08/02/2019 15:22

Conquistas pessoais nas ondas do rádio

Reinaldo Rosa

ELE NÃO – Blog de jornalista de Campo Grande veiculou matéria sobre receitas e despesas em favor do ex-vereador Coringa durante o mês de ‘atuação’ como deputado federal. Sua volta ao ninho do poder municipal de Campo Grande também não foi esquecida.

ELE SIM – A matéria teve retumbante repercussão – e destaque em site da rádio 94FM, de Dourados. Redator fez comparações e exaltou atitude do deputado estadual Marçal Filho que abriu mão dos expedientes lucrativos de Coringa. Em tempo: Marçal é patrão do redator da 94.

MEU PIRÃO - O fascínio que o rádio provoca em deslumbrados radialistas tem desmembramentos nas mais variadas formas; conquistar uma boquinha junto aos poderes constituídos é uma delas. Impossível contabilizar e nominar os que se valeram do veículo para conquistas pessoais.

E OS OUTROS – Dono de emissora de rádio tem de entender que concessão para exploração de serviço público veda tendências religiosas ou partidárias. Sonolentos adversários podem entrar com judicializações quando acordarem.

REDE MS DE NOTÍCIAS – Perguntar não ofende: qual a razão de quase todos os radiojornalismo matinal terem a mesma duração –e horário- em Campo Grande? Na maior parte do horário nobre do rádio –entre seis e 19 horas- emissoras apostam na audiência através do vitrolão (com a ‘qualidade’ que todos conhecemos). Tente entender.

CÁTEDRA – Carlos Colman, cantor e professor, avisa início das aulas para quem deseja aprender os caminhos -e descaminhos- da arte do violão. Dia 11, segunda-feira na Rua Manoel Inácio de Souza, 1063 – Bloco A Sala 3.

DE TRAGÉDIA EM TRAGÉDIA – Segue a vida no jornalismo televisivo. Fatos importantes têm –e devem- serem merecedores da devida atenção da imprensa. É com pesar que se constata a máxima de alguém que disse que “notícia boa não vende jornal”.

EM BRASÍLIA 19 HORAS – Após anunciar fechamento, presidente anuncia uma “nova TV Brasil”. Secretaria de Comunicação do governo federal agenda entrevistas exclusivas com ministros que deverão “dar boas-vindas à nova TV do governo Federal”. Espontaneidade obrigatória. Simples assim.

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