalhando e se manifestando a respeito de quase tudo o que ocorre na Capital.
 
RODRIGO FERREIRA em 20/07/2013 11:33:24
Será que esse O..... nunca ouviu falar de servidão...Perdeu Playboy
 
ALEX ANDRÉ DE SOUZA em 20/07/2013 11:12:24
O desmando e o descredito nas autoridades é tanto que esse aí resolver por conta própria a tomar a área do público. Pronto: Resolvido o problema. Que coisa! Eu que não tenho onde morar tô pensando em cercar umas 4 ha na área do papa. Meus quinquiravós moravam naquele local. Não é assim não, cunhado! Esse mandão deve ser daqueles, metido a machão, metido a coroné.
 
samuel gomes-campo grande em 20/07/2013 10:19:24
Tá dificil. Já não bastasse indio, MST, e protestos fechando estradas pra todo lado, agora mais essa ! Se a moda pega...
 
Marcos Figueiredo em 20/07/2013 09:53:22
Tenho 34 anos e desde que eu tinha 14 anos, quando vim morar em campo grande, ou seja, há 20 anos, já utilizada essa rua. Por que somente agora estão querendo reivindicar a suposta propriedade? E convenhamos, é muito abuso simplesmente chegar fecha uma rua sem ao menos informar as autoridades. No mínimo deveria receber uma multa pesada para que pense bem antes de pretender repetir tal ato irresponsável.
 
Ney Silva em 20/07/2013 09:41:46
Como existe gente arrogante no mundo!
 
maria célia em 20/07/2013 09:10:25
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