26/02/2019 17:07

Após enxurrada, asfalto cede perto de córrego e pedras dificultam trânsito

Além disso, trecho em frente a obra do Centro de Belas Artes foi coberto com pedras trazidas pela enxurrada

Guilherme Henri
Asfalto que cedeu as margens do córrego Anhanduí no Bairro Cabreúva (Foto: Kísie Ainoã)Asfalto que cedeu as margens do córrego Anhanduí no Bairro Cabreúva (Foto: Kísie Ainoã)

Devido a forte pancada de chuva desta tarde (26), motoristas devem ter atenção redobrada na Avenida Ernesto Geisel, em frente a obra do Centro de Belas Artes, em Campo Grande. Isso porque, a enxurrada cobriu o trecho entre Euler de Azevedo e Rua Plutão com pedras no sentido Bairro/ Centro.

Já o outro sentido da via foi sinalizado com cavaletes e fita já que um pedaço do asfalto cedeu para dentro do córrego Anhanduí. O local fica perto de um dos pontos mais afetados pela chuva: rotatória da Euler de Azevedo com Rachid Neder.

Pedras e lama trazidas pela enxurrada em frente a obra do Centro de Belas Artes (Foto: Kísie Ainoã)Pedras e lama trazidas pela enxurrada em frente a obra do Centro de Belas Artes (Foto: Kísie Ainoã)
No local, motoristas trafegam com cautela devido a pedras trazidas pela enxurrada (Foto: Kísie Ainoã)No local, motoristas trafegam com cautela devido a pedras trazidas pela enxurrada (Foto: Kísie Ainoã)

Lá, equipes da Agetran e prefeitura trabalham para remover o asfalto, que foi arrancado pela força da enxurrada. Neste momento, 3 tratores da prefeitura e 4 caminhões da Engepar, empresa que trabalha nas obras do projeto Reviva Campo Grande, estão no trecho para retirar os blocos que se soltaram.

Além disso, após a limpeza o local vai receber nova “mão” de massa asfáltica, explicou o prefeito de Campo Grande Marquinhos Trad.

Para resolver definitivamente o problema, segundo o prefeito, é preciso substituir todo o sistema de drenagem de Campo Grande, projeto avaliado em 80 milhões de dólares, diz Marquinhos.

"No entanto, todas as vezes que apresentamos os projetos em órgãos como BNDES, a proposta foi negada, porque Campo Grande não estava em condições de se endividar", explica.

Lama e água da enxurrada perto do Centro de Belas Artes (Foto: Kísie Ainoã)Lama e água da enxurrada perto do Centro de Belas Artes (Foto: Kísie Ainoã)
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