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Campo Grande, Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2017

04/02/2015 17:21

Em 2014, MTE identificou apenas seis trabalhadores vivendo como escravos

Viviane Oliveira
Trabalhadores haitianos foram contratados por empreiteira para trabalhar na duplicação da BR-163. (Foto:Cleber Gelio)Trabalhadores haitianos foram contratados por empreiteira para trabalhar na duplicação da BR-163. (Foto:Cleber Gelio)

O MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) resgatou no ano passado seis trabalhadores que viviam em situação análoga a de escravo em áreas rurais em Mato Grosso do Sul. Em todo país, foram 248 ações, sendo 1.590 trabalhadores resgatados vivendo de forma degradante.

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De acordo com o chefe da fiscalização SRT/MS (Superintendência Regional do Trabalho), Leif Naas, a ação para identificar trabalhadores que são submetidos a trabalho escravo é desenvolvida pelo Detrae (Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo), que conta com o apoio da PMA (Polícia Militar Ambiental) e do MPT (Ministério Público do Trabalho) para desenvolver as operações.

Leif Naas explica que os números reduziram em comparação com os anos anteriores, porém, não significa que houve redução dos casos. “Nós trabalhamos com denúncias e, nas situações investigadas apenas seis foram identificadas como trabalho escravo”, diz.

Em outubro do ano passado dez trabalhadores haitianos denunciaram ao MPT(Ministério Público do Trabalho) que estavam sofrendo exploração e trabalhando em condições precárias. Eles foram contratados para as obras de pavimentação da BR-163, no trecho entre Bandeirantes e São Gabriel do Oeste.

No entanto, a situação dos haitianos não entrou na pesquisa do MTE, porque não houve intervenção do órgão. “Mas eu posso dizer sem dúvida que o caso deles foi caracterizado como trabalho escravo”, destaca Leif.

No ranking dos estados com maior número de trabalhadores vivendo em situação de escravidão está a cidade de Macaé, no Rio de Janeiro, com 118 casos; Sooretama, no Espirito Santos, com 86 e, Pico, no Piauí com 61. No Centro-Oeste, o 1º lugar ficou com o Estado de Goias, com 141 trabalhadores identificados; 2º Mato Grosso do Sul, com seis e a 3ª posição ficou com Mato Grosso, com um caso.

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