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Campo Grande, Sábado, 10 de Dezembro de 2016

06/08/2013 14:31

Invasão de índios em fazenda não dura 24h, mas sindicato acusa "depredação"

Bruno Chaves
Sindicato afirmou que casa de funcionário ficou revirada após invasão (Foto: Divulgação/Sindicato Rural)Sindicato afirmou que casa de funcionário ficou revirada após invasão (Foto: Divulgação/Sindicato Rural)

Cerca de 35 índios da etnia Guarani-Kaiowá invadiram a sede da Fazenda Cambará, em Iguatemi, a 466 quilômetros de Campo Grande, por volta das 16h de segunda-feira (5). Segundo informações do Sindicato Rural de Iguatemi, o grupo entrou nas dependências da propriedade rural, vandalizou e roubou objetos do local.

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“Eles já são conhecidos por fazerem ameaças e trancarem estradas. Eles estiveram na sede da fazenda, andaram quebrando e fazendo vandalismo na casa do funcionário”, disse o presidente do sindicato, Hilário Parisi, que contou que o grupo permaneceu na fazenda até a madrugada desta terça-feira (6).

Ainda de acordo com Parisi, na casa do funcionário da propriedade, os índios depredaram móveis, abriram gavetas e roubaram joias e roupas. “Eles também roubaram galinhas e quebraram aparelhos de choque, bombas d'água, cercas e soltaram o gado nas estradas”, contou.

A Polícia Federal e a Funai (Fundação Nacional do Índio) foram acionadas para atender a ocorrência. No entanto, por telefone, eles conseguiram solucionar a questão. Só na manhã de hoje que o efetivo da polícia foi ao local.

Durante a invasão da fazenda, o funcionário precisou sair fugido do local. Junto da família, ele se escondeu em uma propriedade vizinha.

Parisi afirmou que a invasão dos Guarani-Kaiowá aconteceu como forma de pressionar o Governo Federal a dar uma resposta sobre as disputas de terras no Estado.

A reportagem procurou as assessorias de imprensa da Polícia Federal e da Funai, no entanto, até o fechamento desta matéria, não obteve informações acerca da situação.

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O estado de anarquia é estimulado pela impunidade e pela idéia de que, por ser desta ou aquela etnia, se possa violar direitos alheios quando e bem quiser. O próprio Estado brasileiro estimula essas noções, e as práticas de abusos tem apoio de organizações de fachada religiosa. todos sabem quais são. Depois ela vem pedir brindes para quermesse e festas religiosas àqueles vitimas dos abusos que estimulam. Quem tem interesse em manter o conflito? Quem quer dividir para reinar? Tá na hora de pensar!!
 
Valfrido M. Chaves em 07/08/2013 08:12:58
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