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Campo Grande, Segunda-feira, 05 de Dezembro de 2016

04/03/2011 16:08

Sinalização de buracos não pode representar risco, orienta Agetran

Jorge Almoas e Ítalo Milhomem
Máquina de lavar foi recurso usado por moradores para mostrar buraco na Julio de Castilhos (Foto: João Garrigó)Máquina de lavar foi recurso usado por moradores para mostrar buraco na Julio de Castilhos (Foto: João Garrigó)

Na semana que está terminando, o campo-grandense enfrentou dias de muita chuva, que causam transtornos para pedestres, motoristas e motociclistas. A intensa precipitação também prejudica as vias públicas, com o surgimento de buracos que atrapalham o trânsito e representam perigo em alguns casos.

O Campo Grande News registrou durante a semana os transtornos causados pelos buracos. Para evitar acidentes, muitos moradores sinalizam as depressões com galhos e pedaços de madeira.

Segundo Éder Vera Cruz, chefe de fiscalização de trânsito da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), o uso de galhos para indicar os buracos é cultural. “As pessoas fazem isso nas estradas e acabam reproduzindo na cidade”, conta Éder.

Ele alerta para que a sinalização improvisada não represente um risco para os motoristas. Na semana passada, o Campo Grande News mostrou o caso do “chiqueirinho” montado por um morador em um buraco em rua do Jardim Marabá.

Nesta semana, uma máquina de lavar foi o recurso dispensado para avisar sobre um buraco na Avenida Júlio de Castilhos, uma das mais movimentadas na região noroeste de Campo Grande.

“Se for um galho, uma sacola ou um pedaço de pau que não consiga causar um acidente, está tranquilo. Mas a prática não exclui a necessidade de informar as autoridades de trânsito”, pontua o chefe de fiscalização.

O diretor-presidente da Agetran, Rudel Trindade Júnior, relata um problema enfrentado pelos agentes de trânsito. Em certos pontos da cidade, moradores furtam cones de sinalização e mudam de lugar os cavaletes instalados para sinalizar os buracos.

“No Zé Pereira, interditamos uma ponte com cavalete e o pessoal retirava do lugar para continuar passando”, descreveu Rudel.

Durante o horário comercial, a população pode entrar em contato com a Agetran pelo telefone 3384-1479. Fora do horário e nos finais de semana, é possível informar a polícia militar pelo número 190. A informação é repassada à Agetran, que irá sinalizar o buraco, além de comunicar à Secretaria de Obras para que seja feito o reparo.




a nossa capital virou guerra no transito de um lado o motoclista e motorístas caminhoneiros cilistas cada qual com sua inflaçao a cometer. Do outro lado
as instituições que masificão (priorisassão) da arrecadação não temos nem-
huma formula educativa ou caso de punicão por reicidência ou falta de pisca
quebrado a chance de reparar com nota fiscal o pneu careca emtre outros .
 
rildo gonçalves de sousa em 09/03/2011 11:47:00
com a aumento do iptu predial e territorial a arrecadação da capital tem um aumento circunstancial está mais que na hora de fazer uma recapagem decente nas ruas não
sei quanto custa a operação tapa buraco que ao que me parece é dinheiro jogago fo-
ra a recapage seria igual a da avenida céara ou joaquim murtinho esta na hora de fa-
zer um serviço talves caro mais duravel.
 
rildo gonçalves de sousa em 09/03/2011 11:39:08
Este asfalto foi feito com farinha. Mas a melhor parte do asfalto esta no bolso de alguém!
Coloca um agente de trânsito em cada buraco pra sinalizar.
 
Vanderson Roger Fávaro em 05/03/2011 08:27:01
Se a prefeitura utiliza MANILHAS DE CONCRETO para alertar motoristas, cada um faz o que quer. Esta ao Deus dara
 
Homero Lima em 04/03/2011 09:36:02
Ih!!!o contigente da Agetran juntamente com a Ciaptran, não darão conta de atender a todas ocorrências .Nossas ruas estão um verdadeiro QUEIJO Suíço,buracos e mais buracos.
 
neide de oliveira em 04/03/2011 04:36:55
imagem transparente

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