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Campo Grande, Quinta-feira, 08 de Dezembro de 2016

13/02/2014 09:57

Adolescente de 15 anos é suspeito de executar policial civil no Paraguai

Graziela Rezende

Um adolescente de 15 anos, conforme testemunhas, é o suspeito de matar um policial que atuava em Paranhos, a 469 quilômetros da Capital, e estava no Paraguai, quando foi morto durante uma investigação. A investigação, embora conduzida no território paraguaio, também está recebendo apoio de policiais do Estado, conforme a assessoria de comunicação da Polícia Civil.

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Marcílio de Souza, 51 anos, era perito papiloscopista e atuava juntamente com o delegado Rinaldo Gomes Moreira, titular da delegacia de Paranhos. A vítima chegou a ser socorrida e encaminhada para um hospital localizado na divisa com o território brasileiro. Ele, no entanto, morreu a caminho.

Já o autor está foragido. O adolescente atirou pelas costas, enquanto a vítima estava sentado em uma lanchonete. O jovem utilizou uma arma de calibre 12 para executar o policial.

Crime – O policial foi metralhado em Ype-Jhú, cidade paraguaia que faz fronteira com o município de Paranhos. Um dos tiros, de calibre 12, atingiu a cabeça do policial.

Ele estava há 11 anos na corporação e investigava o roubo de um trator agrícola e que teria sido levado para aquela cidade.




Que descanse em Paz, morreu no cumprimento do trabalho, mas...não seria desvio de função já que não era investigador vai por ai, era uma grande pessoa conhecia desde garoto jogamos bola juntos, que a luz perpetua o ilumine.
 
Adão Guerra em 13/02/2014 16:03:16
Trabalhei com esse policial civil, que apesar de perito papiloscopista, desempenhava com maestria e dedicação as atividades inerentes as funções de investigador de polícia e escrivão de polícia, excelente profissional, dedicado e muito perspicaz em sua atividade laborativa policial, é com muita tristeza que tomo conhecimento desta brutalidade, infelizmente trabalhamos com essa fronteira deserta e abandonada, meu primeiro contato com esse profissional foi na cidade de Tacuru, posteriormente fui transferido, mas sempre matinhamos contato, muito obrigado, meu amigo, quando precisei de você, esteve sempre presente, minhas condolencias a família, lembro-me de seu filho, que agora não recordo o nome, mas me foi apresentado na saudosa Tacuru. Peço a DEUS que conforte essa família e a nós.
 
Jeferson Rosa Dias em 13/02/2014 15:43:50
Opa, já virou investigação, de manhã o policial estava tomando uma no barzinho do lado do Paraguai, aí já perguntaram o que ele tava fazendo do lado de lá e já inventaram uma investigação agora, tá certo.
 
maximiliano rodrigo antonio nahas em 13/02/2014 13:14:41
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