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27/08/2013 11:05

Trânsito de agosto de 2013 é o mais violento dos últimos sete anos

Aliny Mary Dias
Um dos acidentes deste mês ocorreu nos cruzamentos da avenida Salgado Filho com a Avenida Bandeiras (Foto: Simão Nogueira)Um dos acidentes deste mês ocorreu nos cruzamentos da avenida Salgado Filho com a Avenida Bandeiras (Foto: Simão Nogueira)

Com 12 mortes no trânsito e faltando cinco dias para encerrar o mês, agosto deste ano já é considerado o mais violento dos últimos sete anos. A última morte registrada este mês ocorreu no último domingo (25) quando um motociclista bateu em um caminhão no bairro Nova Lima.

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Em comparação com os dados do Detran (Departamento Estadual de Trânsito) desde 2007, agosto deste ano supera todos os outros anos. Em segundo lugar no ranking das mortes no trânsito estão os anos de 2007 e 2011, quando oito pessoas morreram.

No ano passado, o número de mortes no mês de agosto chegou a sete pessoas. De acordo com o Detran, nem todas as mortes registradas na cidade são contabilizadas e disponibilizadas no boletim mensal.

A explicação está nos acidentes registrados no mini e macro anel rodoviários, por exemplo. Quando o atendimento da ocorrência é feito pela PRF (Polícia Rodoviária Federal), os dados não são contabilizados pelo Detran. Isso indica que os números dos anos anteriores podem ser maiores.

Para o comandante da Ciptran (Companhia Independente de Polícia de Trânsito), Alírio Villasanti, os números não correspondem a realidade de diminuição de acidentes que vêm sendo registradas na Capital.

A expectativa da Ciptran é que em 2013 ocorra uma diminuição de 6% nos números absolutos de mortes no trânsito. Para conseguir a redução, as equipes do projeto vão até os locais com vítimas graves e mortes para fazer um levantamento da situação.

“Nós entendemos que o aumento de frota, dos motoristas, a diminuição no período de internação e a diminuição dos feridos graves devem ser levadas em conta. Apesar dos óbitos terem aumentado, outros índices diminuíram”, diz o chefe da Ciptran.

Motociclistas – De todos os acidentes com morte este mês, os motociclistas são as principais vítimas. Além da última morte no último domingo, no sábado (24), outro motociclista morreu após perder o controle da direção da moto e bater em um ônibus na avenida Afonso Pena.

Também no sábado, o piloto e a passageira de uma moto morreram na BR-163 no macroanel da Capital após bater de frente com um caminhão.

Outra morte de motociclista ocorreu no dia 21 deste mês quando um motociclista de 31 anos bateu na lateral de uma Hilux no cruzamento das avenidas Bandeiras com a Salgado Filho

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Não sei o porque do espanto das pessoas com relação ao trânsito da cidade. Não temos agentes de trânsito nos horários de rush e nem em outros horários. Exemplos como a rua Jeribá entre as 17:30 e 18:30 é intransitável, a ligação entre a Duque de Caxias e Afonso Pena também.
Para alguns motoristas temos que informar o significado das faixas azul, de pedestre e a de não fechar o cruzamento. Para estes e mais outros que esquecem ou acham que dar a seta para mudar de faixa é opcional no carro, temos aqueles também que não respeitam vagas em estacionamento e ocupam mais de uma ou simplesmente ocupam a vaga de um idoso/deficiente. O nosso trânsito está violento e precisamos com muita urgência de reeducação no trânsito, pois radar não educa só coloca dinheiro no bolso de quem não deve.
 
Ronie Soares em 04/09/2013 00:48:29
Cadê o GGIT - Gabinete de Gestão Integrada do Trânsito, o Placar da Vida e as ações previstas para a redução da mortes? Campo Grande viu muito pouco na prática. Foi anunciado um plano de gestão de 20 anos, mas não durou nem 2 anos!?!? Será que "saiu de cena" porque a situação é mais grave e difícil do que se pensava? Lamentável!
 
Mark Mell em 27/08/2013 21:56:32
Esse Maximiliano ai deve ter sido cliente da Ciptran.kkkkkk
 
Carlos Roberto em 27/08/2013 16:41:42
O comentário do Cmte da Ciptran não minha opinião foi muito infeliz, pois não condiz com a realidade, é política, coisa para se manter no cargo.A polícia em geral no Estado traz apenas uma "falsa sensação de segurança", as viaturas estão sucateadas, não há nem farda para os policiais, fato que não é diferente da Ciptran, pouco efetivo para muito trabalho, há quase 40 acidentes por dia, sem contar os que desistem do atendimento pela demora.Não há mais blitz, não há o cumprimento da lei seca, não tem bafômetro suficiente, muito menos viaturas suficientes para o policiamento.O plantão do 190 não atende nos finais de semana (faça o teste), são dois ou três policiais para atender a cidade inteira e repassar as ocorrências.Os policiais que trabalham estão desgastados e sem nenhuma motivação.PMMS
 
Pedro Cardoso em 27/08/2013 15:25:35
Quem piora o nosso transito é a propria Ciptran
 
MAXIMILIANO RODRIGO ANTONIO NAHAS em 27/08/2013 12:38:37
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