A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2017

10/06/2013 12:00

Um festim canibalístico em MS

Por Valfrido M. Chaves (*)

Em fim, um cadáver! Foi durante o confronto entre policiais que cumpriam uma determinação judicial e grupos indígenas que, após invadirem uma propriedade legítima em Sidrolândia, dela expulsaram os proprietários. Superiores a tudo, ofereceram resistência, partindo para as vias de fato. Houve 5 policiais baleados.

“Ministro pede investigação da PF por abusos em confronto com índios”, informa a imprensa, que nunca noticiou “Ministro pede investigação sobre violação de direitos humanos e constitucionais de proprietários legítimos”, simplesmente porque no covil ideológico do governo central vigente, os abusos contra proprietários, centenas deles, não merecem ser investigados.

Portanto, não há o fato para noticiar! O Ministério Público Federal parece usar o mesma "mussurana" ideológica, pois, os direitos humanos e constitucionais dos proprietários rurais parecem não estar nas páginas da Constituição que seus membros teriam a obrigação de zelar como um todo. Mussurana, leitor, é a corda de imbira que os tupinambas laçavam na cintura do prisioneiro para imobilizá-lo e abatê-lo, no festim canibalístico.

Pouco importa se uma identificação e demarcação para expansão de aldeia se revele um embuste total, como se viu no Paraná. Índio é “mocinho” e proprietário é “bandido”, numa reedição dos antigos gibis em que o índio era bandido e os colonos, em seus carroções, os mocinhos. Apenas os papéis foram invertidos. É mentalidade de gibi, caro leitor.

Grupos indígenas parecem passar por uma lavagem cerebral de entidades externas e com capa religiosa óbvia, pois, se sentem no santo direito de passarem por cima das leis vigentes. Seus abusos seriam politicamente corretos para o olhar ongueiro nacional e internacional, bem como setores estatais cegos ou acumpliciados diante da manipulação da população indígena. E ninguém sabe usar um cadáver como tais entidades e redis ideológicos na retaguarda das invasões, aliás “ocupações”, como dizem eles.

Embora grupo indígena com 400.000 hac. viva em condições sub humanas; áreas invadidas com benfeitorias e laranjais sejam depredadas com arrendamento para gado; nas aldeias as áreas sejam hoje sub aproveitadas, a questão “terra para o índio” ganhou o imaginário estatal e midiático. Trata-se de um vil artifício para encobrir o total fracasso da Funai, portanto, deste governo de dez anos, em promover o progresso de nossas comunidades indígenas.

Um governo que tem seis bilhões para financiar oligopólio em nosso setor frigorífico; mais de bilhão para porto e verba secreta em Cuba e Angola; bilhões para empréstimos em países com afinidade ideológica; um governo que tem massiva maioria no Congresso Nacional, não pode simplesmente comprar as terras para a tão desejada expansão das aldeias? E por que não o faz?

O projeto ideológico para promoção de ódios e conflitos vai se estancar? Vai ficar então evidente o desinteresse do governo, no desenvolvimento social dos índios? A impactação do estatuto da propriedade privada vai se esvaziar? Leitor, falar coisas tão óbvias, só vale a pena porque testemunhamos, hoje, um festim um canibalístico e ideológico contra o Estado Democrático e de Direito comandado por setores governamentais e ongs com fachada reigiosa. É um casamento diabólico...

(*) Valfrido M. Chaves é produtor rural.

Logística reversa: pensamento sustentável pelas gerações futuras
Incertezas são o que mais temos, porém ideias norteadoras e essenciais para a construção de um futuro mais sustentável já existem. Não podemos ignora...
Quando, também na escola, se dialoga sobre as religiões
Temos percebido uma crescente preocupação acerca do papel social da escola e da educação que acontece neste espaçotempo. Numa perspectiva de sociedad...
19 anos de Código de Trânsito Brasileiro
No dia 22/01/17, o atual Código de Trânsito Brasileiro completa 19 anos de vigência. Após 31 Leis que o alteraram, com o complemento de 655 Resoluçõe...
Previdência Social: verdades e mentira
Com a reforma da Previdência, e já que acabaram com o Ministério da Previdência, vários ministros dispararam versões sobre o tema, mas como não sabem...



Indígenas continuam agir ao arrepio da Constituição. Demandam a ampliação de suas reservas mas não querem esperar o Judiciário, que como sabemos anda a passos arrastados e em total descompasso com a necessidade social.
Desta forma eles promovem o caos ao se proclamarem donos da verdade e promoverem as invasões denominadas Autodemarcações.
Em terra de governo fraco e justiça omissa sobra a violência e a lei do mais forte.
Até quando suportaremos?
 
monica em 07/12/2014 15:14:40
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions