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Campo Grande, Domingo, 04 de Dezembro de 2016

26/09/2015 10:10

Mineira que mora há 15 anos no Acre procura irmãos na região de Dourados

Leonilda de Oliveira, 62, está há 15 anos em Rio Branco, mas nunca mais teve contato com sete irmãos; campo-grandense que mora na capital acreana decidiu ajudar e procurou o Campo Grande News

Helio de Freitas, de Dourados
Leonilda trabalha de zeladora em um posto de combustíveis em Rio Branco e procura os irmãos em Dourados (Foto: Sílvia Ferreira/Divulgação)Leonilda trabalha de zeladora em um posto de combustíveis em Rio Branco e procura os irmãos em Dourados (Foto: Sílvia Ferreira/Divulgação)

Uma mineira de 62 anos que já passou por várias cidades brasileiras e por muitos anos morou em Dourados, a 233 km de Campo Grande, procura os sete irmãos com quem não teve mais contato desde que se mudou para o Acre, há pelo menos 15 anos. Em plena era tecnológica e digital, em que as mensagens são trocadas de forma instantânea de um lado ao outro do planeta, essa cidadã brasileira não tem nem mesmo o endereço dos familiares para escrever uma carta.

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Leonilda Alves de Oliveira trabalha atualmente na limpeza dos banheiros de um posto de combustíveis em Rio Branco, capital do Acre, e foi encontrada por coincidência pela campo-grandense Sílvia Ferreira, que há cinco anos mora no estado da região Norte.

Ao conhecer a história de Leonilda durante uma conversa, Sílvia decidiu ajudar e procurou o Campo Grande News através de mensagem enviada no dia 21 deste mês. Na quarta-feira (23), a reportagem fez contato com ela, que contou o que sabia e voltou ao posto Correntão, onde Leonilda trabalha, para saber mais detalhes.

Conversa no banheiro – Sílvia conta que chegou até Leonilda de forma totalmente casual. “Fui ao banheiro do posto e ela começou a falar comigo, disse que eu não tinha o sotaque dos acreanos. Aí comecei a conversa com ela. Quero ajudar no que puder essa senhora a encontrar seus irmãos. Sei como é ruim morar longe da família”, disse Sílvia, que trabalha como gestora de recursos humanos na capital acreana.

Leonilda procura os irmãos Maria Aparecida Alves da Costa, Braz Alves de Oliveira, Luiz Alves de Oliveira, Fernando Alves de Oliveira, Antônio Alves de Oliveira, Maria das Dores Alves de Oliveira e Dalmo Alves de Oliveira. Ela teve outro irmão, Paulo Alves de Oliveira, já falecido. Dalmo seria morador em Caarapó.

A mulher contou para Sílvia Ferreira que uma de suas cunhadas, Marieta Alves de Oliveira, trabalhava em um hospital de Dourados.

A história de Leonilda – Conforme a história contada pela mineira de 62 anos e transmitida ao Campo Grande News por Sílvia Ferreira, Leonilda nasceu em 1952 em Belo Horizonte. Os pais dela, Carlos Alves de Oliveira e Maria José da Silva já são falecidos. Em Dourados, ela morava no Jardim Água Boa, com o primeiro marido, José Desidério da Costa, já morto.

Morando em Dourados, o casal teve uma filha, Silvana Alves da Costa, que se matou com um tiro na cabeça. Segundo Leonilda, a filha era a única que seus irmãos conheceram, já que os outros 15 filhos dela são do segundo casamento. Ela se separou de José Desidério quando ainda morava em Dourados. Algum tempo depois o ex-marido morreu.

Depois que foi embora de Mato Grosso do Sul – o ano exato em que isso ocorreu ela não se recorda – Leonilda se casou de novo, passou por vários estados, entre os quais Rondônia e Pará, até se mudar há 15 anos para Rio Branco, quando perdeu contato com os familiares.

Sílvia Ferreira coloca à disposição para contato com familiares de Leonilda o e-mail silvia.ferreira03@hotmail.com. Ela pede que algum irmão ou parente de Leonilda mande mensagem nesse e-mail com número de telefone, que ela vai intermediar o contato entre eles.

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