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Campo Grande, Quarta-feira, 01 de Março de 2017

26/03/2016 09:23

Retorno cruza com BR e vira rotatória “quadrada” em saída de bairro

Aline dos Santos
Carro acessa retorno por ligação irregular na saída do Maria Aparecida Pedrossian.  (Foto: Marcos Ermínio)Carro acessa retorno por ligação irregular na saída do Maria Aparecida Pedrossian. (Foto: Marcos Ermínio)
Na saída de bairro, retorno provoca confusão ao cruzar com rodovia. (Foto: Marcos Ermínio)Na saída de bairro, retorno provoca confusão ao cruzar com rodovia. (Foto: Marcos Ermínio)

Fruto da expansão da cidade, que nos últimos anos rumou para o Leste, na saída para Três Lagoas, a rotatória “quadrada” da avenida Ministro João Arinos leva perigo ao trânsito de quem sai dos bairros para se juntar ao fluxo da BR-262.

Na saída do bairro Maria Aparecida Pedrossian, boa parcela dos condutores, incluindo até mesmo dos ônibus do transporte coletivo, prefere parar no cruzamento da rua Manoel de Oliveira Gomes com a rodovia para poder cruzar as três faixas e acessar a rua da Carioca para o retorno.

Também é comum a abertura de caminho paralelo e se deparar com pedestres perdidos, sem nenhuma opção segura de travessia. “Aquele desenho é horripilante. É totalmente errado. É a engenharia viária que leva ao erro, não pode acontecer. É uma coisa sui generis, porque ali era estrada. Ao longo dela não tinha bairros, não tinha moradores. Hoje está tudo habitado, a Ministro João Arinos foi engolida pela cidade”, afirma o diretor-presidente da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), Elídio Pinheiro Filho.

Segundo ele, após o viaduto é área do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) e as intervenções para melhorias dependem de parceria. “Os cruzamentos ali estão errados, as saídas dos bairros”, salienta o diretor da Agetran. Contudo, o local segue sem previsão de reordenamento viário.

Perigo – Um exemplo dos riscos da rotatória mal planejada veio à tona no começo do mês, quando a Agetran alterou as linhas de ônibus. A medida foi para que os veículos do transporte coletivo não fizessem manobra ilegal. Contudo, a mudança impedia que o ônibus entrasse no bairro e levasse os alunos até à escola estadual Dolor Ferreira de Andrade. Desta forma, eles se arriscavam na travessia. A decisão foi revogada.




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