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Campo Grande, Sábado, 10 de Dezembro de 2016

09/05/2011 13:25

Associação divulga nota de pesar sobre morte de policial em Dourados

Nadyenka Castro

Soldado era “exemplar”

Em nota de pesar sobre a morte do soldado da Polícia Militar Sandro Alvarez Morel, 33 anos, ocorrida nesse domingo, a Associação de Cabos e Soldados/ Regional de Dourados, diz que o militar “era um policial exemplar e na data dos fatos se encontrava de serviço no exercício de suas atribuições constitucionais de preservar a ordem pública e garantir a segurança do cidadão”.

A Associação segue com mais elogios ao soldado. “O policial militar tem extenso rol de ocorrências bem resolvidas, era de conduta iliba e irrepreensível, autor de feitos bravos, digno e extraordinário, um valoroso policial militar que deixará muitas saudades como exemplo de profissional, pessoa e pai de família que era”.

Na nota, a Associação defende o trabalho do Serviço Reservado da PM, onde atuava o soldado morto.

“O Serviço Reservado da Polícia Militar desempenha um trabalho de extrema importância na cidade de Dourados, sendo o principal responsável pelo fechamento de pontos de venda de entorpecentes e prisões de traficantes que afligem nossa comunidade, esperamos que o serviço reservado permaneça cumprindo seu papel de verificar ações ilícitas em nossa cidade auxiliando o 3º BPM a garantir mais paz e tranqüilidade para toda sociedade douradense”.

O caso- Sandro Alvarez Morel foi morto a tiros na tarde desse domingo pelo policial federal Leonardo de Lima Pacheco. O autor foi indiciado por homicídio doloso pela morte e pela tentativa de homicídio após ferir outro policial, José Pereira de Souza, 29 anos.

O policial federal teria se auto-apresentado como traficante para uma guarda municipal em uma conversa por meio do programa de conversa na internet,o MSN, e os dois teriam marcado um encontro amoroso no apartamento do agente.

A moça teria levado ao pé da letra a informação de Leonardo, e comunicou a Polícia Militar do encontro com o suposto traficante. Na data marcada, ela foi acompanhada dos policiais Sandro e José Pereira até o local combinado.

Quando Leonardo abriu a porta do apartamento quem entrou foi Sandro. O militar ordenou que o federal deitasse no chão. Leonardo então atirou seis vezes, matando Sandro.

A jovem correu e então José Pereira e Leonardo trocaram tiros. Ambos ficaram feridos.

Em nota, a Polícia Federal afirmou que acompanhará o caso, mas negou o envolvimento do agente federal com o tráfico de drogas, mas irá abrir procedimento administrativo para investigar a denúncia.




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