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Campo Grande, Terça-feira, 17 de Janeiro de 2017

13/03/2015 09:00

Um ano fazendo o possível, o necessário e tentando superar o impossível

Por Rodrigo Pimentel (*)

O grande estadista britânico Sir Winston Churchill, em célebre frase, afirmou que ‘‘É inútil dizer: ‘estamos fazendo o possível’. Precisamos de fazer o que é necessário”. Neste 1º ano da administração Gilmar Olarte, exercemos o possível, fazemos o necessário e nos esforçamos para superar as impossibilidades. Administrar um município como Campo Grande é um trabalho hercúleo não só em função de sua característica desenvolvimentista, como também em função de uma série de problemas que encontramos.

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Obras travadas, arrecadação em baixa, dívidas, briga figadal do então chefe do Executivo cassado com a Câmara Municipal, falta de merenda e uniformes para as crianças, atendimento à saúde ‘‘maquiado’’, medidas popularescas que comprometeram serviços essenciais de atendimento à população, foram alguns componentes da ‘‘terra arrasada’’ herdados pelo prefeito Gilmar Olarte. Colocar a casa em ordem deixa de ser simples frase feita ou chavão quando se tem pela frente imensos problemas que afetam todo um município, comprometendo o bem-estar de homens, mulheres e crianças.

Além da questão administrativa - como congelamento do IPTU, falta de articulação com o Governo estsdual com vistas ao repasse da receita do ICMS, para citar alguns itens do descalabro político-financeiro deixado -, algumas demandas tiveram que ser atendidas de imediato pela administração que se iniciou em março de 2014, como reajuste dos professores.

Não se resolvem problemas, de natureza tão complexa como os deixados, de maneira imediata e nem escondendo a realidade sob o tapete. Naquela oportunidade, não ficamos dizendo ‘‘estamos fazendo o possível’’ e sim iniciamos ações para fazer o necessário. E o fizemos e continuamos a fazer, com os olhos voltados para futuro.

Enfrentando todo o tipo de dificuldades - inclusive algumas orquestradas por adversários que extrapolam o limite da realidade para entrar no campo de uma ficção de enredo maldoso - estamos neste 1º ano convivendo com os desafios, enfrentando-os e, acima de tudo, superando-os.

A administração Gilmar Olarte deu equilíbrio à situação que estava como uma nau à deriva. Colocou Campo Grande no eixo, estabeleceu um clima de entendimento entre os Poderes e, sobretudo, passou a ter o reconhecimento da população. Para quem apostava num período de manifestações populares - tão bem aceitas no regime democrático, de forma pacífica - contra a atual administrativa, frustrou-se. Neste 12 meses de trabalho, a situação é outra.

Não se pode iludir a população, oferecer o que não se tem, nem criar um mundo de fantasia como se o município de Campo Grande não fizesse parte do Brasil. Os problemas da nação, atingem a tudo e a todos. Cabe ao administrador consciente de suas responsabilidade, adequar-se ao momento atual para não comprometer o futuro.
Afinal, não basta ser simples administrador. Ser estadista, é que faz a diferença. E é para poucos.

A população pode ter certeza que estamos no caminho certo, em busca da excelência de serviços. A imprensa tem anunciado os investimentos que estão sendo feitos, os recursos obtidos, os que estão para ser liberados para transformação do município de Campo Grande. É a nossa obrigação pois recebemos a confiança da população para isso quando um basta foi dado ao que vinha sendo praticado por ações que a lei denomina de ‘‘improbidade administrativa’’ e que resultou no ato que todos são sabedores.

De cabeça erguida, de mãos dadas com a população, o prefeito Gilmar Olarte continua - mesmo sob ataques, que começam a se quedar silenciosos diante do que está sendo feito com seriedade e credibilidade - cuidando de Campo Grande. Essa administração não se intimida diante de mitos criados pela intolerância de quem não suporta ver a população, hoje muito mais feliz.

E lembramos aqui a frase do ex-presidente dos Estados Unidos da América, John Kennedy: “O maior inimigo da verdade é frequentemente não a mentira - deliberada, planejada, desonesta - mas sim o mito - persistente, entranhado e irreal”.

Isto estamos enfrentando. Com trabalho.

(*) Rodrigo Pimentel é advogado e secretário de Governo da Prefeitura de Campo Grande.

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