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Campo Grande, Sexta-feira, 19 de Janeiro de 2018

18/05/2011 14:38

No Congresso, trabalhadores rurais pedem mudanças no Código Florestal

Agência Brasil
Manifestação no Congresso, em Brasília. (Agência Brasil)Manifestação no Congresso, em Brasília. (Agência Brasil)

Cerca de 5 mil trabalhadores rurais fizeram uma manifestação hoje (18) em frente ao Congresso Nacional durante o segundo dia de mobilização do 17º Grito da Terra Brasil, organizado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).

Os manifestantes pedem mudanças no Código Florestal. A Contag reivindica tratamento diferenciado entre o pequeno agricultor e o grande produtor. “É inadimissível tratar igual quem tem 2 mil hectares de terra e quem tem 10 hectares”, defendeu a vice-presidenta da Contag, Alessandra Lana.

Para o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Rondônia, Lázaro Aparecido, alguns pontos do Código Florestal inviabilizam a agricultura familiar. “Na Amazônia Legal devem ser preservados 80% da área. Para quem tem 20 hectares só sobram quatro [para plantar]. Assim não há condições de trabalhar”, disse Aparecido.

Nesse momento, representantes da Contag estão no Palácio do Planalto para uma reunião com a presidenta Dilma Rousseff.

A manifestação dos trabalhadores rurais continua em frente ao Ministério do Desenvolvimento Agrário.



Gostaria de saber desde quando trabalhador rural entende de meio ambiente? Assim como a maioria dos governantes que falam em progresso, mas a custa de destruição ambiental. Ambos tem a visão embaçada pela ilusão do progresso...e outra coisa...gostaria de saber onde na amazônia existem glebas de 20 hectares, com a floresta preservada? Conversa fiada do sindicato...na Amazônia, as glebas existem em locais totalmente desmatados...os locais preservados são de complicado acesso, e não teria muitos "produtores" dispostos a enfrentar quilometros de estradas úmidas dentro da mata, para "produzir" em 20 hectares...conversa pra boi dormir.
 
Carlos Ruiz Záfon em 26/05/2011 10:43:32
E quem tem dois mil hectares, poderia plantar só quatrocentos? Quem o pagaria como guarda florestal? E as áreas de transição entre floresta e cerrado? Quem quer manter a amazônia sem ocupação humana, caso 8o% da propriedade não seja cultivada? Quem não sabe os interesses que manipulam tais limitações à ocupação da Amazônia, com lero ´lero ambientalista?
 
Valfrido M. Chaves em 18/05/2011 03:27:14
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