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Campo Grande, Sexta-feira, 09 de Dezembro de 2016

08/06/2011 12:59

Ministério do Trabalho realiza ações para combater trabalho infantil em Dourados

Paula Vitorino

Neste ano já foram flagradas 19 crianças trabalhando no município

Até maio deste ano, 19 crianças foram flagradas em trabalho proibido no município de Dourados, segundo registro do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Em 2010 foram 39 registros no município. Já em todo o Estado, são 332 crianças e adolescentes afastados do trabalho.

Como parte da programação do Dia Mundial e Nacional de Combate ao Trabalho Infantil - 12 de junho – em Dourados, o órgão promove nesta sexta-feira (10), ato público na Praça Antônio João, a partir das 8h.

Estão previstas apresentações culturais do Coral das Crianças Indígenas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) e apresentação de Karatê com as crianças do Peti da AABB.

Após as atividades na praça, os participantes farão adesivagem de carros e panfletagem. Durante todo o mês de junho também serão realizadas visitas às escolas municipais, com distribuição de cartilhas informativas sobre o combate ao trabalho infantil.

Regras - No Brasil, o trabalho é proibido para menores de 16 anos, salvo na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos. Os adolescentes na faixa etária de 16 a 18 anos podem trabalhar, mas desde que o trabalho não seja noturno e atenda as exigências do MTE.

Dados De acordo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), em 2009 o Brasil mantinha cerca de 4,3 milhões de crianças e adolescentes, na faixa etária de 5 a 17 anos, trabalhando. Em 2010, as ações fiscais empreendidas pelos auditores-fiscais do MTE afastaram 5.620 crianças e adolescentes do trabalho no Brasil. Destes, 522 em Mato Grosso do Sul.

Em 2011, até o mês de maio, foram efetuados 3.705 afastamentos de crianças e adolescentes do trabalho no país.

(Com reportagem do Dourados Agora)




Meu caro amigo joão Júnior comcordo com vc, se o menor não pode
trabalhar, provavelmente ele corre perigo de se drograr etc...
 
andre ajala em 08/06/2011 03:44:09
Louvável a ação da prefeitura na tentativa de barrar o trabalho infantil. Uma coisa que não foi dita, porém, é o que está sendo oferecido de alternativas para os menores de 14 anos, que não podem se enquadrar na condição de menor aprendiz? Deixando de lado hipocrisias, se à criança que estava trabalhando em situação irregular não for dada outra alternativa que ocupe seu tempo livre (o contra-turno da escola), será mais uma nas manchetes no CGNews pegas se drogando, furtando, roubando, prostituindo...
Nesses casos, seria mesmo prejudicial o trabalho precoce??? Convenhamos!
 
João Júnior em 08/06/2011 01:32:14
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