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Campo Grande, Quinta-feira, 08 de Dezembro de 2016

16/09/2014 15:11

Forte Junqueira e Base Naval são consideradas patrimônio cultural

Priscilla Peres
Forte Jusqueira, em Corumbá, foi erguido para auxiliar durante a guerra (Foto: Kleverton Velasques/PMC)Forte Jusqueira, em Corumbá, foi erguido para auxiliar durante a guerra (Foto: Kleverton Velasques/PMC)

Duas fortificações de Mato Grosso do Sul foram tombadas pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) durante a 76° reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, realizada na semana passada. O Forte Junqueira, em Corumbá, e a Base Naval de Ladário foram consideradas Patrimônios Culturais Brasileiros.

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De acordo com o Iphan, ambas não se destacam por sua arquitetura, mas sim pela importância histórica para a região, "por constituírem testemunhos do processo que envolveu a Guerra do Paraguai". As edificações do século XIX, construídas em locais diferentes, tinham a função de manter bases militares na fronteira com o Paraguai e impedir novos ataques, garantindo o território brasileiro frente à requisição pela Argentina de território paraguaio junto ao atual Mato Grosso do Sul.

O Forte Junqueira foi erguido como posição auxiliar da grande praça forte planejada pelo Exército, no município de Corumbá/MS e a Base de Ladário foi projetada como arsenal da Marinha na região, no município de Ladário, e conta com um acervo de 15 peças de artilharia.

Conselho Consultivo - O Conselho que avalia os processos de tombamento e registro é formado por especialistas de diversas áreas, como cultura, turismo, arquitetura e arqueologia. Ao todo, são 23 conselheiros, que representam o IAB (Instituto dos Arquitetos do Brasil), o Icomos (Conselho Internacional de Monumentos e Sítios), a SAB (Sociedade de Arqueologia Brasileira), o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), o Ministério da Educação, o Ministério das Cidades, o Ministério do Turismo, o Ibram (Instituto Brasileiro dos Museus), a ABA (Associação Brasileira de Antropologia), e mais 13 representantes da sociedade civil, com especial conhecimento nos campos de atuação do IPHAN.

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