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Campo Grande, Terça-feira, 06 de Dezembro de 2016

05/04/2016 08:02

Dicotomia não

Por Ari Sandim (*)

A sociedade brasileira passa por um momento político/ético turbulento refletido também pela crise econômica por que passamos, onde a construção do “discurso” eu contra eles tem causado uma intolerância comportamental e didática nefasta ao salutar debate de ideias divergentes que pauta os regimes democráticos.

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Essa dicotomia tem criado “agentes zumbis” defensores intransigentes de discursos que mais parecem “fanáticos” portadores de miopia que nada contribui para o enriquecimento da busca das soluções dos problemas enfrentado pelo país, pelo contrário, exacerba o sentimento não salutar de uma sociedade fraterna que é o coração do mundo.

Por isso, é chegado o momento de todos agentes políticos ou formadores de opinião refletirem na sociedade que queremos: ou mantemos tudo que aí está ou optamos por uma sociedade onde os poderes funcionem harmonicamente em favor do país e não ao grupo político lotado no poder central.

Entendo ser inevitável as mudanças em curso para o aprimoramento das instituições e seus agentes públicos/privados, pois a evolução da sociedade é uma constante, muitas das vezes adversa aos interesses de uma parte conservadora dessa sociedade ávida por transformação.

Sejamos partícipes da construção de uma nova nação, ampla e plural, onde prevaleça os interesses maiores e republicanos de uma sociedade que busque o bem comum de seu povo. Não podemos permitir que uma corruptela de pensamentos nos divida no eu contra eles e em uma dicotomia pior: o bem contra o mal.

Somos mais que um ou outro. Somos seres humanos plurais e precisamos protagonizar as mudanças que almejamos.

(*) Ari Sandim é administrador de Empresa e consultor político

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