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25/06/2015 08:46

Professora de 66 anos é agredida por dois homens na porta de escola

Liana Feitosa
 Professora Josefina não entende porque foi vítima de agressão. (Fotos: Anderson Gallo/Diário Corumbaense) Professora Josefina não entende porque foi vítima de agressão. (Fotos: Anderson Gallo/Diário Corumbaense)

Uma professora de 66 anos, da Escola Municipal Cássio Leite de Barros, de Corumbá, cidade a 419 quilômetros de Campo Grande, foi agredida na manhã desta quarta-feira (24), sem motivos aparentes.

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Isso porque, segundo o Diário Corumbaense, apesar das agressões, nada foi levado da vítima. “Eles me agrediram e foram embora, não levaram nada e tiveram a oportunidade de pegar minha bolsa, a chave do carro, mas não pegaram nada, só me agrediram", lamentou Josefina Bonifácio.

Por volta de 7h20 a professora estacionou o carro em frente à escola, desceu com a bolsa em uma mão e a chave na outra. Em seguida, se dirigiu até a porta do passageiro para pegar uma outra bolsa.

“Quando abri a porta traseira, ouvi uma motocicleta que parou atrás de mim. Em seguida, já senti puxarem meu braço e torcer para trás. A dor foi tanta, que larguei de imediato a chave e a bolsa que estavam em minhas mãos”, contou a professora ao Diário Corumbaense. Ela trabalha no setor administrativo da escola.

“Não consegui ver quem eram os homens, apenas consegui identificar que eram dois, pois enquanto um batia minha cabeça no carro, o outro me chutava, dava socos, não sei ao certo, foram agressões na barriga e nas costas. Depois que eles me bateram, me soltaram e foram embora. Foi rápido”, completou.

"É uma situação horrível, você fica sem entender o motivo das agressões, apanha sem saber por que”, lamentou Josefina Bonifácio.

De acordo com o Diário Corumbaense, a escola fica em uma área onde é comum o registro de casos de violência. A diretora da instituição, Clarice de Jesus Ortiz, apontou que as escolas precisam de um porteiro para monitorar a entrada e saída dos alunos e dos funcionários.

"Ficamos chocados com o que ocorreu com a professora, agora ela vai registrar o caso na Delegacia de Polícia Civil. Poderia ter ocorrido com algum aluno ou outro professor. Precisamos de um porteiro nas escolas", finalizou.

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