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Campo Grande, Sábado, 10 de Dezembro de 2016

04/11/2014 12:35

Homem é preso em flagrante por aliciar menina de 11 anos via WhatsApp

Renan Nucci
Mãe da vítima flagrou mensagens enviadas pelo autor e acionou as autoridades. (Foto: Arquivo/Campo Grande News)Mãe da vítima flagrou mensagens enviadas pelo autor e acionou as autoridades. (Foto: Arquivo/Campo Grande News)

A Polícia Civil de Inocência prendeu em flagrante, ontem (03), um homem de 22 anos acusado de aliciar uma menina de apenas 11 anos por meio do WhatsApp, aplicativo de troca de mensagens e arquivos multimídia utilizado em Smartphones. Outro caso foi registrado no mesmo dia em Mato GRosso do Sul. Em Campo Grande, um homem de 28 anos acabou preso por assediar uma criança pelo Facebook.

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Segundo a polícia, o homem que não teve a identidade divulgada pelas autoridades confessou o crime, e disse que tinha intenção de manter relações sexuais com a garota, afirmando que sente “atração” por crianças. Segundo o delegado Rodrigo Evaristo da Silva, é importante que os pais vigiem o comportamento dos filhos.

“Nesse caso, só foi possível a prisão em flagrante do acusado porque a mãe da vítima notou o comportamento da filha, e encontrou as mensagens no celular. Por isso, é muito importante que os pais fiquem atentos ao comportamento dos filhos, suas atividades nas redes sociais e aplicativos de mensagens instantâneas para celulares”, explica o delegado.

Capital – Também ontem, a Depca (Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente) prendeu Valdeir Rodrigues, 28 anos, em situação semelhante. Ele utilizava o Facebook para conversar com uma menina de dez anos, e chegou a combinar um encontro com a vítima, ocasião em que acabou detido em flagrante.

A mãe da menina suspeitou das atividades da filha na rede social e passou a monitorar seus contatos. Em determinado momento, ela conversou com o acusado se passando pela menina. Preso, Valdeir confessou o crime e disse que era viciado em sexo virtual e que, inclusive, teria enviado fotos íntimas para a criança. À delegada Regina Márcia Mota, responsável pelo caso, ele assumiu que “tem um problema” e que precisa de ajuda.




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