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Campo Grande, Sexta-feira, 09 de Dezembro de 2016

07/04/2014 16:53

Trabalhadores de multinacional de Terenos entram em greve por melhores salários

Bruno Chaves
Trabalhadores estão paralisados há sete dias (Foto: Divulgação/Assessoria/FTIA)Trabalhadores estão paralisados há sete dias (Foto: Divulgação/Assessoria/FTIA)

Por melhores salários, cesta básica e restaurante gratuito, 70% dos trabalhadores da unidade BRF Foods de Terenos, a 25 quilômetros de Campo Grande, estão de greve desde o dia 1º de abril. O laticínio do interior do Estado pertence ao grupo irlandês Carbery, multinacional que gerencia marcas como a Sadia e a Perdigão no Brasil.

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Conforme informações da assessoria de imprensa da FTIA (Federação dos Trabalhadores da Alimentação de Mato Grosso do Sul), a greve já dura seis dias. “Os trabalhadores estão indignados com as atitudes da empresa que até o momento não sinalizou nenhuma possibilidade de negociação”, diz a federação, por meio de nota.

No dia quatro de abril, durante a mesa redonda no Ministério do Trabalho entre a empresa e a federação, os representantes da BRF Foods disseram que não existia a possibilidade de negociação.

Com cartazes, nos dois primeiros dias de paralisação, os funcionários dormiram em frente à fábrica. Ainda conforme a FTIA, a empresa chegou a cortar a água e o banheiro para pressionar os trabalhadores a encerrarem a greve.

O grupo de funcionários afirma que está sem negociação salarial há um ano e dois meses. Entre outros itens, os trabalhadores pedem melhorias de salário, cesta básica e restaurante gratuito.

"A empresa está assediando os trabalhadores na porta da casa deles e dizendo que já está em andamento a negociação e o clima de revolta aumenta”, disse, à assessoria, o presidente da FTIA, Vilson Gregório Gimenez.

Para ele, o fato de a fábrica cortar a água do banheiro, tentando obrigar o retorno às atividades, demonstra “o tratamento de descaso diante de não querer negociar as reivindicações”.

A reportagem entrou em contato com a BRF Foods, por meio de telefone, mas as ligações à assessoria de imprensa da multinacional não foram atendidas.

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