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Campo Grande, Domingo, 10 de Dezembro de 2017

22/10/2011 16:56

Prestes a vencer prazo para despejo, MST reforça resistência em fazenda

Ângela Kempfer

Vence amanhã o prazo aberto pela Justiça para reintegração de posse da fazenda Mestiço, em Itaquiraí, ocupada por 240 famílias de trabalhadores sem-terra desde o dia 14.

Para evitar que o despejo ocorra, antes que medidas para reverter a decisão sejam tomadas, o MST (Movimento Sem Terra) enviou mais militantes para a área e o dia é de reuniões no acampamento composto basicamente por brasiguaios.

Um dos membros da organização, José Oliveira, garante que não há intenção de confronto, desde que seja cumprida a lei.

“A decisão do juiz permite que o fazendeiro entre lá e despeje todo mundo, com as próprias mãos, isso é contra a lei, não vamos aceitar. Militantes já desceram pra lá para ajudar”.

Segundo ele, os trabalhadores não vão resistir à retirada promovida pelo Estado, por meio da Polícia Militar, mas estão dispostos ao confronto caso funcionários da fazenda recebam ordens para desmontar os barracos onde as famílias estão morando.

“Nunca aconteceu isso neste Estado, mesmo em épocas ainda mais reacionárias”, protesta.

Na tarde de ontem, os brasiguaios foram oficialmente comunicados de liminar concedida pelo juiz substituto Eduardo Floriano Almeida, para reintegração de posse da fazenda Mestiço, na MS-486.

Na decisão, ele autoriza o dono da fazenda a desfazer os barracões. Em caso de descumprimento da decisão ou de nova invasão, a multa estipulada é de R$ 5 mil.

O grupo estava desde o início do ano passado às margens da rodovia BR-163, também em Itaquiraí, e resolveu entrar na área para pressionar pelo assentamento na região.

A situação agricultores que vivem na área de fronteira do Brasil com o Paraguai, conhecidos como brasiguaios, foi um dos temas discutidos durante a visita da presidente Dilma Roussef ao Paraguai no dia 26 de março deste ano.

No ano passado, várias famílias vieram para Mato Grosso do Sul após terem sido expulsas daquele país, alegando perseguição por milícias contrárias à presença de estrangeiros e acamparam na BR-163.



Fico imaginando se todos que fossem "sem" invadissem para conseguir algo o que aconteceria com o nosso País?? Exemplo "sem-dinheiro" invade banco para garantir parte que ele acha que tem direito... pensa? Tá na hora de filtrar melhor essa gente!!!!
Reforma agrária funcionaria com planejamento levado a sério, caso contrário O INCRA vai ter muito trabalho.
 
NICOLAU MARTINS em 08/11/2011 12:12:39
Mais da metade dessa gente que se diz "sem terra", sequer sabe o que é uma enxada ou um machado. Faça um teste, escolha aleatoriamente, dentre os que lá estão, e peça para fazer uma capina ou cortar lenha com um machado, vocês vão ver que só tem gente querendo terra para depois vendê-las, como acontece nas maiorias das terras desapropriadas para assentamento.
Este movimento é uma vergonha nacional
 
Gilberto Amaral em 22/10/2011 10:22:54
Olha!! vamos chamar a força naval pois é o única que irá botar ordem neste país, pois os morros do Rio deram um jeito, pois aquí no MS nem PF E A FORÇA NACIONAL vai resolver, é só chamar que o resultado é certo.
 
Felipe Salinas em 22/10/2011 10:13:09
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