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Campo Grande, Sexta-feira, 21 de Setembro de 2018

19/11/2017 14:49

Acadêmico contrata perícia para saber se advogada bebeu antes de acidente

O acidente aconteceu por volta da meia-noite e meia de quinta-feira do dia 2 deste mês

Viviane Oliveira
Caminhonete que estudante dirigia capotou e parou tombada (Foto: Direto das Ruas) Caminhonete que estudante dirigia capotou e parou tombada (Foto: Direto das Ruas)

A defesa do estudante de Medicina João Pedro da Silva Miranda, 23 anos, que matou no trânsito a advogada Carolina Albuquerque Machado, 24 anos, e feriu o filho dela de 3 anos e 8 meses, quer que seja contratada empresa de perícia particular para acompanhar laudo pericial sobre o acidente realizado pelo Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal).

O pedido do advogado Benedicto Arthur de Figueiredo Neto, que atua na defesa do universitário, consta em documentos anexados na última sexta-feira (17) ao processo que tramita na 1ª vara Tribunal do Júri.

Ele solicitou à Justiça que seja determinada também a quebra do sigilo digital, bancário e telefônico de Carolina para saber se a jovem falava ao celular ou utilizava algum aplicativo no smartphone no momento do acidente. Que à google ou aple informe a localização da advogada no período de 12 horas antes da batida. 

Também foi solicitado autorização para que o Imol informe se foi realizada a coleta do sangue de Carolina para certificar-se a jovem consumiu bebida alcoólica. A defesa solicitou ainda que o procedimento sobre o caso tramite em segredo de Justiça. "O que se tem de ponto incontroverso é que João Pedro seguia pela via com sinal aberto em seu favor", disse o advogado. 

Acidente - Carolina voltava de um encontro com as amigas, quando furou o sinal vermelho para seguir na Rua Paulo Coelho Machado teve o VW Fox que dirigia atingido pela caminhonete Nissan Frontier, conduzida por João Pedro. Segundo a Polícia de Trânsito, o estudante trafegava em torno de 160 km/h e tinha como passageiro o irmão de 21 anos.

Após a batida, o rapaz fugiu a pé sem prestar socorro. Testemunhas relataram à polícia, que João Pedro apresentava sinais de embriaguez. O acidente aconteceu por volta da meia-noite e meia de quinta-feira (dia 2), na Avenida Afonso Pena, no Bairro Cachará Cachoeira, próximo ao Shopping Campo Grande.

Prisão - João Pedro teve a prisão preventiva decretada pela Justiça na sexta-feira (3), mas se apresentou à Polícia Civil na tarde de sábado (4). O rapaz passou o fim de semana em uma das celas da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Centro. No entanto, teve o pedido de prisão revogado e na segunda-feira (6) foi liberado após pagar fiança no valor de R$ 50,5 mil. O estudante responde ao processo em liberdade e está sendo monitorado por tornozeleira eletrônica.



Realmente é de causar indignação, quanto ao rumo que o caso está tomando, como disse o Sr. Lázaro (Pai) da Advogada Carolina..."Só falta prenderem a Carol".
Simplesmente LAMENTÁVEL, ela já não está mais aqui para se defender, vamos acompanhando o desenrolar dos fatos , com Fé em Deus.
 
Marasilva Aparecida Barros em 22/11/2017 14:12:45
Realmente é de causar indignação, o destino que está sendo dado ao caso....como disse o Sr. Lázaro (pai) pai da Carolina, ............"Só falta prenderem a Carol".
Simplesmente LAMENTÁVEL.
 
Marasilva Aparecida Barros em 22/11/2017 14:03:12
..., e olha que esse elemento é acadêmico de medicina. Vai cometer erros médicos e colocar a culpa nos pacientes.
 
Ademir Rodrigues em 20/11/2017 08:37:44
Pelo jeito essa familia tem muito dinheiro e vai continuar a 'passar a mão' na cabeça desse irresponsável! querer culpar e manchar a memória da jovem morta chega a ser deprimente. Por que essa familia não faz uma reflexão e assuma que errou e continua errando querendo poupar esse cara de assumir seus atos?
 
Hélia De Albuquerque Palhares em 20/11/2017 07:49:46
Engraçado esse Acadêmico né, agora ele quer a qualquer custo colocar a culpa sobre a advogada pela morte dela. Tudo bem que ela furou o sinal, mas se o Acadêmico não estivesse em alta velocidade, talvez o acidente não seria tão grave como foi. O histórico desse rapaz já não é muito boa, onde o mesmo já se envolveu em acidentes em que o mesmo estava embriagado e em alta velocidade. Que Deus conforte a familia da advogada, por perder uma filha tão nova e linda como ela, com tanta vida pela frente e ainda deixar um filho de 03 anos sem mãe.
 
Nojento em 19/11/2017 20:06:47
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