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20/09/2014 18:00

Qual é a hora certa para fazer um intercâmbio?

Por Ana Luisa D'Arcadia de Siqueira (*)

Que viver uma experiência no exterior traz resultados positivos na vida pessoal e profissional de um aluno, muita gente já sabe. Por este motivo, cada vez mais, os brasileiros tem procurado o intercâmbio cultural em diferentes destinos do mundo. Mas a grande dúvida é: qual a hora certa?

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Viajar durante o ensino médio ou se formar no segundo grau e embarcar antes de entrar na faculdade? Trancar a faculdade e passar um período fora do país ou esperar a formatura? Há a possibilidade de entrar no mercado de trabalho e fazer um curso no exterior no período de férias ou algum curso subsidiado pela empresa? Há a opção de tirar um período sabático ou realizar esse sonho na aposentadoria? Enfim, opções não faltam e pessoas com as mais diversas experiências também.

O primeiro passo é analisar a situação e definir o objetivo da viagem. Um aluno de high school (ensino médio), normalmente toma a decisão do intercâmbio junto com os pais. Neste caso é importante pesar o nível do inglês, a maturidade, o melhor período para viajar sem prejudicar os estudos no Brasil, além da definição do tempo de estadia no país, que neste caso costuma ser de seis meses ou um ano.

Adiar o início da faculdade também é uma opção usual entre os jovens. Esta escolha beneficia muito aqueles que ainda não tem certeza do rumo que querem tomar na vida profissional. Viver esta experiência pode trazer mais segurança para embarcar na universidade no retorno ao Brasil ou fazer a graduação no exterior.

Quem quer aprimorar o segundo idioma e não tem condições de passar um período longo fora do país, pode optar por fazer um curso no período de férias do trabalho ou faculdade. Essa opção é muito comum. Com a dedicação do aluno, mesmo um curto período de curso (duas a quatro semanas) pode trazer grandes benefícios.

Há casos de pessoas que querem mudar a vida e se planejam para passar um período fora do país e atingir objetivos específicos. Alguns querem aprimorar um outro idioma, outros fazer um curso em sua área de atuação ou simplesmente expandir os limites, conhecer novas culturas e buscar novas possibilidades. Isso acontece nas mais diversas faixas etárias e é realmente uma decisão que muda a maneira de pensar do aluno.

Aqueles que não tiveram oportunidade de fazer um intercâmbio quando mais jovens, enxergam na aposentadoria a chance de realizar esse sonho. O interesse por intercâmbio cultural nesta faixa etária vem crescendo consideravelmente. Há colégios que oferecem cursos específicos para esta faixa etária.

Independente da situação, é importante buscar uma agência séria e consolidada no mercado que possa dar todo o suporte e ajudar o aluno nesta decisão. Consultores educacionais são os mais indicados para tirar as dúvidas e ajudar no planejamento do tão sonhado intercâmbio cultural.

Quando se fala na hora certa de fazer um intercâmbio, não existe uma fórmula pronta, um certo ou errado. O importante é que o momento escolhido seja o adequado para a fase que cada pessoa está vivendo e que esta escolha faça com que o aluno atinja os objetivos definidos para a sua vida. Um bom planejamento é a melhor forma de realizar esse sonho e colher os melhores resultados.

(*) Ana Luisa D'Arcadia de Siqueira é diretora de marketing da Global Study, franquia de intercâmbios.

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