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Campo Grande, Sexta-feira, 02 de Dezembro de 2016

07/12/2010 07:29

Em Dourados o preço para assistir dois shows no Teatro Municipal é um brinquedo

Ana Maria Assis

Hoje (7) no município de Dourados, são realizados dois shows musicais no Teatro Municipal. A entrada custa um brinquedo, pois, o que for arrecadado será doado a crianças moradoras de regiões menos favorecidas da cidade. Os show estão marcados para começar a partir das 20h.

O projeto ‘Celebração’, de arte e cultura da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) promove o evento hoje por ser véspera de feriado na cidade, amanhã (8) é dia de Nossa Senhora da Conceição, padroeira de Dourados

Os shows encerram as festividades de comemoração aos 5 anos da UFGD que se iniciaram no dia 29 de julho, data em que a Universidade completou seu aniversário de criação.

Para as comemorações do aniversário, desde julho, foram realizadas atividades acadêmicas e outras voltadas para a comunidade em geral, como a realização do show do cantor Nando Reis, a vinda do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para a entrega de obras na Unidade 2 da UFGD e o lançamento de um selo nacional e comemorativo de 5 anos da Universidade.

Os shows que vão integrar o ‘Celebração’ de encerramento das festividades da UFGD também farão alusão ao aniversário de 75 de Dourados, integrando a programação local de aniversário da cidade.

Artistas convidados - Os músicos Thimoteo Lobreiro, Marco Antonio, Áttila Gomes, Orlando Brito e Adriano Praça integram o grupo Agemaduomi. Desde 1995, o eles fazem músicas simples com uma pitada de irreverência. O grupo se propôs a pesquisar e divulgar o chorinho — estilo musical tipicamente brasileiro que nasceu no final do século 19. O estudo do chorinho começou logo no primeiro CD, “Proezas”, lançado em 2002. Eles procuram inovar com arranjos e influência de grandes compositores, como Pixinguinha, Chiquinha Gonzaga e contemporâneos, como Jacob do Bandolim.

Já Guilherme Rondon é compositor, violonista, intérprete de suas canções e ganhador de dois prêmios Sharp (92 e 94). O pantaneiro domina com maestria a fusão de ritmos ternários da fronteira como guarânias, polcas e chamamés. No entanto, sua música não pode ser classificada como "regional", porque é apresentada numa linguagem contemporânea, que tanto pode se servir da música mineira, quanto do pop dos Beatles, sem o menor preconceito.

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