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Campo Grande, Quinta-feira, 08 de Dezembro de 2016

10/06/2013 12:00

Um festim canibalístico em MS

Por Valfrido M. Chaves (*)

Em fim, um cadáver! Foi durante o confronto entre policiais que cumpriam uma determinação judicial e grupos indígenas que, após invadirem uma propriedade legítima em Sidrolândia, dela expulsaram os proprietários. Superiores a tudo, ofereceram resistência, partindo para as vias de fato. Houve 5 policiais baleados.

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“Ministro pede investigação da PF por abusos em confronto com índios”, informa a imprensa, que nunca noticiou “Ministro pede investigação sobre violação de direitos humanos e constitucionais de proprietários legítimos”, simplesmente porque no covil ideológico do governo central vigente, os abusos contra proprietários, centenas deles, não merecem ser investigados.

Portanto, não há o fato para noticiar! O Ministério Público Federal parece usar o mesma "mussurana" ideológica, pois, os direitos humanos e constitucionais dos proprietários rurais parecem não estar nas páginas da Constituição que seus membros teriam a obrigação de zelar como um todo. Mussurana, leitor, é a corda de imbira que os tupinambas laçavam na cintura do prisioneiro para imobilizá-lo e abatê-lo, no festim canibalístico.

Pouco importa se uma identificação e demarcação para expansão de aldeia se revele um embuste total, como se viu no Paraná. Índio é “mocinho” e proprietário é “bandido”, numa reedição dos antigos gibis em que o índio era bandido e os colonos, em seus carroções, os mocinhos. Apenas os papéis foram invertidos. É mentalidade de gibi, caro leitor.

Grupos indígenas parecem passar por uma lavagem cerebral de entidades externas e com capa religiosa óbvia, pois, se sentem no santo direito de passarem por cima das leis vigentes. Seus abusos seriam politicamente corretos para o olhar ongueiro nacional e internacional, bem como setores estatais cegos ou acumpliciados diante da manipulação da população indígena. E ninguém sabe usar um cadáver como tais entidades e redis ideológicos na retaguarda das invasões, aliás “ocupações”, como dizem eles.

Embora grupo indígena com 400.000 hac. viva em condições sub humanas; áreas invadidas com benfeitorias e laranjais sejam depredadas com arrendamento para gado; nas aldeias as áreas sejam hoje sub aproveitadas, a questão “terra para o índio” ganhou o imaginário estatal e midiático. Trata-se de um vil artifício para encobrir o total fracasso da Funai, portanto, deste governo de dez anos, em promover o progresso de nossas comunidades indígenas.

Um governo que tem seis bilhões para financiar oligopólio em nosso setor frigorífico; mais de bilhão para porto e verba secreta em Cuba e Angola; bilhões para empréstimos em países com afinidade ideológica; um governo que tem massiva maioria no Congresso Nacional, não pode simplesmente comprar as terras para a tão desejada expansão das aldeias? E por que não o faz?

O projeto ideológico para promoção de ódios e conflitos vai se estancar? Vai ficar então evidente o desinteresse do governo, no desenvolvimento social dos índios? A impactação do estatuto da propriedade privada vai se esvaziar? Leitor, falar coisas tão óbvias, só vale a pena porque testemunhamos, hoje, um festim um canibalístico e ideológico contra o Estado Democrático e de Direito comandado por setores governamentais e ongs com fachada reigiosa. É um casamento diabólico...

(*) Valfrido M. Chaves é produtor rural.

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Indígenas continuam agir ao arrepio da Constituição. Demandam a ampliação de suas reservas mas não querem esperar o Judiciário, que como sabemos anda a passos arrastados e em total descompasso com a necessidade social.
Desta forma eles promovem o caos ao se proclamarem donos da verdade e promoverem as invasões denominadas Autodemarcações.
Em terra de governo fraco e justiça omissa sobra a violência e a lei do mais forte.
Até quando suportaremos?
 
monica em 07/12/2014 15:14:40
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