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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

21/05/2012 14:34

Mais de 60 fazendas foram interditadas por suspeita de irregularidade em MS

Fabiano Arruda
Fazendas foram fechadas para investigação de irregularidades como quantidade do rebanho superior à encontrada no pasto. (Foto: João Garrigó)Fazendas foram fechadas para investigação de irregularidades como quantidade do rebanho superior à encontrada no pasto. (Foto: João Garrigó)

Pelo menos 63 propriedades rurais foram interditadas em Mato Grosso do Sul desde o início do ano por suspeita de movimentação irregular no rebanho de gado, segundo informações da SFA/MS (Superintendência Federal de Agricultura em Mato Grosso do Sul).

As irregularidades, como contrabando e declaração de rebanho superior à encontrada no pasto, começaram a ser detectadas no ano passado durante a Operação Ágata II em que o Exército comandou megaoperação no combate ao contrabando, bem como a Operação Boiadeiro, que fechou o cerco à entrada de animais na região de fronteira por conta dos últimos dois focos de aftosa registrados no Paraguai entre setembro e janeiro.

Segundo o superintendente do órgão do Mapa (Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento) no Estado, Orlando Baez, a fiscalização seguirá rigorosa. Para isto, convênio de R$ 15 milhões está prestes a ser assinado com o Governo do Estado.

A verba, informa Baez, será utilizada para compra de viaturas, abastecimento de veículos, pagamentos de diárias e outros custos que envolvem a vistoria in loco por técnicos da Iagro (Agência de Defesa Animal e Vegetal) em fazendas suspeitas de irregularidades.

“Interditamos a propriedade e checamos o histórico sobre a entrada e saída de animais. O movimento de animais irregular ou regular é o item principal para a entrada de febre aftosa no Brasil”, explicou nesta segunda-feira.

A partir da interdição, as propriedades rurais são acompanhadas de perto com medidas que vão da observação mais rigorosa no controle de animais à obrigatoriedade de passagem por posto de fiscalização.

O aperto contra os possíveis contrabandistas foi reforçado a partir da confirmação dos focos de aftosa em território paraguaio. Em janeiro, só no município de Bela vista, mais de 200 cabeças de gado foram abatidas sob suspeita de contrabando e de serem portadores da aftosa.

Além da região de fronteira com o Paraguai, em Corumbá o monitoramento do rebanho também é incisivo. No município que faz fronteira com a Bolívia, segundo informações da Iagro, foram encontrados animais sem procedência neste ano.



Olha eu acho um absurdo este tipo de atitude. Tem que deixar os fazendeiros livres, a terra é deles gente, não podem dar palpites no que é dos outros. O gado portanto e tudo mais que está sobre estas terras é dos proprietários, então gente não se deve mexer em nada.

Vamos deixar estes pobres em paz !

abraço

Luis
Sem Terra
 
Luis Mandacaru em 21/05/2012 06:59:16
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