A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Domingo, 04 de Dezembro de 2016

14/06/2011 11:05

MPE investiga denúncia de merenda estragada em escolas índígenas de Miranda

Vanda Escalante

Outra reclamação é o não cumprimento do cardápio recomendado pela nutricionista da Prefeitura.

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Miranda (Sitpremi) estão denunciando ao MPE (Ministério Público Estadual) a entrega de alimentos estragados pelo setor de merenda da Prefeitura às escolas indígena da Aldeia Cachoeirinha.

O promotor Daniel do Nascimento Britto ouviu ontem a presidente do sindicato, Dilva Ortiz, e pediu à Vigilância Sanitária do Município que averiguasse as condições da merenda entregue à escola.

A reclamação se refere a uma quantidade de carne moída que teria sido recebida pela escola na semana passada e estaria visivelmente sem condições de consumo.

De acordo com as informações do sindicato, na última sexta-feira (10), professores e funcionários das escolas Nicolau Horta Barbosa e Cacique Timóteo, na Aldeia Cachoeirinha, procuraram a entidade para denunciar a situação.

Segundo eles, esta não seria a primeira vez que a Prefeitura de Miranda entrega produtos da merenda escolar estragados. Em outras ocasiões, as escolas já teriam recebido arroz carunchado e hortaliças estragadas, que tiveram que ser descartados.

Outra irregularidade denunciada pelos representantes das escolas é o não cumprimento do cardápio elaborado pela nutricionista da própria Prefeitura, obrigando as merendeiras a “improvisar” com o que está disponível.

Os representantes do sindicato procuraram a Promotoria depois de visita às escolas da aldeia. O promotor Daniel Britto disse ao Campo Grande News que aguarda o resultado da inspeção solicitada à Vigilância Sanitária para então decidir o que será feito: “Recebemos a denúncia ontem e estamos averiguando, mas ainda é cedo para afirmar qual o procedimento a ser adotado”.

Ainda de acordo com promotor, tanto a possível distribuição de alimentos estragados quanto o não cumprimento do cardápio recomendado pela nutricionista deverão ser apurados no mesmo procedimento que venha a ser instaurado.

Prefeitura - Questionada acerca do episódio, a secretária municipal de Educação de Miranda, Mára Batista Almeida, disse ao Campo Grande News que tinha conhecimento do ocorrido, mas alegou que a carne acabou estragando porque foi descongelada pela merendeira.

“Essa carne foi entregue na sexta-feira. Na segunda a merendeira informou o que havia acontecido e imediatamente o produto foi recolhido e substituído”, afirmou secretária, frisando ainda que não houve “qualquer dano a ninguém, muito menos a aluno”, uma vez que a carne estragada não foi consumida.

Justiça determina instalação de rede de esgoto em Nova Alvorada do Sul
A Sanesul e a prefeitura de Nova Alvorada do Sul - cidade localizada a 120 km de Campo Grande - terão que criar no município rede coletora e estação ...
Médico nega que tenha abandonado pacientes e diz que foi autorizado a sair
O médico Carlos José da Costa Duran, de 41 anos, nega que tenha abandonado o plantão no hospital e maternidade Idimaque Paes Ferreira, o único em Rio...



A corda sempre arrebenta para o lado mais fraco .Culpa da merendeira. E mais ainda foi A carne estragada teve que ser jogada fora .Quem paga ou quem fica com o prejuizo? claro que é a educação .Além disso MP verifica a quadra do CAIC e vê se tem condições de ser usada pelas crianças ,um pombal que expõe as mesmas conviver com côco de pombos cuspindo na cabeça de quem fica ali.ou na educação física
 
Jose da Silva em 14/06/2011 07:23:15
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions