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Campo Grande, Quinta-feira, 19 de Outubro de 2017

04/02/2014 23:38

Conflito agrário marca posse de diretoria do sindicato rural de Sidrolândia

Zana Zaidan

O conflito por terras entre produtores rurais e indígenas foi foco das discussões durante a posse do novo presidente do Sindicato Rural de Sidrolândia, a 71 quilômetros de Campo Grande. Na cidade, fica a região de fazendas ocupadas por índios terena, palco da reintegração de posse que culminou com a morte de Oziel Gabriel, 36 anos, em maio do ano passado.

O ex-presidente do sindicato, Osório Stragliotto, confirmou que durante os seis anos de gestão as principais dificuldades foram relacionadas às invasões em propriedades rurais. “Muitas vezes as pessoas não entendem as dificuldades que passamos ao representarmos uma classe. Passamos por momentos difíceis nessa gestão, principalmente pelas invasões e falta de pulso do Governo Federal”, afirmou.

Presidente da Famasul (da Federação da Agricultura e Pecuária de MS), Eduardo Riedel também citou o impasse em seu discurso durante a cerimônia. O setor agropecuário brasileiro, que já foi de subsistência e a cada dia tem mais representatividade econômica e social, é desafiado com o descumprimento das leis, de valores e princípios da democracia”, disse, referindo-se à insegurança jurídica dos produtores rurais da região, que soma 13 propriedades privadas invadidas.

E entre os desafios do novo presidente sindical, destacou a coesão dos produtores na busca por resultados. “Quando todos os produtores rurais deste País tiverem a consciência de apoiar iniciativas da sua organização, o quadro muda”, enfatizou.

Soja - O novo presidente, Rogério Menezes, por outro lado, focou as expectativas para a produtividade de grãos em Sidrolândia. “Com os agricultores, já lancei o primeiro desafio. Até o fim da gestão de três anos, juntos tornaremos Sidrolândia no segundo maior produtor de soja de Mato Grosso do Sul”, desafiou Menezes. Sidrolândia atualmente é o terceiro maior produtor de soja, com 158 mil hectares, atrás de Ponta Porã e Maracaju, com 184 mil e 240 mil hectares, respectivamente.

O desafio de aumentar a produtividade dos grãos foi apoiado pelo presidente da Aprosoja/MS (Associação dos Produtores de Soja), Maurício Saito. “Este sindicato é reconhecido pela atuação e representatividade aos associados. Nesse sentido, além do aumento na produção, o novo presidente deverá fazer com que os produtores sejam ainda mais participativos e manter a evolução do agronegócio local”, destacou.

 




E AS DIFICULDADES DOS INDÍGENAS, SERÁ Q ELES NÃO TEM? OU PERANTE A LEI EXISTE ALGUMA DIFERENÇA? Ñ CUMPREM AS LEIS, Ñ RESPEITAM OS VALORES E OS VÁRIOS PRINCÍPIOS DEMOCRÁTICOS DA NOSSA LEI MAIOR? FAÇO JUSTIÇA AQUI À POUCOS PRODUTORES, AMIGOS E PARCEIROS DOS ÍNDIOS, QUE, INFELIZMENTE, ESTÃO EM FASE DE EXTINÇÃO. O QUE NÃO DÁ MAIS, E Ñ PODE CONTINUAR, É FICAR FOMENTANDO A DISCÓRDIA E O ÓDIO, À PARTIR DO INSTANTE EM Q SOMOS, OU PARECEMOS SER CRISTÃOS E FILHOS DE DEUS E PRATICANTES DE UMA DETERMINADA FÉ. QDO TODOS OS ÍNDIOS, ELEITORES, TBÉM, DIGA-SE DE PASSAGEM, SE CONSCIENTIZAREM DA EXISTÊNCIA REAL DE SEUS LEGÍTIMOS E CONSTITUCIONAIS DIREITOS, SE REORGANIZAREM POLITICAMENTE ATÉ, ESTA SITUAÇÃO PODERÁ MUDAR. PENSE SE TODOS SE IRMANAREM, SEJAM ÍNDIOS OU NÃO. ASSIM, QUEM SABE, PODERÁ HAVER JUSTIÇA.
 
NEWTON GALACHE, DE BRASÍLIA-DF em 07/02/2014 09:33:55
Eduardo Riedel foi muito feliz em sua palestra, citando a grande contribuição do setor para o Pib nacional, não fosse o agro a situação inflacionaria e o descontrole nas contas nacionais seriam muito piores.
Apesar disso o agro sofre com o abandono de politicas publicas que so visam criar caos e inseguranca no setor.
Mas o produtor rural ainda precisa descobrir a força de sua união. Como Riedel bem disse....aí o quadro muda!!
 
Mônica Corrêa em 05/02/2014 09:47:50
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