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Campo Grande, Sexta-feira, 09 de Dezembro de 2016

01/03/2015 14:04

Grupo de paulistas aproveita pescaria para ajudar ribeirinhos no Pantanal

Caroline Maldonado
Há dez anos, os 18 colegas entregam cestas básicas às famílias que vivem as margens do Rio Paraguai (Foto: Diário Corumbaense)Há dez anos, os 18 colegas entregam cestas básicas às famílias que vivem as margens do Rio Paraguai (Foto: Diário Corumbaense)

Já é uma década de tradição. Um grupo de turistas paulistas visita o Pantanal uma vez por ano e aproveita o fim da viagem para conhecer um pouco mais da vida dos ribeirinhos e doar alimentos. Desta vez, os 18 colegas entregaram 29 cestas básicas às famílias que vivem as margens do Rio Paraguai.

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Na viagem de cinco dias, eles praticam o pesque e solte e tiram o último dia para visitar os ribeirinhos e fazer a entrega das cestas. O arquiteto Amilcar Casado, 49 anos, é um dos que está no grupo desde a primeira mobilização para apoiar os ribeirinhos.

“A ideia surgiu quando viemos aqui pela primeira vez há dez anos. Estávamos passeando quando percebemos a situação dos ribeirinhos que vivem nas margens do rio. Isso tocou o grupo e decidimos ajudar. Logo na primeira vez, entregamos 32 cestas básicas e o grupo todo se animou. Nós fazemos a entrega e temos o prazer de conhecer as famílias, que ficam muito gratas pela doação. Mas a satisfação maior é nossa em poder ajudá-las”, disse o arquiteto, em entrevista ao jornal Diário Corumbaense.

O vinculo dos turistas com os moradores da região não termina com o fim das viagens. Durante o ano, o arquiteto entra em contato com a empresa de turismo e combina o envio de algo para as famílias. “Durante o ano, o Amilcar liga pra saber se há algo em que possa ajudar e por vezes, já enviou cobertores no inverno, por exemplo, e nós fazemos a entrega durante as viagens”,conto Raquel Amaral, que trabalha na agência.

Outro empresário que está no grupo há anos é Sérgio Lico, 53 anos. “Essa iniciativa partiu do Amilcar e a turma se solidarizou com a iniciativa. Estou desde o começo e a emoção é indescritível, não tem dinheiro que pague. A chegada lá é a hora mais esperada por todos nós, fazer um pouquinho pelas pessoas que necessitam é muito gratificante”, comentou.




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