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Campo Grande, Domingo, 04 de Dezembro de 2016

20/05/2013 08:56

Ministério Público denúncia membros de facção criminosa que atuam em presídio

Luciana Brazil
Documento mostra código de conduta dos detentos. (Foto:Dourados Agora)Documento mostra código de conduta dos detentos. (Foto:Dourados Agora)

Grupo de oito detentos do Presídio de Segurança Máxima Harry Amorin Costa, de Dourados, foi denunciado pelo Ministério Público Estadual (MPE) como “célula” da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

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Os presos foram flagrados com uma caderneta com a listagem de supostos integrantes do esquema. Além de nomes, a caderneta continha tarefas que cada um deveria cumprir.

Os integrantes foram identificados depois de um flagrante de cocaína. A droga, 20 gramas, foi encontrada dentro de um pacote de biscoito, escondido na roupa íntima de um dos acusados.

De acordo com o site Dourados Agora, um bilhete, apreendido junto com a droga, encaminhava a cocaína a dois integrantes da facção. Na caderneta, também havia dados sobre o tráfico de drogas que estava sendo desenvolvido pelo grupo.

Em outro documento, estavam mencionados os nomes de batismo e o código de conduta dos integrantes.

De acordo com a denúncia, o MP identificou o detento que supostamente comandava a estrutura do PCC. A droga, traficada por eles, era transportada e encaminhada a ele. “(...) Cada um concorria a seu modo para a consumação do crime, com papel bem delineado e de fundamental importância para a atividade (...)”, diz trecho da denúncia.

O MPE apresentou a promotoria documentos como auto de prisão, boletim de ocorrência, auto de exibição e apreensão, Relatório de Ordem de Serviço, laudos de exame preliminar de constatação e depoimentos. A avaliação do órgão aponta que os acusados têm fortes indícios de pertencer a facção.

O judiciário deverá avaliar a denúncia. Como já estão presos, se condenados, os detentos terão as penas acrescidas ao tempo que cumprem na penitenciária.

A denúncia foi feita pelos promotores de Justiça João Linhares Júnior, Gerson Eduardo de Araújo e Izonildo Gonçalves de Assunção Júnior.

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