A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Sábado, 10 de Dezembro de 2016


  • De olho na TV
  • De olho na TV

    com Reinaldo Rosa


01/11/2013 09:00

Emissoras de rádio não investem na inovação

Reinaldo Rosa

DORMINDO DE TOUCA – Programar músicas dos anos 80 em rádios espalhadas pelo Brasil é uma constante; e audiência certa. Em Campo Grande, o Baú da Mega virou febre e, de imediato, concorrentes passaram a copiar este tipo de programação. A miopia de gerentes de emissoras não os deixam ver que musicais flash back não proporcionam audiência apenas aos domingos. Fazer o quê, né?

Veja Mais
Radialistas e suas relações perigosas
Profissionais de rádio se aventuram na internet

SEM PARTIDARISMOS – Ao menos no noticioso de TV reina paz entre governo estadual e municipal, em Campo Grande. No Repórter MS, da TV Brasil Pantanal, foi exibida matéria sobre mutirão de prevenção à dengue, promovida pela Secretaria de Saúde do município. Ponto para Maria Ângela Yule e equipe.

DIA D – Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, anunciou que o acesso de emissoras de Amplitude Modulada à faixa de FM está aprovado e que ‘a mudança dependerá de cada empresário'. Resumo; a compra de equipamentos necessários à transformação ficará por conta (e risco) dos portadores da concessão oficial. A partir do dia 7 próximo.

ELOS FLÁCIDOS – Com sete dias de antecedência, ainda não se vê nenhum tipo de veiculação de mensagem alusiva ao Dia do Radialista. A falta de sintonia do sindicato correspondente com a classe patronal (que adora apenas o lado econômico do rádio) certamente contribuirá para que o dia passe como uma onda. Não hertziana.

REZE PELO PATRÃO – Mesmo com programações baseadas na mesmice (pra não dizer pífias) empresários de comunicação nutrem certa distância de seus comandados; considera-os substituíveis a qualquer tempo. O fascínio que a profissão de radialista provoca na camada jovem mantém a classe em total desunião.

MESMO DESEMPREGADO – Sem surpresas. A classe – incluindo jornalistas- é desunida por natureza. Capacitados radialistasestão fora do ar por falta de visão de empresários da comunicação e, ao mesmo tempo, evitam gestos de contrariedades explícitas, pois sabem que o mercado é escasso e, -quem sabe, se Deus quiser- um dia poderão ser aproveitados em suas funções. Comportamento geral.

NOTÍCIA REQUENTADA – O comodismo editorial impede que jornalistas não se municiem de informações para enriquecimento de pautas. Matérias que foram ao ar – na falada, televisada e escrita - sobre o Projeto Centro-Oeste Competitivo, não fizeram alusões sobre o fato de o mesmo ser cópia fiel do Mercoeste, tão alardeado há quase dez anos atrás, na Fiems.

SALVE O RADIALISTA – Como forma de homenagear estes profissionais e a quem se propõe abraçar este importante instrumento de elo de pessoas com o mundo, vai uma dica (alçada de bate papo entre pessoas do meio). Para saber o que é – verdadeiramente - o significado do rádio, sintonize no Youtube: Hélio Ribeiro – eu sou o rádio. Aula de comunicação gratuita ministrada pelo maior comunicador de rádio de todos os tempos. Sem exagero.

BOLA DENTRO – Helen Palmer em Correio Feminino, lançado no Fantástico nesta semana, é algo de bom para um noticioso que tenta manter-se na posição que sempre ocupou. Por sua sofisticação poderá não ter a mensagem entendida por parcela de espectadores mais chegada a pautas de fácil digestão.

FALA POVO – “Gente que coisa mais chata é o programa MS Urgente, da TV Guanandi. Se era ruim ficou pior ainda, o apresentador está perdidinho. Abraços”. Edimar Nogueira

FALA POVO II – “Queria ver se (tarifa do transporte coletivo) tivesse aumentado cinco centavos. E desde o início do ano, já são 15 centavos de redução. Não sei, às vezes, como funciona a cabeça das pessoas. Parece que querem reclamar de tudo mesmo”. Paulo Miranda

SALVE ASPEZI – Saudade do (Luiz Humberto) Aspezi. Realmente músicas, melodias, letras, estilo pop rock, nacional, internacional, românticas, sambas, sertaneja com letras que inspiravam; uma MPB fantástica. Pena que, hoje, as rádios parecem compradas por alguns poucos. Você está numa emissora, enjoa e muda (de estação). ... (o que) termina em uma, começa na outra; muito estranha essa forma de fazer rádio hoje em dia. Parabéns”. Loadir Aparecida Silva

Radialistas e suas relações perigosas
RELAÇÕES PERIGOSAS – O apresentador e agora vereador eleito Lucas de Lima emposta a voz na sua porção de conselheiro matrimonial. No programa noturno...
Profissionais de rádio se aventuram na internet
RÁDIO PRA QUEM QUISER – Amor ao rádio provoca mudança de tratamento no segmento; profissionais fora do escasso mercado radiofônico local ‘fundam’ as ...
Horário engessado limita noticiário de emissora
PLANO DE VOO – Segunda-feira, às 4h10, o ‘Plantão da Globo’ anuncia a queda do avião com a delegação do Chapecoense. Um minuto após, volta a exibição...
Crise afeta dízimo e vida de TVs de evangélicos
MILAGRE ECONÔMICO – Com a crise econômica nos últimos anos, os fiéis de igrejas evangélicas sumiram dos templos e murchou a principal fonte de pagame...



Caro: Fernando Fernandes, você um cego ou não entende de programa popular, programas populares já diz tudo, popular linguagem do povo, povo não quer saber de apresentador bonzinho, o telespectador que está do outro lado da telinha, quer ouvir o apresentador falando aquilo que ele quer falar e não tem o microfone nas mãos, pode chamar de demagogia de como você quiser chamar, se voce não quer ver xingamento, indignação ligue na transamérica, e ouça Edir Macedo, as coisas estão todas erradas na capital e ninguém fala nada, a nossa capital precisa de uma vós no rádio e na TV, e não tem. Esses programas Ms Urgente, Povo na Tv, e Picareli com você, não acrescentam nada, porque falta um apresentador de opinião. PRONTO.... ABRAÇO.
 
edimar nogueira em 04/11/2013 00:26:24
Respeitosamente me dirijo ao leitor Alessandro Fernandes. Por favor, Campo Grande não merece um programação de São Paulo ou Rio. Penso que as críticas são pertinentes à programação musical, mas importar um locutor que está a milhares de Km de nós, não conhece nossa cultura, nossos costumes, nosso clima. E o mais difícil: Entra vinheta - JORNALISMO EM TEMPO REAL NA JOVEM PAN - Locutor ao vivo: Trânsito na marginal Tietê tem mais de 10 km de congestionamento - Chuva de meia hora inunda mais uma vez a cidade de São Paulo. O que interessa ao povo de Campo Grande esse tipo de rádio? Se você não é de Campo Grande tudo bem, posso entendê-lo. Se é daqui.. Aí não tem jeito, mude para são Paulo. Abraço.
 
Ramão Cabreira em 03/11/2013 23:57:22
Pessoal, sinceramente.. fico muito feliz.. felicíssimo mesmo de ler aqui na coluna, a insatisfação dos ouvintes com a qualidade, com o produto que está no ar, tanto no rádio como na tv.. isso prova, evidencia, que todo mundo (força de expressão) está ligado no que está se passando na imprensa Campo-grandense.Sempre disse aqui e repito, sou jornalista e radialista, mas "sem ética", pois critico mesmo os chamados "coleguinhas" que teimam em nos matar com péssimos textos.. com uma locução "inauditivel".. no entanto, ops patrões, os chefes ninguem fala nada.. me reporto à época áurea do rádio, aqui na Capital mesmo.. bons tempos.. época em que os "novatos" aprendiam e muito com os veteranos.... era um bálsamo para os ouvintes.. hoje, a leitura dos textos e o rádio, na verdade nos dá raiv
 
Gilson Giordano em 03/11/2013 10:14:12
Não emito opinião acerca do trabalho do profissional. Não tenho estofo suficiente para julgar, mas como conhecedor do meio, sei que "faz o que o patrão manda ou vai pro olho da rua". Seja quem for. Os únicos que tem autonomia são os políticos, que usam verbas indenizatória ou de gabinete para comprar espaços no rádio e não aceitam direção profissional e colocam a politicalha na tela e nas ondas sonoras. Sem escrúpulos, sem pudores e sem ética. Vamos comemorar o "dia do radialista"? De qual "radialista" "exatamente estamos falando? Um profissional foi afastado por pressão política. Não me interessa lado ou partido. A categoria deveria repudiar. Mas o que vemos é até "comemorações" de colegas. Acho mais importante se comemorar o dia do radialista, hoje, 02 de novembro....
 
Ely Leal em 02/11/2013 21:26:17
No rádio AM, os espaços vendidos são, no mínimo, vergonhosos. Seja para políticos ou Igrejas. Alguns mambembes ainda resistem, mas são enxovalhados e ameaçados "pela Igreja tal" ou "pelo político tal". O que se paga nas emissoras, para os profissionais, é um escárnio. Venda de publicidade por radialistas é uma aberração. Nem o registro em carteira é feito de maneira correta, como preconiza a Lei. Os profissionais mais antigos, que sentiram na pele que as contas no fim do mês não podem ser pagas com os proventos da locução, migraram para outras profissão, e por amor ao rádio, ainda mantém um pé no veículos. Mas como bico e não como profissão principal....
 
Ely Leal em 02/11/2013 21:20:47
Com passagens pela Rádio Transamérica (no tempo não existia afiliada), Antena 1, Rádio Cidade, Manchete FM, Sistema Jornal do Commercio e em Campo Grande por quase todos os prefixos (mas nunca trabalhei em educativas e comunitárias) e chegando aos 35 anos na profissão, posso afirmar com toda certeza. O Problema no rádio na minha amada terra natal É EXCLUSIVAMENTE DOS EMPRESÁRIOS. Dos Donos das Rádios. São eles que mantém o rádio da capital (e pior ainda no interior) no estado comatoso em que se encontra. Diretor Artístico não existe e quando existe é despreparado para a função. programação Musical é de um amadorismo de dar dó. Espaço comercial um lixo. Técnica de locução nenhuma. Desenho artístico nunca ouviram falar. Segmentação só existe para o brega (sertanejo está morto há muito tempo)
 
Ely Leal em 02/11/2013 21:15:07
Cara vcs precisam ouvir em Rio Verde MS as 3 radios estão com programação diferenciada. tem o programa lingua preta interativo, programa viola caipira, esporte e noticiario diferente.....
 
Luiz Eduardo em 02/11/2013 18:39:51
Em relação ao comentário do Fala Povo I, não concordo. O MS Urgente, da TV Guanandi melhorou muito. Não tem xingamneto, palavrão, nem brigas por questões pessoal.
Como todo começo, ainda tem coisas pra entrar no eixo, pra arrumar, mas está bem melhor. Mais matérias e comentários inteligentes.
Esse Edimar Nogueira tá por fora. Muita gente que conheço está assistindo e as opiniões, ainda que diversas, apontam para um rumo melhor do que era.
Parabéns TV Guanandi por inovar. Tenho certeza que este programa ainda será o melhor. Fernando.
 
Fernando Fernandes em 02/11/2013 11:49:19
Tendo em vista a grande "audiência" desta coluna, principalmente dos (d)esportistas desta cidade, resolvi também deixar algumas dicas aí para o final de semana, dando ênfase ao futebol amador de nossa cidade. Mesmo sendo comercialino, torcer pelo Operário vencer o Ubiratan e classificar para a final do Estadual série B. Esse final de semana têm a última rodada do Terrinha, organizado pelo Ajala, sem dúvida o melhor campeonato amador da cidade. No São Conrado o campeoanto com a maior premiação, tendo a frente o grande Dantas, o campeonato milionário, como ele próprio costuma frizar. No Campo Nobre , do Júlio, e nas Moreninhas, com o Miltinho, prosseguem com jogos da primeira fase. E ainda tem jogos na Cohab, no Alves Pereira e no Conjunto Dalva de Oliveira.Prestigiem o nosso futebol amador.
 
EMERSON SILVA em 01/11/2013 19:06:21
RESPOSTA AO NOSSO OUVINTE:
(Já antecipando o agradecimento do espaço na coluna, valeu Reinaldo)
Caro Maximiliano Nahas, que bom ter vc como nosso ouvinte-mesmo tendo a certeza que vc está ouvindo outra rádio- é a segunda vez que vc cita a FM UCDB e reclama da locução do "menino" que faz a locução na "hora do rush", eu não sei que horas é esse tão de "rush" no seu relógio, mas te garanto, nós não temos na programação dois locutores ao mesmo tempo no ar. Mas a sua reclamação pertinente é vista por nós, com bons olhos pra que possamos ficar atentos, mesmo que a crítica não nos caiba. Abs, e continue ouvindo a rádio, mesmo que seja por "tabela".
Bom feriado. *Alexsam.
 
ALEXSAM REIS em 01/11/2013 17:41:15
Só concluindo não é só a musica que é ruim, nossos locutores não conseguem ao menos falar um portugues correto, coloque na radio UCDB na hora do rush campograndense, o menino que faz a locução não consegue pronunciar uma frase sem que haja erro, não de concordancia, não vou cobrar isso dele, mas de pronuncia mesmo, fora a gaguice, tinham que trocar aquele cara porque a menina que faz o programa com ele é super boa, tem dicção excelente, desenvoltura, com ela o texto rende, não gagueja, não fala errado, enfim, ela está sendo prejudicada, e assim é em toda rádio da nossa querida cidade morena, quem me dera ter uma rádio, acredito que temos pessoas habeis para trabalhar em nossa cidade, mas aqui o apadrinhamento é escandaloso, sem QI (quem indica) não se vai a lugar algum.
 
maximiliano nahas em 01/11/2013 15:23:19
Caro Reinaldo, meu sonho era ter uma emissora de rádio, não consigo ouvir rádio alguma em Campo Grande por mais de 5 minutos, a programação é terrivel, sei que nos dias de hoje não temos grandes bandas ou interpretes para colocar pra tocar, mas ainda há salvação, temos grupos ingleses que não são conhecidos em Campo Grande, mas que fazem sucesso em estados como São Paulo e no Sul do país, muita coisa não chega até o MS, mas a culpa é das rádios, elas são responsáveis por nos trazer novidades, sejam elas boas ou ruins, mas a unica coisa que eles trazem é sertanejo universitario ou musicas de flash back mesmo, estamos ilhados na ignorancia, quando abriu a Blink, pensei que o bonde ia andar, mas ao invés disso ela se adaptou às rádios que já existiam aqui, que pena.
 
maximiliano nahas em 01/11/2013 15:19:37
Reinaldo, me responda uma coisa, porquê, nossa capital, ainda não possue retransmissoras das grande Rádio Nacionais, como Band FM, Jovem Pan, e tanto outras, ficam as rádios regionais que pecam ao meu ver tanto com a programação tão fraca, que ficamos reféns de que me parece um cartel.

Qual o motivo de tanto "protecionismo" com as rádios locais???
 
Alessandro Fernandes em 01/11/2013 12:22:55
Vários dos tópicos que leio em sua coluna são como petardos a perfurar uma carcaça que envergonha os verdadeiros profissionais do Jornalismo: aquela que impuseram às emissoras locais - e de resto a todos os outros meios de Comunicação.
Obrigadas a transmitir somente o que "querem e permitem", nossas rádios, em sua maioria, tornaram-se meros serviços de alto-falante. São como os antigos disco de vinil que, judiados, "furavam": tocam a mesma música, falam a mesma língua, repetem tanto que, por osmose, nos convencem que somos aquilo que ouvimos.
É lamentável que o meu Estado, especialmente a sua Capital, vivam momento de covarde ditadura. Aqui, ou se fala/escreve/exibe o que os 'coronéis' mandam, ou não se faça/escreve/exibe.
Não se faz mais imprensa: pratica-se o achaque, puro e simples.
 
Eraldo Maciel em 01/11/2013 10:53:02
Você também foi usado por interesses pouco elogiáveis. Alcunhou de "chapa branca" um programa que nem começara, o meu.
Qual a sua opinião sobre a imprensa local, então?
Contra toda e qualquer regra onde exista bom-senso, ética e/ou respeito a mim e ao ouvinte, hoje não pude exercer a minha missão neste mundo: me comunicar com as pessoas.
Acusações mentirosas de "parcialidade" foram lançadas contra mim por gente que não entende que a sua prática política ultrapassou o limite do ridículo para ingressar no campo do crime. Usaram o poder de Estado contra mim, um simples cidadão - que hoje se envergonha de se intitular "jornalista sul-mato-grossense".
O Jornalismo sério, ético e verdadeiro está acanhado, encurralado e ameaçado no meu querido MS.
Além da decepção, resta-me a vida. Ainda.
 
Eraldo Maciel em 01/11/2013 10:51:21
Eu estava pronto, tiníndo.. pra parabenizar o titular da coluna... quanto ao tópico Dia D..."A partir do dia 7 próximo....", quando ele, sabiamente,corretamente, inteligentemente.. entre todos os outros "entres" de forma positiva, não utilizou o famosíssimo termo: "No dia 7 próximo DE DEZEMBRO... (como normalmente os coleguinhas usam talvez pra EMBELEZAR O TEXTO).... mas me entristeci, ao ler no Tópico, NOTICIA REQUENTADA, quando na última linha, ele escreveu essa pérola: "... há quase dez anos atrás..." então na verdade eu acho que são 20 anos né? Senão vejamos: Há + ATRÁS= 20. Mas é claro que foi um escorregão. Nada mais que isso. Um abraço!
 
Gilson Giordano em 01/11/2013 10:22:38
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions