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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

05/02/2015 19:48

Ex-delegado do Ministério Agrário em MS briga por regulamentação do Suasa

Uma das bandeiras de João Grandão será a ampliação da agricultura familiar

Juliene Katayama
João Grandão comandou o Ministério do Desenvolvimento Agrário no Estado (Foto: Roberto Higa/ALMS)João Grandão comandou o Ministério do Desenvolvimento Agrário no Estado (Foto: Roberto Higa/ALMS)

O ex-delegado do MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário), deputado estadual João Grandão (PT), levantou uma de suas bandeiras na sessão desta quinta-feira (5) e defendeu a regulamentação do Suasa (Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária).

Segundo o deputado, o Suasa é importante para o desenvolvimento da agricultura familiar no Estado. O sistema é um processo que garante a saúde dos animais e a sanidade dos vegetais, a idoneidade dos insumos e dos serviços e a identidade, qualidade e segurança higiênico-sanitária e tecnológica dos produtos destinados ao consumo final.

João Grandão explicou que pequenos e médios produtores não conseguem comercializar em larga escala produtos de origem animal e vegetal por falta do Suasa. Além disso, o parlamentar ressaltou que o consumidor final fica refém das altas dos preços dos produtos importados.

“Se trouxermos essa discussão para dentro do Estado, provocaremos uma verdadeira revolução na agricultura familiar e um significativo acréscimo de renda na vida de milhares de famílias de Mato Grosso do Sul, que poderão vender seus produtos nos mercados, para a merenda escolar. Há muitos Estados que já fazem isso”, afirmou o petista.

Integração - Grandão também defendeu o fortalecimento e integração da Anater (Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural) com a Ater (Assistência Técnica e Extensão Rural), prestada pela Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural) para assentamentos e pequenos e médios produtores de assentamentos e demais regiões.

“A Ater consiste em visitas técnicas para identificar as necessidades e potencialidades de cada família, como agrônomos, veterinários. Os grandes produtores já têm recursos para a contratação desses e outros profissionais, mas o pequeno e médio produtor não. É fundamental que essa casa se envolva nessa discussão também”, acrescentou.



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