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10/11/2011 12:07

E-commerce nas redes sociais: lucro, cautela e atenção

Por Arnaldo Korn

Não é de hoje que as redes sociais vêm dominando a nova forma de se fazer marketing e propaganda, e, recentemente, adquiriram também um caráter de e-commerce livre. No twitter, milhares de promoções de livros, CD’s, DVD’s, jogos, etc, e no Facebook, as Fan Pages dominam o mercado de compras online, disponibilizando comentários mil. O mundo corporativo invade as redes sociais e isto é muito bom. No entanto, há de se ter cuidados e cada passo deverá ser pensado e planejado.

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Uma Fan Page bem administrada sabe que o sucesso não depende de quantos seguidores você tem, sendo que o conceito é sutil e bem mais profundo do que isso. Para pensar no caso basta responder a perguntas simples, tais como: Os seus seguidores tem alguma interação com a sua marca? Sua empresa conhece o seu seguidor? Sua empresa dispõe de informações e oportunidades relevantes aos seus seguidores? O seu seguidor ao clicar em “Curtir”, será que realmente ele está “Curtindo”?

Hoje é possível vender produtos pelo Facebook, Twitter e até mesmo o Orkut, que apesar de ter perdido a sua força de antes no Brasil, continua sendo um mecanismo para levantar ou não o seu ibope com o consumidor final. Por isso não devem ser ignoradas e colocadas apenas para dizer que a empresa “está ali”. Eles são as novas modalidades do e-commerce mundialmente falando.

É o “Facecommerce” da internet, o Twitcommerce do planeta, em que o consumidor não precisa nem sair da sua página para adquirir o que quiser. A grande vantagem para quem vende é o baixo custo desta vitrine virtual, além da enorme chance de divulgar (gratuitamente) o seu produto ou serviço, pois, aproveitará do “boca a boca” da rede social. É importante também, haver sinergia da sua página com outros sites do segmento, por exemplo, o Youtube, adicionando abas e aplicativos, além de reunir elementos e palavras-chave relevantes para o negócio, de modo a oferecer um bom posicionamento nos mecânismos de buscas.

Mesmo a rede da gigantesca da internet que ainda não vingou como o Google+ merece atenção, além é claro dos blogs – que ganham força cada dia que passa, por isso não subestime o blogueiro – e dos sites de reclamações dos consumidores que esperam uma resposta ao problema que sua empresa causou. Se as redes sociais ainda não fazem parte do dia a dia do seu planejamento, da sua empresa, não perca tempo, porque de uma maneira ou de outra, em algum dia, elas terão que fazer.

(*) Arnaldo Korn é diretor presidente do portal Pagamento Já

(pagamentoja.com.br)

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