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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

04/03/2010 16:26

MS avaliará fim de Zona de Alta Vigilância

Redação

O governo de Mato Grosso do Sul deve discutir, nos próximos dias, com representantes da área de Vigilância Sanitária Animal do Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária) as medidas para encerramento da ZAV (Zona de Alta Vigilância Sanitária), criada no Estado em 2008, como forma de aumentar o controle sanitário na região fronteiriça ao Paraguai, onde foram registrados focos de febre aftosa em 2005.

Só depois que a ZAV for desativada é que o Estado pode pleitear o status de área livre da aftosa sem vacinação, como sugeriu esta semana o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes.

O ministro afirmou que Mato Grosso do Sul deveria fazer o pedido junto com São Paulo e Minas Gerais, em razão da proximidade dos estados.

Ao comentar a declaração, a secretária de Produção e Turismo do Estado, Teresa Cristina Correia da Costa, afirmou que o governo se sentiu lisonjeado com o fato de o ministro já considerar possível fazer o pedido de status de área livre e que as providencias nesse vão ser tomadas obedecendo a todos os tramites da OIE (Organização Internacional de Epizotias), que regula o controle de sanidade animal no mundo todo.

Na reunião a ser realizada com técnicos do Ministério serão levadas as informações sobre o cumprimento das medidas determinadas para a ZAV desde 2008 e, se o Ministério considerar que são satisfatórios, o pedido é levado à OIE, para que seja validado. Só depois é poderá começar o processo para obter o status de área livre sem vacinação, condição inédita para o Estado e o País..

O status de área livre de febre aftosa sem vacinação abre caminho para Mato Grosso do Sul exportar carne para os mercados mais exigentes, entre eles a União Européia.

A Zona de Alta Vigilância Sanitária na região de fronteira com o Paraguai foi criada por exigência da OIE. Ela impõe regras rígidas para o trânsito e a vacinação de animais em dez municípios fronteiriços ao Paraguai, entre eles os que tiveram casos de aftosa em 2005, Japorã, Eldorado e Mundo Novo.

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