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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

29/05/2011 14:24

Sindicalista defende importação de gado para abastecer frigoríficos de MS

Paulo Fernandes
Presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Alimentação e Afins de Campo Grande, Rinaldo de Souza Salomão diz que importação de gado do Paraguai poderá reduzir preço da carne (Foto: divulgação)Presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Alimentação e Afins de Campo Grande, Rinaldo de Souza Salomão diz que importação de gado do Paraguai poderá reduzir preço da carne (Foto: divulgação)

Preocupado com o período de entressafra que começa em junho, o presidente do Stiaacg (Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Alimentação e Afins de Campo Grande), Rinaldo de Souza Salomão, encaminhou um ofício aos deputados estaduais solicitando a liberação da importação do gado do Paraguai para suprir a demanda dos frigoríficos do Estado.

Rinaldo teme que a falta de gado faça os frigoríficos demitirem empregados. “Se faltar gado para abater no período de entressafra os trabalhadores são que irão sentir as conseqüências nos frigoríficos: o desemprego”, afirma o sindicalista.

Segundo ele, a importação também pode reduzir o preço da carne. No entanto, ele sabe que a sugestão irá enfrentar resistência de pecuaristas do Estado. “Os pecuaristas de Mato Grosso do Sul são contra essa importação porque neste período o preço da arroba sobe bastante”, afirma.

O dirigente sindical argumenta ainda que o Brasil financia gratuitamente a vacinação contra a febre aftosa de gado na região de fronteira, no lado paraguaio, e não procura obter nenhum retorno com isso.

“Seria o caso das nossas autoridades incrementarem o comércio para que nossos frigoríficos sejam abastecidos com gado paraguaio, criados, em muitos casos, por brasileiros que vivem naquele país vizinho na região de fronteira”, diz.

Segundo Rinaldo, Mato Grosso do Sul perdeu 8.000 postos de trabalho nos últimos anos no setor industrial de alimentação e bebida.



Vejo apenas um problema com esse pedido, quando tiver algum problema com aftosa no paraguaio o Brasil será prejudicado, mesmo que seja de criadores brasileiros como foi dito.

Se tem esse planejamento de fazer importação de gado de outro país, por que não fazer de outro estado.

A estados que são produtores de gado com grande oferta de recria.

O estado MS tem grande oferta de subprodutos, com grandes confinamentos.

Observou-se que os frigoríficos poderiam fazer demissões caso venha ter essa falta de animais, e as pecuárias que precisam de mercado e dessa categoria para continuar com o ciclo de produção como vai ficar, e esses funcionários de fazendas como vão ficar caso isso aconteça.

Pensem bem.....

 
Marcos Roberto Silva em 30/05/2011 06:54:54
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