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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

30/11/2017 13:00

Juiz autoriza quebra de sigilo telefônico de advogada morta em acidente

O acidente aconteceu na madrugada do dia 2 de novembro, na Avenida Afonso Pena, no Bairro Chácara Cachoeira

Viviane Oliveira
Após acidente, caminhonete que João Pedro Conduzia capotou e tombou (Foto: Direto das Ruas) Após acidente, caminhonete que João Pedro Conduzia capotou e tombou (Foto: Direto das Ruas)

O juiz Carlos Alberto Garcete de Almeida, da 1ª Vara do Tribunal do Júri, determinou a quebra do sigilo de dados telefônicos da advogada Carolina Albuquerque Machado, 24 anos, morta em acidente de trânsito no dia 2 de novembro, na Avenida Afonso Pena.

O pedido da quebra de sigilo telefônico foi feito pela defesa do estudante de Medicina João Pedro da Silva Miranda, 23 anos, que dirigia a caminhonete Nissan Frontier que matou a vítima e feriu o filho dela de 3 anos e meses. O advogado Benedicto Arthur de Figueiredo Neto também solicitou a quebra do sigilo bancário, que foi negado pela Justiça. 

O juiz determinou ainda que seja investigado, por meio de dados telefônicos, onde a vítima se encontrava antes da colisão, se mexia no aparelho no momento em que ocorreu o acidente ou se consumiu bebida alcoólica, inclusive aprendendo, se for o caso, cópias de comandas de locais públicos e captação de imagens. O mesmo procedimento adotado para investigar João Pedro. 

Segundo dados apresentados pela perícia, a alta velocidade da caminhonete causou a morte de Carolina. Porém, os peritos concluíram que a “causa determinante” do acidente foi o fato da advogada ter desrespeitado a sinalização de trânsito. Ela seguia em torno de 30 km/h. Já João Pedro trafegava a 115 km/h. 

Acidente - Carolina voltava de um encontro com as amigas, quando furou o sinal vermelho para seguir na Rua Paulo Coelho Machado teve o VW Fox que dirigia atingido pela caminhonete. Após a batida, o rapaz fugiu a pé sem prestar socorro. Testemunhas relataram à polícia, que João Pedro apresentava sinais de embriaguez. 

O rapaz teve a prisão preventiva decretada pela Justiça no dia 3, mas se apresentou à Polícia Civil na tarde no dia seguinte. O rapaz passou o fim de semana preso. No entanto, teve o pedido de prisão revogado no dia seguinte e foi liberado após pagar fiança no valor de R$ 50,5 mil. O estudante responde ao processo em liberdade e está sendo monitorado por tornozeleira eletrônica.



O seu juiz manda prender a garota que morreu ele foi a grande culpada, pois entrou na frente de um bebado, com varios processos nas costas, a justiça no brasil funciona assim, o culpado sempre e a vitima.
 
Erasmo Arguilera Acunha em 30/11/2017 13:16:14
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