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Campo Grande, Domingo, 23 de Setembro de 2018

07/11/2017 17:30

Universitário que matou advogada é suspeito de fraude em outro acidente

A colisão aconteceu em janeiro deste ano e assim como no dia 2 de novembro, o motorista fugiu

Geisy Garnes
João Pedro foi preso pela morte da advogada Carolina Albuquerque Machado, mas foi liberado após pagar fiança (Foto: André Bittar)João Pedro foi preso pela morte da advogada Carolina Albuquerque Machado, mas foi liberado após pagar fiança (Foto: André Bittar)

Após o acidente que matou a advogada Carolina Albuquerque Machado, de 24 anos, o estudante de medicina João Pedro da Silva Miranda Jorge e o pai viraram alvo de uma nova investigação. Desta vez, de um acidente de trânsito que aconteceu em janeiro deste ano, no cruzamento entre as avenidas Euler de Azevedo e Tamandaré.

Na ocasião, o condutor de uma caminhonete Nissan Frontier, que seguia na Tamandaré sentido centro/bairro, invadiu o trevo de acesso a rotatória que liga as duas avenidas e atingiu um Fiat Uno, que esperava na Euler de Azevedo. Depois da colisão, o suspeito de causar a colisão fugiu, mas as vítimas conseguiram anotar a placa.

Pelo menos cinco pessoas estavam no veículo de passeio e a Polícia Militar de Trânsito atendeu o caso, que foi registrado na 7ª Delegacia de Polícia Civil como um Termo Circunstanciado de Ocorrência por evasão do local de acidente. “Pela placa, localizamos o proprietário do veículo, o pai do João Pedro, e ele compareceu a delegacia, assumiu que ele dirigia a caminhonete e contou sua versão”, contou a delegada responsável pela investigação, Christiane Grossi.

Após as investigações da morte da advogada, durante um acidente causado por João Pedro, o delegado Geraldo Marim, da 3ª Delegacia de Polícia Civil, entrou em contato com a colega e relatou que testemunhas envolvidas no primeira acidente reconheceram o acadêmico de medicina como o motorista daquele dia.

“Diante dessa novo notícia vamos abrir um inquérito para investigar o caso e se comprovado o pai do suspeito vai responder por fraude processual e João Pedro por evasão do local de trânsito”. Conforme Grossi, apesar da caminhonete envolvidas nos dois acidentes ser o mesmo modelo, são de anos diferentes.

Segundo a delegada, as equipes agora tentam localizar a motorista do Fiat Uno, socorristas que atenderam às vítimas e os outros passageiros do carro para identificar quem conduzia a caminhonete no dia do acidente. “Recebemos informações que uma das vítimas possuem imagens, mas ainda não recebemos a gravação”.

Solto - O acidente que matou a advogada aconteceu por volta da meia-noite e meia de quinta-feira (2), no cruzamento das avenidas Afonso Pena e Paulo Coelho Machado, em frente ao Shopping Campo Grande.

Carolina voltava de um encontro com as amigas, quando teve o VW Fox que dirigia atingido pela caminhonete Nissan Frontier, conduzida por João Pedro, que segundo o BPTran (Batalhão de Polícia de Militar de Trânsito), trafegava em torno de 160 km/h.

João Pedro, que teve a prisão preventiva decretada pela Justiça na sexta-feira (3), se apresentou à Polícia Civil na tarde de sábado (4). O rapaz passou o fim de semana em uma das celas da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Centro, mas foi liberado após pagar fiança no valor de R$ 50.598,00.



Parabens ao pai, se tivesse deixado o filho pagar pelo erro a primeira vez, não teria acontecido essa tragédia
 
Gregorio Machado em 08/11/2017 10:24:26
E ainda soltam... O que estão querendo, que ele mate mais um? Já ficou mais que comprovado que o cara não tá nem aí, é um safado e inconsequente. Não é a primeira vez e nem vai ser a última vez que ele faz isso porque tem um papaizinho rico pra pagar as fianças dele e pra assumir as cagadas dele.
 
Mariana Carvalho em 08/11/2017 09:13:27
É brincadeira né, essa nossa justiça. Os dois irresponsáveis PAI e FILHO, deveriam era ficar na cadeia. Um faz a burrada e o outro acoberta. Brincadeira essa dupla Batman e Robin. E a justiça que é bom, nada né. E com certeza eles irão continuar fazendo isso mais vezes, pois o pai tem dinheiro pra pagar fiança do irresponsável. E nós que andamos direito, corremos o risco de ter que enfrentar uma tristeza dessas que a familia da advogada está passando. O dinheiro da fiança não irá trazer ela de volta, e a soltura desses irresponsáveis PAI e FILHO ou Batman e Robin nos causa revolta.
 
Nojento em 07/11/2017 19:25:32
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