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Campo Grande, Sábado, 10 de Dezembro de 2016

17/11/2016 21:36

Alta Velocidade – E suas consequências

Fonte: Cesvi

O limite máximo de velocidade permitido na via não é “escolhido” à toa. Para se chegar aos números que você vê nas placas, são feitos diversos estudos sobre o local, como as condições do tráfego, as características técnicas da via, as dimensões dessa via, a passagem de pedestres em cada trecho, entre outros fatores. Todas essas questões levam em consideração, principalmente, a segurança no trânsito.

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A partir do local exato onde a placa está localizada, a velocidade máxima indicada deve ser respeitada até que surja outra placa informando um valor diferente.

O artigo 61 do CTB (Código de Trânsito Brasileiro) informa que, quando não houver nenhuma placa de sinalização, a velocidade máxima será da seguinte forma:

Nas vias urbanas

• 80 km/h nas vias de trânsito rápido

• 60 km/h nas vias arteriais

• 40 km/h nas vias coletoras

• 30 km/h nas vias locais

Fora da cidade (rodovias de pista dupla)

• 110 km/h para automóveis, camionetas e motocicletas

• 90 km/h para os demais veículos

Fora da cidade (rodovias de pista simples)

• 100 km/h para automóveis, camionetas e motocicletas

• 90 km/h para os demais veículos

NÃO CORRA!

Ao ultrapassar a velocidade máxima indicada, geralmente você estará mais rápido que os outros veículos; portanto, será difícil manter uma distância segura de quem estiver à frente – o que aumenta o risco de uma colisão.

Além disso, quanto maior a velocidade, maior a distância necessária para uma parada total. Ou seja, dirigir acima da velocidade máxima permitida pode gerar uma situação na qual não há espaço suficiente para parar completamente o veículo numa situação de emergência.

Lembrando que quanto maior a velocidade, maior a energia cinética distribuída entre os corpos. Isso faz com que um veículo correndo possa provocar acidentes realmente fatais no caso de bater em motociclistas, ciclistas e, principalmente, pedestres.

De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), a maior parte dos usuários mais vulneráveis das vias (pedestres, ciclistas...) sobrevive a atropelamentos por automóveis que estejam a 30 km/h, mas a maior parte morre quando o atropelamento acontece acima dos 50 km/h.

Pense nisso antes de afundar o pé no acelerador.




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